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segunda-feira, 26 de novembro de 2012
MENSAGEM - SEU EGO
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terça-feira, 9 de outubro de 2012
CRISTÃO / CIDADÃO - Simulador de Impostos
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domingo, 7 de outubro de 2012
Igreja Evangélica e o jugo desigual na política
João Cruzué
Quero aproveitar a ocasião de um pequeno problema de saúde, para fazer uma analogia com o flerte que certas lideranças políticas evangélicas tiverem com o partido do governo na última eleição presidencial. Eu estou no "estaleiro" há quase uma semana com uma conjuntivite, inflamação no branco dos olhos, que além de me deixar os olhos pregados de manhã, durante o dia me traz a sensação de estar com areia nos olhos. Se por um lado não estou enxergando bem, por outro, tenho uma visão bem clara das desvantagens desta associação entre liderança evangélica e comunistas históricos em uma estranha simbiose de poder, entre o santo e o profano.
A Igreja como instituição espiritual não tem posição política. Não é centro, nem de direita e nem de esquerda. Seu arado corta em linha reta para semear o Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo. Fico admirado ao ver a desenvoltura de certos pastores que foram meus mestres nos últimos 30/40 anos, errando em coisas que ensinaram, e ensinaram tanto, até que se esquecerem do objeto do ensino. Estou falando do martelado princípio de evitar o jugo desigual.
A primeira Igreja que se associou com o petismo (e se deu mal) foi a Igreja Católica, cujas Comunidades Eclesiais de Base serviram de espaço para o ensino do marxismo metamorfoseado sob o discurso venenoso da Teologia da "Libertação". Esta simbiose foi quebrada pela ação de Carol Wojtila, - Papa João Paulo II, que sendo polonês de nascimento, conhecia muito bem o estrago dos efeitos colaterais dessa utopia chamada "comunismo".
Infelizmente, uma miopia espiritual começou a encurtar a visão velhos líderes evangélicos, à medida que suas denominações explodiam em número de fiéis. Homens que passaram grande parte de suas vidas preocupados com evangelização e com poucos recursos e que de repente começaram a ser assediados e paparicados por candidatos (incrédulos) a cargos majoritários das três esferas de poder.
E um sofisma deu lugar a outro. Crentes só cuidam de religião, pois política é coisa do diabo; e se não tivermos representantes em todas as esferas de governo, os não crentes vão prejudicar a Igreja. Quanto ao primeiro, os corruptos se assenhoram do poder, porque os cidadãos de bem são ensinados a ficarem afastados do poder por causa da corrupção. E quanto ao segundo, em lugar de um plano político para conquistar mais cadeiras legislativas, melhor é ter um plano consistente de evangelização que aumente a taxa de crescimento do Evangelho com um discipulado efetivo. Simples: é melhor ter metade mais um da população brasileira temente a Deus, do que metade mais um dos congressistas em Brasília.
Resultado: a Presidente Dilma fez mesmo um trato político com bispos e pastores evangélicos, mas este acordo é um fio atravessado a poucos milímetros do fio de uma navalha. O Partido da Presidente não é homogêneo; ele é composto de várias correntes. Em seu projeto de poder, o partido consegue aglutinar desde um PCdoB cujo representante vai apresentar o projeto de proibição de aluguel de espaço na TV, até velhos pastores da Igreja Assembleia de Deus.
O que dá segurança à Igreja do Senhor Jesus, não é representação em órgãos legislativos, mas a conquista da opinião pública por ações legítimas de solidariedade, principalmente com os menos assistidos. Não adianta ter 100 parlamentares evangélicos de um lado, se por outro a ganância e a exploração da fé alheia salta aos olhos da sociedade.
A Suécia é a pátria-mãe das Assembleias de Deus do Brasil. A maioria do povo nominalmente é evangélica. Desgraçadamente, a influência da Igreja por lá deve ter sido tão incipiente que o casamento gay e a obrigação de realizá-lo nos púlpitos é uma realidade de dois anos para cá.
O Canadá tem uma Igreja presbiteriana que congrega 70% dos canadenses. Infelizmente este número não tem qualidade. O casamento gay também foi aprovado por lá, e a Igreja já se prepara para celebrar as "bênçãos matrimoniais" de mesmo gênero por lá.
Nos dois países a maioria dos representantes políticos são cristãos nominais cujas consciências se movem de um lado para outro de acordo com o vento de uma aparente "modernidade" social.
O Brasil precisa de uma Igreja Evangélica forte. Uma Igreja que não coloque os meios adiante dos fins. Não é um projeto político que vai trazer credibilidade à atuação da Igreja. A representação política é uma consequência natural do avanço da Igreja em todos os extratos sociais da nação.
Quero denunciar com veemência que não é um bom negócio para a Igreja Evangélica brasileira esta associação estranha com o petismo, pois seus líderes políticos correm sério risco de serem coniventes com as dezenas de "marcos regulatórios" que estão escondidos nas cartolas desse partido.
Se algum dia sobrevierem empecilhos à pregação do Evangelho e humilhação da Igreja para celebração de bençãos matrimoniais de casamento de mesmo gênero, não vai ser por culpa de ateus, nem de incrédulos nem dos homossexuais. Vai ser mesmo pela loucura de pseudo-pastores e bispos que relativizaram as verdades bíblicas, pisaram na vocação e se esqueceram de servir de referência às gerações mais novas.
Quero aproveitar a ocasião de um pequeno problema de saúde, para fazer uma analogia com o flerte que certas lideranças políticas evangélicas tiverem com o partido do governo na última eleição presidencial. Eu estou no "estaleiro" há quase uma semana com uma conjuntivite, inflamação no branco dos olhos, que além de me deixar os olhos pregados de manhã, durante o dia me traz a sensação de estar com areia nos olhos. Se por um lado não estou enxergando bem, por outro, tenho uma visão bem clara das desvantagens desta associação entre liderança evangélica e comunistas históricos em uma estranha simbiose de poder, entre o santo e o profano.
A Igreja como instituição espiritual não tem posição política. Não é centro, nem de direita e nem de esquerda. Seu arado corta em linha reta para semear o Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo. Fico admirado ao ver a desenvoltura de certos pastores que foram meus mestres nos últimos 30/40 anos, errando em coisas que ensinaram, e ensinaram tanto, até que se esquecerem do objeto do ensino. Estou falando do martelado princípio de evitar o jugo desigual.
"Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis;
porque, que sociedade tem a justiça com a injustiça?
E que comunhão tem a luz com as trevas?
E que concórdia há entre Cristo e Belial?
Ou que parte tem o fiel com o infiel?"
