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terça-feira, 27 de novembro de 2012

Ciúme e Bíblia: considerações teóricas e práticas

O ciúme é um sentimento comum e complexo, que se manifesta em diferentes circunstâncias e níveis entre as pessoas. Lidar com essa emoção ou administrá-la é algo muitas vezes urgente nos contextos sociais, especialmente familiares, uma vez que tal sentimento tem a tendência de destruir relacionamentos. O que se segue abaixo são algumas considerações teológicas e práticas sobre o assunto em questão.

CONSIDERAÇÕES TEOLÓGICAS

A palavra grega "zelos", que aparece nos textos bíblicos, muitas vezes é traduzida como "ciúmes". O sentido básico desse termo é de calor, fervor, borbulhar ou encher, que figurativamente pode ser entendido como indignação, rivalidade, oposição a alguém ou algo. Podemos então definir o ciúme como um estado de alma "tempestuoso" que pode levar o cristão a atitudes legítimas que envolvem cuidado e proteção ou a todo tipo de comportamento anti-social, egoísta, desenvolvido ao lado de outras emoções como o medo, insegurança, tristeza, desânimo e ira.

Portanto existem dois sentidos, um positivo (bom) e outro negativo (mau), nos quais a palavra "ciúme" pode ser utilizada. Quando "zelos" é aplicada ao santo Deus, o sentido é unicamente positivo, enquanto que há variação de intenção dos autores bíblicos quando relacionada ao homem. No caso de Gl 5.20, por exemplo, o sentido de "zelos" intencionado pelo apóstolo Paulo é ilegítimo de acordo com o contexto da passagem, onde é listada algumas obras da carne, da vontade humana corrompida pelo pecado. Eis alguns outros textos que atestam esse ensino:

Sentido bom: Rm 10.2; 2Co 7.7,11; 9.2; Fp 3.6; Is 9.7; Ez 16;37-38; 23.25; Sl 69.9; 119.139.
Sentido mau: Jó 5.2; Pv 6.24; Ec 4.4; 9.6; Rm 13.13; 1Co 3.3; 2Co 12.20.

O ciúme no seu mais intenso nível ou grau passa a ser chamado de inveja ("fthonos"; ver Gl 5.21) como pode ser observado em algumas narrativas das Escrituras (leia mais sobre a inveja aqui). Quase sempre o sentido pretendido para inveja é negativo, exceto quando raramente usada para se relacionar a Deus (ver Tg 4.5). O ciúme/inveja foi, por exemplo, o motivador do assassinato de Abel cometido por seu irmão Caim, da fuga de Jacó diante de Esaú, da venda de José como um escravo pelos seus irmãos e da tentativa de homicídio do rei Saul contra Davi (ver especialmente Gn 37.11, At 7.9 e 1Sm 18.9). Tais histórias nos servem de exemplos para não subestimarmos esse "inimigo" que existe dentro de nós, o qual nos compete dominá-lo pela graça, em Cristo, o qual foi vítima da inveja de seus opositores (Mt 27.18 // Mc 15.10).

Nesse sentido, precisamos particularmente nos lembrar que Corinto era uma igreja com muitos problemas relacionados ao ciúme/inveja. Suas divisões e rixas, certamente eram fruto desse sentimento, o qual Paulo solenemente identifica (1Co 3.3; 2Co 12.20) para que os coríntios reconhecessem parte do problema que estava atribulando os irmãos e prejudicando a comunhão e crescimento da igreja. Assim como esses cristãos do passado, cabe a nós hoje ouvirmos a tão maravilhosa exortação do apóstolo do Senhor em espírito de oração e nos examinarmos:

"o amor não arde em ciúmes" (ARA)
"o amor não inveja" (NVI).
1Co 13.4

CONSIDERAÇÕES PRÁTICAS

Abaixo estão enumeradas algumas perguntas que poderão ajudar na identificação e tratamento do ciúme em sua vida cristã. O uso de técnicas de psicoterapia podem ser úteis, desde que sejam usadas sob a orientação da Palavra de Deus (procure um especialista cristão nessa área). No entanto, muitas delas exaltam excessivamente o papel da auto-imagem nos cuidados com o indivíduo, negando ou invalidando a existência do pecado na natureza humana. Como cristãos precisamos entender que sem a santificação (Jo 17.17 // Cl 3.5a) e sem a graça de Deus, jamais seremos restaurados desse mal que habita em nós.

1. Faça uma lista com as atitudes que o seu próximo tem e que despertam em você o ciúme (no sentido positivo, bom).

2. Faça a mesma lista, agora com o ciúme no sentido negativo, mau.

3. Qual sentido prevaleceu?

4. Em quais situações ou circunstâncias você sente ciúme?

5. Qual a frequência desse sentimento em você? Diário, ocasionalmente, raramente?

6. O seu próximo tem contribuído para despertar o ciúme em você? Se sim, o que ele deveria fazer para te ajudar? Que mudanças comportamentais ele deveria fazer? Se não, em que você necessita mudar?