( II Coríntios, 6:14/15)
A primeira Igreja que se associou com o petismo (e se deu mal) foi a Igreja Católica, cujas Comunidades Eclesiais de Base serviram de espaço para o ensino do marxismo metamorfoseado sob o discurso venenoso da Teologia da "Libertação". Esta simbiose foi quebrada pela ação de Carol Wojtila, - Papa João Paulo II, que sendo polonês de nascimento, conhecia muito bem o estrago dos efeitos colaterais dessa utopia chamada "comunismo".
Infelizmente, uma miopia espiritual começou a encurtar a visão velhos líderes evangélicos, à medida que suas denominações explodiam em número de fiéis. Homens que passaram grande parte de suas vidas preocupados com evangelização e com poucos recursos e que de repente começaram a ser assediados e paparicados por candidatos (incrédulos) a cargos majoritários das três esferas de poder.
E um sofisma deu lugar a outro. Crentes só cuidam de religião, pois política é coisa do diabo; e se não tivermos representantes em todas as esferas de governo, os não crentes vão prejudicar a Igreja. Quanto ao primeiro, os corruptos se assenhoram do poder, porque os cidadãos de bem são ensinados a ficarem afastados do poder por causa da corrupção. E quanto ao segundo, em lugar de um plano político para conquistar mais cadeiras legislativas, melhor é ter um plano consistente de evangelização que aumente a taxa de crescimento do Evangelho com um discipulado efetivo. Simples: é melhor ter metade mais um da população brasileira temente a Deus, do que metade mais um dos congressistas em Brasília.
Resultado: a Presidente Dilma fez mesmo um trato político com bispos e pastores evangélicos, mas este acordo é um fio atravessado a poucos milímetros do fio de uma navalha. O Partido da Presidente não é homogêneo; ele é composto de várias correntes. Em seu projeto de poder, o partido consegue aglutinar desde um PCdoB cujo representante vai apresentar o projeto de proibição de aluguel de espaço na TV, até velhos pastores da Igreja Assembleia de Deus.
O que dá segurança à Igreja do Senhor Jesus, não é representação em órgãos legislativos, mas a conquista da opinião pública por ações legítimas de solidariedade, principalmente com os menos assistidos. Não adianta ter 100 parlamentares evangélicos de um lado, se por outro a ganância e a exploração da fé alheia salta aos olhos da sociedade.
A Suécia é a pátria-mãe das Assembleias de Deus do Brasil. A maioria do povo nominalmente é evangélica. Desgraçadamente, a influência da Igreja por lá deve ter sido tão incipiente que o casamento gay e a obrigação de realizá-lo nos púlpitos é uma realidade de dois anos para cá.
O Canadá tem uma Igreja presbiteriana que congrega 70% dos canadenses. Infelizmente este número não tem qualidade. O casamento gay também foi aprovado por lá, e a Igreja já se prepara para celebrar as "bênçãos matrimoniais" de mesmo gênero por lá.
Nos dois países a maioria dos representantes políticos são cristãos nominais cujas consciências se movem de um lado para outro de acordo com o vento de uma aparente "modernidade" social.
O Brasil precisa de uma Igreja Evangélica forte. Uma Igreja que não coloque os meios adiante dos fins. Não é um projeto político que vai trazer credibilidade à atuação da Igreja. A representação política é uma consequência natural do avanço da Igreja em todos os extratos sociais da nação.
Quero denunciar com veemência que não é um bom negócio para a Igreja Evangélica brasileira esta associação estranha com o petismo, pois seus líderes políticos correm sério risco de serem coniventes com as dezenas de "marcos regulatórios" que estão escondidos nas cartolas desse partido.
Se algum dia sobrevierem empecilhos à pregação do Evangelho e humilhação da Igreja para celebração de bençãos matrimoniais de casamento de mesmo gênero, não vai ser por culpa de ateus, nem de incrédulos nem dos homossexuais. Vai ser mesmo pela loucura de pseudo-pastores e bispos que relativizaram as verdades bíblicas, pisaram na vocação e se esqueceram de servir de referência às gerações mais novas.
Fonte: Olhar Cristão
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sábado, 6 de outubro de 2012
A POLÍTICA E O CRISTÃO
Um político cristão deve entender que a sua postura perante o poder público é uma postura de representação de povo, e não uma postura a favor de uma classe isolada, eles devem propor melhorias e projetos que atendam uma sociedade como um todo, e nesse todo deve se encontrar cristãos e não cristão.
Antigamente tínhamos o chamado voto de cabresto, onde os coronéis compravam e obrigavam o povo a votar neles. E por meio desse temor e opressão o povo votava por medo. Hoje temos em muitas igrejas uma prática bastante parecida, a chamada voto de cajado, é quando uma igreja adota um candidato e por influência direta ou indireta aos membros, eles o escolhem.
Não julgo se isso é certo ou errado, isso não cabe a mim, mas estou afirmando que isso é real nos dias de hoje e era real também no passado. Cabe a cada um ter uma consciência no mínimo prudente de aceitar ou não isso. E aos que praticam, cabem rever sua postura perante Deus e suas escrituras. Se a postura continuar a mesma, não serei eu o juiz.
E o que mais nos entristece é saber que esse apoio eclesiástico que os políticos buscam não é um apoio espiritual e sim um apoio parlamentar dos membros e líderes. Mas uma coisa é certa, a melhor hora de evangelizarmos esses políticos é na época de eleições, pós esse é o único momento em que teremos eles tão próximos da igreja, e depois somente os veremos daqui 4 anos.
Eu pergunto: temos livre acesso para evangelizarmos dentro da câmara ou em sua porta? Temos essa prática? Temos esse acesso? De entregarmos nossos santinhos em forma de folhetos de evangelismo com versículos Bíblicos, balançando a bandeiras do nosso partido que é Cristo, e nela escrito: Ele vos Ama e somente ele vos salva? Acredito que não! Mas eles tem o livre acesso a nossas igrejas e a porta de nossas igrejas, com seus santinhos e bandeiras. Te garanto que o interesse deles em nosso voto é muito maior do que o nosso em ganhá-los pra Jesus.
Fiz uma busca pela Bíblia por um versículo que encaixasse nesse momento. Achei vários que poderia ser usado, tanto a favor, quanto contra a política, pós a Bíblia também é um livro histórico, nela contem momentos do dia a dia dos povos daquela época e de muitos reis, juízes e políticos. Como de José o governador do Egito, que para mim foi o mais batalhador e merecedor de seu título! Mas não, eu escolhi um versículo que fosse direto e imparcial, que mostrasse nossos direitos e deveres. Nosso direito de sermos protegidos e amparados, e o dever daqueles que podem falar por nós, que assumem o poder de nos proteger e de nos amparar. Esse versículo não fala se o nosso representante tem que ser cristão ou não, mas fala de suas obrigações e deveres para conosco.