7. Na sua família ou em amizades próximas, alguém tem te estimulado a ter ciúme? Você tem sido influenciado por eles (elas) nesse sentido?

8. O ciúme tem te atrapalhado em quê? Quais áreas da sua vida tem sido especificamente afetadas?

9. O ciúme tem te ajudado em quê? Quais áreas da sua vida tem sido especificamente melhoradas?

10. Com que frequência você tem orado especificamente por isso em sua vida? Você também tem orado em favor do seu próximo nesse sentido?

11. Qual (ais) versículo (s) bíblico (s) você escolheria para memorizar, guardar, para que ele (s) seja (m) útil (eis) contra o ciúme no momento da tentação?

12. Você tem solicitado a ajuda de seus líderes (pastor, presbíteros ou outros irmãos) para lutar contra o ciúme? Se não, porquê?

Obras consultadas:

- As obras da carne e o fruto do Espírito, William Barclay.
- Dicionário de ética Cristã, org. Carl Henry.
- Dicionário de grego e hebraico, Strong.
- Comentários bíblicos sobre Gálatas 5.19-21.

FONTE: UMPC

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sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Namoro não é método de evangelismo

Há pouco respondi uma pergunta feita por um internauta a qual reproduzo abaixo:

"Pastor, eu estou gostando de uma menina, o problema é que ela não é cristã. Eu sei que ela gosta de mim, também sei que a Bíblia não aconselha o namoro entre crentes e incrédulos. A minha dúvida é a seguinte: "Deus não pode usar o meu namoro para a conversão dela?"

Obrigado,

Carlos Augusto (nome fictício)

Prezado Carlos Augusto,

Vamos por partes. Primeiramente gostaria de ressaltar afirmando que o jugo desigual é bíblico. "Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis; porque, que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas? E que concórdia há entre Cristo e Belial? Ou que parte tem o fiel com o infiel?" II Co 6:14. Para o reformador João Calvino, o jugo desigual era nada menos que manter comunhão com as obras infrutíferas das trevas e estender-lhes a destra de companhia. Em outras palavras isto significa estar ligado ao mesmo tempo, lado a lado na mesma canga. É a metáfora dos bois ou cavalos que têm de andar juntos, desfrutando das mesmas práticas, porque estão presos na mesma canga.

Em segundo lugar namoro não pode ser usado como método de evangelismo. Na verdade, ouso afirmar que praticamente todos aqueles que enveredaram por esse caminho acabaram laçados pelo pecado. Ora, evangelizar não é dar beijos, abraços, afetos e carinhos a outra pessoa. Do ponto de vista bíblico, evangelizar é proclamar a verdade de que a única maneira do homem se salvar da morte eterna é arrependendo-se dos seus pecados, confessando Cristo como único e suficiente Salvador.

A experiência pastoral me mostra que todos aqueles que optaram por esse caminho tropeçaram nos laços de satanás levando-os por conseguinte a uma vida distante de Deus.

Pense nisso,

ACESSE: Renato Vargens

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quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Se vós, sendo maus, dão boas coisas aos filhos, quanto mais vosso Pai...



Um dia o filho pergunta ao pai: Pai, corre comigo a maratona? O pai responde que sim, e ambos correm a primeira maratona juntos.
Um outro dia, volta a perguntar ao pai se quer voltar a correr a maratona com ele, ao que o pai responde novamente que sim. Correm novamente os dois.
Certo dia, o filho pergunta novamente ao pai: Pai, queres correr comigo o Ironman? (O Ironman é o mais
difícil...exige nadar 4 km, andar de bicicleta 180 km e correr 42 ).
E o pai diz que sim.
Isto é tudo muito simples...até que se vejam estas imagens...fantástico!

Mateus 7 : 9 - 11
7 : 9 - E qual de entre vós é o homem que, pedindo-lhe pão o seu filho, lhe dará uma pedra?

7 : 10 - E, pedindo-lhe peixe, lhe dará uma serpente?

7 : 11 - Se vós, pois, sendo maus, sabeis dar boas coisas aos vossos filhos, quanto mais vosso Pai, que está nos céus, dará bens aos que lhe pedirem?

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segunda-feira, 12 de novembro de 2012

O que é aquilo ?



Provérbios 23 : 22 - Ouve teu pai, que te gerou, e não desprezes tua mãe, quando vier a envelhecer.


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sexta-feira, 26 de outubro de 2012

APADRINHE UMA CRIANÇA. REVOLUCIONE UMA VIDA !!!