“Fale a favor daqueles que não podem se defender. Proteja os direitos de todos os desamparados. Fale por eles e seja um juiz justo. Proteja os direitos dos pobres e dos necessitados.” {Provérbios 31:9}.
Antigamente tínhamos o chamado voto de cabresto, onde os coronéis compravam e obrigavam o povo a votar neles. E por meio desse temor e opressão o povo votava por medo. Hoje temos em muitas igrejas uma prática bastante parecida, a chamada voto de cajado, é quando uma igreja adota um candidato e por influência direta ou indireta aos membros, eles o escolhem.
Não julgo se isso é certo ou errado, isso não cabe a mim, mas estou afirmando que isso é real nos dias de hoje e era real também no passado. Cabe a cada um ter uma consciência no mínimo prudente de aceitar ou não isso. E aos que praticam, cabem rever sua postura perante Deus e suas escrituras. Se a postura continuar a mesma, não serei eu o juiz.
E o que mais nos entristece é saber que esse apoio eclesiástico que os políticos buscam não é um apoio espiritual e sim um apoio parlamentar dos membros e líderes. Mas uma coisa é certa, a melhor hora de evangelizarmos esses políticos é na época de eleições, pós esse é o único momento em que teremos eles tão próximos da igreja, e depois somente os veremos daqui 4 anos.
Eu pergunto: temos livre acesso para evangelizarmos dentro da câmara ou em sua porta? Temos essa prática? Temos esse acesso? De entregarmos nossos santinhos em forma de folhetos de evangelismo com versículos Bíblicos, balançando a bandeiras do nosso partido que é Cristo, e nela escrito: Ele vos Ama e somente ele vos salva? Acredito que não! Mas eles tem o livre acesso a nossas igrejas e a porta de nossas igrejas, com seus santinhos e bandeiras. Te garanto que o interesse deles em nosso voto é muito maior do que o nosso em ganhá-los pra Jesus.
Fiz uma busca pela Bíblia por um versículo que encaixasse nesse momento. Achei vários que poderia ser usado, tanto a favor, quanto contra a política, pós a Bíblia também é um livro histórico, nela contem momentos do dia a dia dos povos daquela época e de muitos reis, juízes e políticos. Como de José o governador do Egito, que para mim foi o mais batalhador e merecedor de seu título! Mas não, eu escolhi um versículo que fosse direto e imparcial, que mostrasse nossos direitos e deveres. Nosso direito de sermos protegidos e amparados, e o dever daqueles que podem falar por nós, que assumem o poder de nos proteger e de nos amparar. Esse versículo não fala se o nosso representante tem que ser cristão ou não, mas fala de suas obrigações e deveres para conosco.
“Fale a favor daqueles que não podem se defender. Proteja os direitos de todos os desamparados. Fale por eles e seja um juiz justo. Proteja os direitos dos pobres e dos necessitados.” {Provérbios 31:9}.
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SAMUEL NEVES DE ALMEIDA
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quinta-feira, 4 de outubro de 2012
Um BASTA aos pregadores FILHOS DA SANGUESSUGA!
Por Hermes C. Fernandes
"A sanguessuga tem duas filhas, a saber: Dá, Dá. Há três coisas que nunca se fartam, quatro que nunca dizem: Basta. A sepultura, a madre estéril, a terra que não se farta de água, e o fogo, que nunca dizem: Basta”. Provérbios 30:15-16
Que vergonha!
Como Sansão, temos sido expostos publicamente ao vitupério, para que o mundo se divirta às nossas custas. Fomos de um extremo ao outro: de heróis da fé a bobos da corte. Deitamos no colo de Dalila, permitindo que ela passasse sua afiada navalha em nossa honra. Dentro da simbologia bíblica, “cabelos” significam honra. É preferível ter a navalha em nossa própria carne, a tê-la em nossa honra.
Tivemos nossos olhos vasados, e fomos empregados no moinho dos filisteus. De inimigo "número um" do pecado, da injustiça e da corrupção, tornamo-nos na força motriz que mantém seu moinho em movimento. O sistema contra o qual lutávamos nos domesticou. Perdemos a ferocidade. E agora, inofensivos, somos expostos no Templo de Dagon, ridicularizados por aqueles que antes nos temiam e respeitavam.
Temos sido pegos com a mão na botija! Flagrados fazendo o que sempre condenamos com tanta veemência. Dinheiro na cueca, na meia, na Bíblia, na alma. A Besta do Apocalipse nos etiquetou.
Resta-nos o último pedido! Alguém se candidata a fazê-lo?
Quem se colocará entre os pilares do templo de Dagon?
Quem diria que um dia teríamos que orar, pedindo: Só mais uma vez, Senhor! Volta a dar-nos a força que tínhamos. Hoje temos força política, mas não temos força moral, muito menos espiritual.
De acordo com Salomão, a sanguessuga é mãe de gêmeos homônimos. Suas crias são conhecidas com o sugestivo nome de “Dá”. Elas são comparadas à três coisas que nunca se fartam, e quatro que jamais dizem “basta”: a sepultura, a madre estéril, a terra que não se farta de água, e o fogo, que em sua fúria, jamais se sacia.
Dá e Dá são a “igreja”(com “i” minúsculo, mesmo) e as instituições públicas, que numa relação incestuosa, geram cada vez mais sanguessugas, ávidas de poder, fama e dinheiro. Talvez hoje, Salomão as chamasse de "Toma lá" e "Dá cá".
A sepultura é aquela que recebe o cadáver, e o decompõe. Não há excessão: todos os que nela são colocados se corrompem (nos dois sentidos). A sepultura é semelhante às filhas da sanguessuga.
No caso em questão, a sepultura é a igreja evangélica institucionalizada, que tornou-se o ambiente onde cadáveres vivos, verdadeiros zumbis, estão se decompondo em plena luz do dia. A ética é relativizada e flexibilizada de acordo com os mais excusos interesses. Engole-se camelos, enquanto mosquitos são cuidadosamente coados.
A madre estéril é a igreja que já não gera filhos, pois vive de adesões, e não mais de conversões. Dada a sua esterilidade, ela “adota” filhos, que às vésperas das eleições, forjam conversões, para conquistar os votos dos irmãos desavisados.
A terra, por sua vez, tem um incrível poder de absorção. Não importa o volume de água, ela sempre o absorve. Assim, a igreja evangélica vem absorvendo as práticas do mundo, sob o pretexto de contextualizar-se, tornando-se menos intransigente, e mais atraente aos olhos do mundo, principalmente dos poderosos.
O fogo voraz não pode ser detido. Por onde passa, deixa um lastro de destruição e prejuízo. Tal é o apetite das filhas da sanguessuga.
São subproduto da relação incestuosa entre igreja e Estado.
Não bastasse a exploração que tem sido feita nos púlpitos, por profeteiros da hora, servos de Mamom, pastores agora trocam seus púlpitos por palanques, e o templo pelo plenário. E pior, negociam sua unção, por um apetitoso prato de lentilhas.
Os votos dos crentes tornaram-se moeda de troca. A honra da Igreja é vendida por alguns milheiros de tijolos, sacos de cimento, instrumentos musicais, carro, propriedades e cargos públicos para o pastor e seus familiares, etc.
Seria esta a igreja que em Apocalipse causa náuseas em Jesus? Não estaria ela prestes a ser vomitada? Ou seria esta a que Jesus ameaça tomar-lhe o candeeiro?
Se a igreja evangélica perder seu candeeiro, passará a funcionar na clandestinidade espiritual. Seu Alvará celestial terá sido cassado.
Que Deus tenha misericórdia de nós!
Ou que ele nos tire a tempo desta nova Babilônia que começa a configurar-se.
Não foi com isso que sonharam os Reformadores. Não era esta a igreja que Jesus tinha em mente, quando afirmou que as portas do inferno não prevaleceriam contra ela.
A Igreja dos sonhos de Deus é bem diferente da Sanguessuga e suas filhas. Enquanto estas jamais dizem "basta", a genuína Igreja é a que declara em uníssono com Paulo: "A Tua Graça me basta!"
* Escrito e postado originalmente em 26 de janeiro de 2010
"A sanguessuga tem duas filhas, a saber: Dá, Dá. Há três coisas que nunca se fartam, quatro que nunca dizem: Basta. A sepultura, a madre estéril, a terra que não se farta de água, e o fogo, que nunca dizem: Basta”. Provérbios 30:15-16
Que vergonha!
Como Sansão, temos sido expostos publicamente ao vitupério, para que o mundo se divirta às nossas custas. Fomos de um extremo ao outro: de heróis da fé a bobos da corte. Deitamos no colo de Dalila, permitindo que ela passasse sua afiada navalha em nossa honra. Dentro da simbologia bíblica, “cabelos” significam honra. É preferível ter a navalha em nossa própria carne, a tê-la em nossa honra.
Tivemos nossos olhos vasados, e fomos empregados no moinho dos filisteus. De inimigo "número um" do pecado, da injustiça e da corrupção, tornamo-nos na força motriz que mantém seu moinho em movimento. O sistema contra o qual lutávamos nos domesticou. Perdemos a ferocidade. E agora, inofensivos, somos expostos no Templo de Dagon, ridicularizados por aqueles que antes nos temiam e respeitavam.
Temos sido pegos com a mão na botija! Flagrados fazendo o que sempre condenamos com tanta veemência. Dinheiro na cueca, na meia, na Bíblia, na alma. A Besta do Apocalipse nos etiquetou.
Resta-nos o último pedido! Alguém se candidata a fazê-lo?
Quem se colocará entre os pilares do templo de Dagon?
Quem diria que um dia teríamos que orar, pedindo: Só mais uma vez, Senhor! Volta a dar-nos a força que tínhamos. Hoje temos força política, mas não temos força moral, muito menos espiritual.
De acordo com Salomão, a sanguessuga é mãe de gêmeos homônimos. Suas crias são conhecidas com o sugestivo nome de “Dá”. Elas são comparadas à três coisas que nunca se fartam, e quatro que jamais dizem “basta”: a sepultura, a madre estéril, a terra que não se farta de água, e o fogo, que em sua fúria, jamais se sacia.
Dá e Dá são a “igreja”(com “i” minúsculo, mesmo) e as instituições públicas, que numa relação incestuosa, geram cada vez mais sanguessugas, ávidas de poder, fama e dinheiro. Talvez hoje, Salomão as chamasse de "Toma lá" e "Dá cá".
A sepultura é aquela que recebe o cadáver, e o decompõe. Não há excessão: todos os que nela são colocados se corrompem (nos dois sentidos). A sepultura é semelhante às filhas da sanguessuga.
No caso em questão, a sepultura é a igreja evangélica institucionalizada, que tornou-se o ambiente onde cadáveres vivos, verdadeiros zumbis, estão se decompondo em plena luz do dia. A ética é relativizada e flexibilizada de acordo com os mais excusos interesses. Engole-se camelos, enquanto mosquitos são cuidadosamente coados.
A madre estéril é a igreja que já não gera filhos, pois vive de adesões, e não mais de conversões. Dada a sua esterilidade, ela “adota” filhos, que às vésperas das eleições, forjam conversões, para conquistar os votos dos irmãos desavisados.
A terra, por sua vez, tem um incrível poder de absorção. Não importa o volume de água, ela sempre o absorve. Assim, a igreja evangélica vem absorvendo as práticas do mundo, sob o pretexto de contextualizar-se, tornando-se menos intransigente, e mais atraente aos olhos do mundo, principalmente dos poderosos.
O fogo voraz não pode ser detido. Por onde passa, deixa um lastro de destruição e prejuízo. Tal é o apetite das filhas da sanguessuga.
São subproduto da relação incestuosa entre igreja e Estado.
Não bastasse a exploração que tem sido feita nos púlpitos, por profeteiros da hora, servos de Mamom, pastores agora trocam seus púlpitos por palanques, e o templo pelo plenário. E pior, negociam sua unção, por um apetitoso prato de lentilhas.
Os votos dos crentes tornaram-se moeda de troca. A honra da Igreja é vendida por alguns milheiros de tijolos, sacos de cimento, instrumentos musicais, carro, propriedades e cargos públicos para o pastor e seus familiares, etc.
Seria esta a igreja que em Apocalipse causa náuseas em Jesus? Não estaria ela prestes a ser vomitada? Ou seria esta a que Jesus ameaça tomar-lhe o candeeiro?
Se a igreja evangélica perder seu candeeiro, passará a funcionar na clandestinidade espiritual. Seu Alvará celestial terá sido cassado.
Que Deus tenha misericórdia de nós!
Ou que ele nos tire a tempo desta nova Babilônia que começa a configurar-se.
Não foi com isso que sonharam os Reformadores. Não era esta a igreja que Jesus tinha em mente, quando afirmou que as portas do inferno não prevaleceriam contra ela.
A Igreja dos sonhos de Deus é bem diferente da Sanguessuga e suas filhas. Enquanto estas jamais dizem "basta", a genuína Igreja é a que declara em uníssono com Paulo: "A Tua Graça me basta!"
* Escrito e postado originalmente em 26 de janeiro de 2010
Fonte: www.hermesfernandes.com
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terça-feira, 2 de outubro de 2012
“Igreja Universal quer dominar o Brasil”: diz pesquisador
“Igreja Universal quer dominar o Brasil”: pesquisador analisa livro do bispo Edir Macedo sobre política e investimentos feitos pela denominação na mídia
Em meio às polêmicas envolvendo a campanha à prefeito de São Paulo do candidato Celso Russomano (PRB) e suas ligações políticas com a Igreja Universal do Reino de Deus, o jornalista Johnny Bernardo publicou artigo analisando as ideias do bispo Edir Macedo sobre fé e política, expostas no livro "Plano de Poder – Deus, os Cristãos e a Política".
De acordo com Bernardo, "o objetivo é claro: A Igreja Universal quer dominar o Brasil", e para isso, o líder da IURD montou uma estratégia complexa de crescimento e influência na sociedade.
-Para realizar seu intento – de criar uma nação evangélica e "governada" por Deus -, Macedo estabeleceu uma série de estratégias, como eliminação das concorrências, investimento maciço em meios de comunicação, influência da sociedade por meio de campanhas de marketing e defesa de temas polêmicos, a exemplo da legalização do aborto, e a busca do poder pela organização política – afirma o jornalista e pesquisador Johnny Bernardo.
Johnny Bernardo pontua ainda que as estratégias adotadas por Edir Macedo para a implementação do suposto plano de domínio tem semelhanças com iniciativas tomadas em outros países, com resultados negativos: "As estratégias definidas e seguidas por Edir Macedo possuem paralelos com diversos movimentos destrutivos dos EUA e Europa, mas, em especial, com a Igreja da Unificação, fundada em 1954 pelo Rev. Moon (1920–2012). Assim como a IU, a Igreja Universal encara a formação da opinião pública e o recrutamento de seguidores como elementos cruciais para o alcance de seus objetivos".
Em meio às polêmicas envolvendo a campanha à prefeito de São Paulo do candidato Celso Russomano (PRB) e suas ligações políticas com a Igreja Universal do Reino de Deus, o jornalista Johnny Bernardo publicou artigo analisando as ideias do bispo Edir Macedo sobre fé e política, expostas no livro "Plano de Poder – Deus, os Cristãos e a Política".
De acordo com Bernardo, "o objetivo é claro: A Igreja Universal quer dominar o Brasil", e para isso, o líder da IURD montou uma estratégia complexa de crescimento e influência na sociedade.
-Para realizar seu intento – de criar uma nação evangélica e "governada" por Deus -, Macedo estabeleceu uma série de estratégias, como eliminação das concorrências, investimento maciço em meios de comunicação, influência da sociedade por meio de campanhas de marketing e defesa de temas polêmicos, a exemplo da legalização do aborto, e a busca do poder pela organização política – afirma o jornalista e pesquisador Johnny Bernardo.
Johnny Bernardo pontua ainda que as estratégias adotadas por Edir Macedo para a implementação do suposto plano de domínio tem semelhanças com iniciativas tomadas em outros países, com resultados negativos: "As estratégias definidas e seguidas por Edir Macedo possuem paralelos com diversos movimentos destrutivos dos EUA e Europa, mas, em especial, com a Igreja da Unificação, fundada em 1954 pelo Rev. Moon (1920–2012). Assim como a IU, a Igreja Universal encara a formação da opinião pública e o recrutamento de seguidores como elementos cruciais para o alcance de seus objetivos".
Confira abaixo a íntegra do artigo "A Igreja Universal e seu plano de domínio para o Brasil", do jornalista Johnny Bernardo, publicado pelo Genizah:
O objetivo é claro: A Igreja Universal quer dominar o Brasil. Pré-definido no livro Plano de Poder, Deus, os cristãos e a política (Edir Macedo com Carlos Oliveira, 2008), o objetivo vem se desenvolvendo ao longo dos anos, e, nas eleições municipais de 2012, pretende se consolidar. Fé e política, no entender de Edir Macedo, são elementos interligados aos quais os crentes devem se engajar.Para realizar seu intento – de criar uma nação evangélica e "governada" por Deus -, Macedo estabeleceu uma série de estratégias, como eliminação das concorrências, investimento maciço em meios de comunicação, influência da sociedade por meio de campanhas de marketing e defesa de temas polêmicos, a exemplo da legalização do aborto, e a busca do poder pela organização política.Tomando como base São Paulo – onde o candidato do Partido Republicano Brasileiro (PRB) ao Executivo, Celso Russomanno, lidera as intenções de voto -, a Igreja Universal coloca em prática sua estratégia de dominação política. Segundo o presidente nacional do PRB e também bispo Marcos Antonio Pereira, a meta para 2012 é a eleição de pelo menos 100 prefeitos e até dois mil vereadores, em todo o país.Questionado pela relação da campanha de Russomanno com a Igreja Universal e a TV Record – em uma entrevista concedida ao portal UOL e Folha de São Paulo, no último dia 26 de setembro – Marcos Pereira saiu em defesa da laicidade do Estado e a total independência administrativa, caso Russomanno seja eleito, mas teve dificuldade em explicar o motivo da composição "evangélica" do partido – dos 18 dirigentes nacionais pelo menos dez são oriundos da Igreja Universal ou da TV Record, segundo apontamento feito pelo cientista político Claudio Gonçalves Couto.Um projeto de DeusDe olho no crescimento dos evangélicos no Brasil – sendo hoje algo em torno de 42,3 milhões, segundo última estimativa feita pelo IBGE – o bispo Edir Macedo lançou seu plano de domínio do Brasil, conclamando os crentes a participarem da tomada do Poder. Afirmando seguir orientações divinas, Macedo relaciona à chegada ao Poder como um projeto "elaborado" e "pretendido" por Deus."Vamos nos aprofundar, através desta leitura, no conhecimento de um grande projeto de nação elaborado e pretendido pelo próprio Deus e descobrir qual é a nossa responsabilidade neste processo. [...] Desde o início de tudo Ele nos esclarece de sua intenção de estadista e de formação de uma grande nação." (Plano de Poder, pág. 8)A Bíblia, segundo Macedo, não é apenas um livro de orientações religiosas ou de exercício da fé, mas também um livro que sugere resistência, tomada e estabelecimento do poder político e de governo. "Somente quando todos ou a maioria dos que a seguem estiverem convictos de que ela é a Palavra de Deus, então ocorrerá a realização do grande sonho Divino", conclui Macedo colocando-se como canal da realização do "grande sonho Divino", que é o estabelecimento do Brasil como nação "evangélica".Lançado às vésperas das eleições municipais de 2008, o livro Plano de Poder revela o prognóstico feito por Edir Macedo em seu plano de tomada do governo. Nele ressalta que tudo é uma questão de engajamento, consenso e mobilização dos evangélicos. "Nunca, em nenhum tempo da História do evangelho no Brasil, foi tão oportuno como agora chamá-los de forma incisiva a participar da política nacional (…). A potencialidade numérica dos evangélicos como eleitores pode decidir qualquer pleito eletivo, tanto no Legislativo, quanto no Executivo, em qualquer que seja o escalão, municipal, estadual ou federal", afirma Macedo.SemelhançasAs estratégias definidas e seguidas por Edir Macedo possuem paralelos com diversos movimentos destrutivos dos EUA e Europa, mas, em especial, com a Igreja da Unificação, fundada em 1954 pelo Rev. Moon (1920–2012). Assim como a IU, a Igreja Universal encara a formação da opinião pública e o recrutamento de seguidores como elementos cruciais para o alcance de seus objetivos. Desenvolve, assim como na IU, uma acirrada guerra contra meios de comunicação e religiosos concorrentes, além de investir em times de futebol com foco em marketing de massa, e na ideia de que estão "colaborando" com o estabelecimento do Reino de Deus, no mundo. Acima de tudo, dizem atuar como canais de comunicação de Deus e dão forte ênfase ao crescimento financeiro – sinal, segundo as igrejas, da retribuição divina.
Por Tiago Chagas, para o Gospel+
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quinta-feira, 20 de setembro de 2012
Novelas e a Vida Real: Não é bem assim!
A Paz do Senhor Meus Queridos
“... Então a mulher, agora madura, reencontra o amor de sua adolescência, por uma força do acaso. O homem em questão, também fica paralisado, em êxtase, pois vêem a sua mente, toda a história, de um romance vivido e há muito já deixado para trás...”.
Belo momento de um reencontro, de um homem e uma mulher, que viveram em sua juventude, um romance, bonito, sem preconceitos, diria que até típico de páginas das noveletas “Sabrina”. (minha mãe lia isso ai). Mais coloque um ingrediente nesta história: cada um destes personagens construíram suas famílias em direções diferentes. Não são solteiros, e não estão disponíveis para reviver este "romance".
Pois bem, é assim, entra e sai novela, entram e saem seriados brasileiros, e a desconstrução da família é sempre o ponto alto. Dá audiência e entendo que o povo gosta. Mas será que o povo gosta mesmo? Tenho cá minhas idéias, e acho que não, o povo abomina. Talvez seja legal na tela, mas quando a mesma situação é transposta para a vida real, tudo muda de figura.
Na novela, nós podemos observar os dois lados. Na maioria das vezes os personagens vivem casamentos falidos e depositam nestas aventuras românticas, um ar de glamour que não existe na vida real. Para começar, na vida real temos conta de água, luz, telefone, filho fica doente e acima de tudo isso: nós trabalhamos. Mesmo executivos de alto escalão, aqui na vida real, dão duro para manter suas empresas dando lucro.
Lá na telinha, em sua maioria, é mostrada a mulher vitima de assédio moral do marido autoritário, e do outro um marido boboca, que tem sua mulher como uma depravada, que só faz colocar chifres no marido. Opa! Mas espera ai: e a mulher do marido autoritário, o fato do marido ser autoritário justifica a traição da mulher? Amigo, você consegue observar a inversão de valores e o pior, a forma como o roteiro é colocado para justificar as ações depravadas?
Agora observemos a vida real...
Aqui fora meus amados, somos humanos, logo erramos, ficamos doentes, sorrimos, choramos, assistimos tv, vamos a igreja, confraternizamos, etc. E na maioria das vezes, estamos preocupados com nossa vida social. Seja com nossas dividas, com nossos filhos, com nossa esposa, com nosso marido. Temos muitos problemas, que na maioria, são compensados, com um abraço do filho mais velho, com o sorriso sem dentes do bebê, com a esposa preocupada com sua saúde e com o marido que vez e outra se lembra de dizer a esposa que a ama.
Na vida real, não temos um roteiro ou um televisor que associado ao roteiro tendencioso nos dá detalhes da trama, onde podemos simplesmente tomar um partido e, assim justificar uma a uma as ações destrutivas que um personagem da vida real, tenha sobre a sua família.
Amados, aquele que se diz cristão deve estar muito atento aos ensinamentos bíblicos. As novelas, filmes e livros, é a antítese do que a bíblia, a palavra de Deus nos ensina. Sejamos francos, os ensinamentos bíblicos, no mínimo, nos ensinam a viver em comunhão, homem e mulher, família e sociedade. Ensina-nos a respeitar o próximo, não apenas os de mesma etnia, crença ou visão religiosa. Deus nos ensinou “... Amar o próximo, como a ti mesmo...”.
Cito duas passagens importantíssimas, na questão família e respeito. No antigo testamento, Davi é alertado, porém peca, ao enviar um homem para a morte, para que pudesse ficar com a sua esposa. Já no novo testamento, o próprio Jesus, indaga uma mulher promiscua, dizendo quem é seu marido, pois ela conheceu vários homens, mas nenhum era seu marido, e Jesus (nosso exemplo de boa conduta), diz, "seus pecados estão perdoados, vá e não peques mais."
Queridos irmãos em Cristo, rogo eu em oração, para que nossos olhos não sejam ferramenta de engano em nossos lares. Na TV tudo é lindo e maravilhoso, mas o preço do pecado é a morte. Porem muitos são enganados, e famílias são destruídas por não ter a visão do querer de Deus em nossas vidas.
Se possível for, rogo que após a leitura deste texto, faça uma oração em prol da sua família.
Deus nos abençoe. Amem!
Boa semana em Cristo
O Capitão
“... Então a mulher, agora madura, reencontra o amor de sua adolescência, por uma força do acaso. O homem em questão, também fica paralisado, em êxtase, pois vêem a sua mente, toda a história, de um romance vivido e há muito já deixado para trás...”.
Belo momento de um reencontro, de um homem e uma mulher, que viveram em sua juventude, um romance, bonito, sem preconceitos, diria que até típico de páginas das noveletas “Sabrina”. (minha mãe lia isso ai). Mais coloque um ingrediente nesta história: cada um destes personagens construíram suas famílias em direções diferentes. Não são solteiros, e não estão disponíveis para reviver este "romance".
Pois bem, é assim, entra e sai novela, entram e saem seriados brasileiros, e a desconstrução da família é sempre o ponto alto. Dá audiência e entendo que o povo gosta. Mas será que o povo gosta mesmo? Tenho cá minhas idéias, e acho que não, o povo abomina. Talvez seja legal na tela, mas quando a mesma situação é transposta para a vida real, tudo muda de figura.
Na novela, nós podemos observar os dois lados. Na maioria das vezes os personagens vivem casamentos falidos e depositam nestas aventuras românticas, um ar de glamour que não existe na vida real. Para começar, na vida real temos conta de água, luz, telefone, filho fica doente e acima de tudo isso: nós trabalhamos. Mesmo executivos de alto escalão, aqui na vida real, dão duro para manter suas empresas dando lucro.
Lá na telinha, em sua maioria, é mostrada a mulher vitima de assédio moral do marido autoritário, e do outro um marido boboca, que tem sua mulher como uma depravada, que só faz colocar chifres no marido. Opa! Mas espera ai: e a mulher do marido autoritário, o fato do marido ser autoritário justifica a traição da mulher? Amigo, você consegue observar a inversão de valores e o pior, a forma como o roteiro é colocado para justificar as ações depravadas?
Agora observemos a vida real...
Aqui fora meus amados, somos humanos, logo erramos, ficamos doentes, sorrimos, choramos, assistimos tv, vamos a igreja, confraternizamos, etc. E na maioria das vezes, estamos preocupados com nossa vida social. Seja com nossas dividas, com nossos filhos, com nossa esposa, com nosso marido. Temos muitos problemas, que na maioria, são compensados, com um abraço do filho mais velho, com o sorriso sem dentes do bebê, com a esposa preocupada com sua saúde e com o marido que vez e outra se lembra de dizer a esposa que a ama.
Na vida real, não temos um roteiro ou um televisor que associado ao roteiro tendencioso nos dá detalhes da trama, onde podemos simplesmente tomar um partido e, assim justificar uma a uma as ações destrutivas que um personagem da vida real, tenha sobre a sua família.
Amados, aquele que se diz cristão deve estar muito atento aos ensinamentos bíblicos. As novelas, filmes e livros, é a antítese do que a bíblia, a palavra de Deus nos ensina. Sejamos francos, os ensinamentos bíblicos, no mínimo, nos ensinam a viver em comunhão, homem e mulher, família e sociedade. Ensina-nos a respeitar o próximo, não apenas os de mesma etnia, crença ou visão religiosa. Deus nos ensinou “... Amar o próximo, como a ti mesmo...”.
Cito duas passagens importantíssimas, na questão família e respeito. No antigo testamento, Davi é alertado, porém peca, ao enviar um homem para a morte, para que pudesse ficar com a sua esposa. Já no novo testamento, o próprio Jesus, indaga uma mulher promiscua, dizendo quem é seu marido, pois ela conheceu vários homens, mas nenhum era seu marido, e Jesus (nosso exemplo de boa conduta), diz, "seus pecados estão perdoados, vá e não peques mais."
Queridos irmãos em Cristo, rogo eu em oração, para que nossos olhos não sejam ferramenta de engano em nossos lares. Na TV tudo é lindo e maravilhoso, mas o preço do pecado é a morte. Porem muitos são enganados, e famílias são destruídas por não ter a visão do querer de Deus em nossas vidas.
Se possível for, rogo que após a leitura deste texto, faça uma oração em prol da sua família.
Deus nos abençoe. Amem!
Boa semana em Cristo
O Capitão
CEDIDO GENTILMENTE POR [DIÁRIO DE BORDO]
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quarta-feira, 12 de setembro de 2012
O racismo, a cruz e o cristão - John Piper
O racismo, o ódio e o sentimento de superioridade racial têm sido elementos trágicos da condição humana desde a Queda, no mundo inteiro. E a cada vez que esses elementos se manifestam, encontramos por trás deles, bem na raiz do pecado racial, um coração incrédulo que resiste à graça e à misericórdia de Deus.
O evangelho de Jesus Cristo é a única esperança de chegarmos a soluções de fato significativas para o problema racial. É isso que John Piper nos mostra neste livro, quando lança a luz do evangelho sobre essa questão.
Além de confessar seus próprios pecados e sua experiência pessoal com tensões raciais, ele conta também como Deus tem transformado sua vida e sua igreja. Piper expõe aos olhos dos leitores a realidade e a extensão do racismo e, a seguir, demonstra, a partir das Escrituras, como a luz do evangelho atravessa as trevas sombrias desse pecado tão destrutivo.
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Hermes C. Fernandes: O que a Bíblia diz sobre corrupção
Hermes C. Fernandes: O que a Bíblia diz sobre corrupção: Há quem pense que a corrupção seja um fenômeno recente na sociedade. Se o fosse, não haveria tantas advertências bíblicas contra ela.
“O que anda em justiça, e o que fala com retidão, que arremessa para longe de si o ganho de opressões, e que sacode das suas mãos todo suborno, que tapa os seus ouvidos para não ouvir falar de sangue, e fecha os olhos para não ver o mal; este habitará nas alturas, e as fortalezas das rochas serão o seu alto refúgio. O seu pão lhe será dado, e as suas águas serão certas”. Isaías 33:15-16
“Verdadeiramente a opressão faz endoidecer até o sábio, e o suborno corrompe o coração”. Eclesiastes 7:7
Advertência contra a corrupção no funcionalismo público ...
“O que anda em justiça, e o que fala com retidão, que arremessa para longe de si o ganho de opressões, e que sacode das suas mãos todo suborno, que tapa os seus ouvidos para não ouvir falar de sangue, e fecha os olhos para não ver o mal; este habitará nas alturas, e as fortalezas das rochas serão o seu alto refúgio. O seu pão lhe será dado, e as suas águas serão certas”. Isaías 33:15-16
“Verdadeiramente a opressão faz endoidecer até o sábio, e o suborno corrompe o coração”. Eclesiastes 7:7
Advertência contra a corrupção no funcionalismo público ...
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terça-feira, 4 de setembro de 2012
A Nova Reforma Protestante - Ricardo Alexandre - Novos Evangélicos
Publicado em: http://prcristiano.blogspot.com.br/2011/02/palestraa-nova-reforma-protestante...
A Nova Reforma Protestante - Ricardo Alexandre - Novos Evangélicos
Esta Palestra foi ministrada no dia 29/10/2010 (Sexta-feira) às 8h na Igreja Batista Central de Campinas
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domingo, 26 de agosto de 2012
União afetiva entre três pessoas é oficializada em escritura pública - Brasil - Correio Braziliense
União afetiva entre três pessoas é oficializada em escritura pública - Brasil - Correio Braziliense
Um cartório no interior de São Paulo divulgou nesta semana uma Escritura Pública de União Poliafetiva, caso considerado inédito no país. Um homem e duas mulheres da cidade de Tupã, que não tiveram a identidade divulgada pelo cartório, já viviam uma união estável e decidiram declarar oficialmente a vida a três.
Um cartório no interior de São Paulo divulgou nesta semana uma Escritura Pública de União Poliafetiva, caso considerado inédito no país. Um homem e duas mulheres da cidade de Tupã, que não tiveram a identidade divulgada pelo cartório, já viviam uma união estável e decidiram declarar oficialmente a vida a três.
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sexta-feira, 24 de agosto de 2012
Caveiras Enfeitadas
Por Alessandra Rocha
Colunista do Evangelho In Natura
Vidas de sonhos, fantasias, ideais
Indo de encontro ao fatal
Anseios, expectativas se vão
É morte e não natal!
Espinhos, decepções e dor
Homens corruptos, cruéis
Orgulho, vaidade, arrogância
Foram os dedos, ficaram os anéis
Restante do que se foi:
Exaltação do poder, das matérias
O glamour da pedra preciosa
Contrastando o escorrer das artérias
Ao se fecharem os olhos
Nada mais há que se fazer
O corpo perfumado de outrora
Vermes estão a comer!
Em berço esplêndido, capitalista
Gigantes vivendo de fachadas
Porém, dura é a realidade:
São apenas caveiras enfeitadas.
Alessandra Rocha, pastora da Esfera Missões em Cabo Frio - RJ , com sede na Ilha do Governador - Praia da Bandeira, 709
(Contatos: alessandrabhr@gmail.com / Cel 22 8842-3299)
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quinta-feira, 23 de agosto de 2012
Clamor de um menor abandonado
Por Alessandra Rocha
Colunista do Evangelho In Natura
Ano de 1993. Vida de recém-casada
Mundo florido pela frente
Vida nova, sonhos, expectativas
Sem preocupações na mente
‘’Por aumentar a iniquidade
O amor de muitos esfriará’’
Está escrito na Bíblia
O mundo a passos largos pra lá.
Forte emoção, um apelo
Bateu forte no coração
Participar de um projeto
Ao próximo erguer a mão.
A princípio aflora o egoísmo
Tendo tanto pra realizar
Abrir mão de nossas vidas
Ao próximo nos doar
Madrugada de violência, terror
Prostituição, droga, mendigos
Crianças à mercê da sorte
Da sobrevivência, ou de bandidos
Quando falta-nos recursos
Assola-nos grande pavor
Imaginem aqueles que vivem
Sem teto, carinho, amor
De tantas experiências vividas
Uma quero compartilhar
A dor de uma criança
Nas madrugadas a perambular
Rosto negro, esbranquiçado
De sujeira estampada
Tanta falta de higiene
Na face escancarada
Sem calçados nos pés
Agasalho rasgado no corpo
Olhar triste, inocente, vazio
Andar inseguro e torto
Fiz-lhe uma pergunta:
O que fazes aí?
‘’Lá em casa é briga, violência
Prefiro ficar aqui’’
Se chego sem dinheiro em casa
Apanho , sofro torturas
Todos lá são viciados
Melhor estar nas ruas
Dei-lhe um prato de refeição
Sentiu-se como pássaro no ninho
Minhas mãos pôs em seu rosto
‘’Tia, só quero um pouco de carinho’’
Lágrimas jorraram em meus olhos
Lembrei-me da infância sofrida
Apesar de tantas dificuldades
Sempre fui amada, querida!
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Nem só de amizade virtual vive o homem
Por Alessandra Rocha
Colunista do Evangelho In Natura
Nem só de amizade virtual vive o homem
Quero amigo do peito Que se faz presente
Quando ausente,
Ainda assim pressente
Quando tudo vai mal.
Quero olho no olho e não na tela;
Toque de mãos, não de teclas
Sorrisos espontâneos, sem abreviações ( rs ou kkk)
Palavras que doem, porém , sinceras
Olhos lacrimejantes, não ‘’emoticons’’
Amigo da caminhada, não apenas da ‘’rede’’
De corpo presente.
Quero afagos reais, além dos virtuais!
Seja Humano não apenas um ser cibernético!
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terça-feira, 21 de agosto de 2012
MÁSCARAS
Por Alessandra Rocha
Colunista do Evangelho In Natura
O mundo é um grande palco
Os artistas, são especialistas
Representam tão bem as cenas da vida
E um dia serão finalistas!
Não de um grande prêmio
De um torneio ou grande festival
Não de seleção importante,
Mas de um juízo final.
Não poderão usar máscaras
Maquiagem ou fantasia
Todos terão de ser
Quem sempre foram um dia
O mundo vai girando assim:
Artistas entram e saem de cena
Disfarçam tão bem quem são
Mas vivem como animais na arena!
Alessandra Rocha, pastora da Esfera Missões em Cabo Frio - RJ , com sede na Ilha do Governador - Praia da Bandeira, 709
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Morador de Favela
Por Alessandra Rocha
Colunista do Evangelho In Natura
Habitantes da estrada deserta
Seus ruídos, choro, lamento
Levados ao vento, murmúrios em vão!
Seus dejetos, seus restos, seus lixos
Juntamente acompanham seus bichos
Ao lado de seus filhos repousam
Aos de fora : visual poluição.
Sua saúde pro espaço se vai
Resultado de drogas, bebidas, cigarro
Nas estatísticas de um ''desgoverno''
Não passa de um ser totalmente bizarro.
As escolas que seus filhos frequentam
Não requerem dele dedicação
Professores desalmados dele escarnecem
Não cumprem a pauta, batem cartão.
Suas filhas, pequenas donzelas
Mães imaturas aumentam a população
Deste lugar que inexiste no mapa
Sem ruas, CEP ou denominação
Os que dele se lembram
Querem barganha, corrupção
Pedaço de asfalto, saco de cimento
Homens nojentos em prol da eleição.
Na sociedade é zero à esquerda
Ladrão, assassino, estorvo em escala
Nos livros relembram sua história:
Sua família, seu berço, a senzala.
Quando descansar seu corpo
Findarão o sofrimento, as mazelas
No mundo será esquecido
Foi apenas : morador de favela!
Até quando veremos as desigualdades
Neste Brasil lindo, verde-amarelo
Cheio de ''biodiversidades''
Uns saboreiam caviar, outros comem farelo!
Alessandra Rocha, pastora da Esfera Missões em Cabo Frio - RJ , com sede na Ilha do Governador - Praia da Bandeira, 709
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