A história de Mayara é igual a de muitas outras crianças.  Você pode ajudar ?


... ::: APADRINHE UMA CRIANÇA.  REVOLUCIONE UMA VIDA !!! ::: ...

O que é o apadrinhamento

A melhor forma de transformar a vida de uma criança é transformar o mundo onde ela vive. Apadrinhando uma criança você ajuda a trazer à comunidade em que ela mora mudanças significativas que farão com que ali seja um lugar melhor para ela viver e crescer.

Ao apadrinhar uma criança pela Visão Mundial, você passa a fazer contribuições mensais de R$ 50 por criança apadrinhada e, caso queira, cria um vínculo com essa criança que escolheu e que só você apadrinha. O valor das doações será direcionado ao projeto da Visão Mundial em que a criança estiver inscrita e vai ajudar no suprimento das necessidades imediatas e de longo prazo desse menino ou menina. Somado à contribuição dos outros padrinhos e madrinhas que também escolheram crianças daquela comunidade, seu apoio financeiro será direcionado ao projeto no qual sua criança está cadastrada.

Portanto, o dinheiro não é enviado diretamente para a família da criança: o objetivo final dos projetos da Visão Mundial nas comunidades é, agindo em parceria com as pessoas locais, proporcionar seu desenvolvimento econômico e social, até que se tornem autossuficientes e estejam preparadas para enfrentar períodos emergenciais, como secas prolongadas.

Assim, além de receber atendimento direto, com alimentação adequada, apoio aos estudos e assistência à saúde, a criança que você apadrinhou vai ser beneficiada pela melhoria das condições de vida da sua família e comunidade.

Sua ajuda será fundamental em projetos que abrangem, entre outras, as seguintes áreas de atuação:
Educação
Capacitação profissional
Nutrição
Desenvolvimento agrícola
Saúde
Tratamento da água

Como funciona

Ao apadrinhar uma criança, você dá início a uma empolgante jornada. Uma jornada de transformação, tanto para a criança que você apadrinha, quanto para você. E quanto mais você utilizar os meios que estão à sua disposição para se comunicar com a criança e formar um vínculo com ela, mais empolgante a sua trajetória será.

Em até 30 dias após o apadrinhamento, você receberá um kit de boas-vindas que inclui uma foto da criança e informações pessoais e familiares dela, assim como dados sobre a comunidade em que vive. A Visão Mundial vai manter você atualizado sobre a sua criança por meio de relatórios anuais de progresso, que contêm informações sobre o desenvolvimento da criança, de sua família e da comunidade onde ela mora. Você vai receber também cartões da criança no Natal e no seu aniversário. É uma emoção toda especial!

Visitas
Se desejar, você poderá agendar uma visita à criança, no projeto que ela frequenta. O prazo para que possamos organizar essa visita é de 30 dias a partir da data do seu pedido. Vale a pena! São encontros emocionantes que vão aquecer seu coração.

Cartinhas
A qualquer momento, você e a criança poderão trocar cartas, fotos e outros tipos de correspondência. Suas mensagens certamente serão muito bem-vindas e aumentarão ainda mais a importância da sua presença na vida dela e o vínculo afetivo entre vocês. As cartas podem ser enviadas da seguinte forma:
Por e-mail: vmb_atendimento@wvi.org
Pelos Correios: Caixa Postal 6288. Recife - PE. CEP 52041-010

Lembre-se sempre de colocar o nome e o número do seu afilhado. Por exemplo: João da Silva 168747-0001. As respostas às suas mensagens chegarão entre 30 e 45 dias.

Presentes
Toda criança gosta de presentes, especialmente aquelas que não costumam recebê-los. Por isso, sempre que quiser você pode enviar presentes (roupinhas, calçados, livros, material escolar, brinquedos, itens de higiene pessoal, guloseimas...) para a sua criança apadrinhada. Existem duas formas de fazer isso:

+ Pacotes de, no máximo, 2 kg
Envie pelos Correios para a Caixa Postal de Recife (ver abaixo). Lembre-se sempre de colocar o nome e o número do seu afilhado.

Caso você resida nas regiões metropolitanas de Belo Horizonte, São Paulo ou Rio de Janeiro e apadrinhe crianças dessas mesmas áreas, envie os presentes para os escritórios regionais (ver abaixo).

Se você apadrinhar crianças em outras cidades ou estados, envie suas correspondências e presentes destinados a elas para a caixa postal de Recife (ver abaixo).
São Paulo: Av. Jabaquara, 1907 - 5º andar - Mirandópolis - São Paulo (SP) - CEP 04045-003
Rio de Janeiro: Av.Marechal Floriano, 199 - Sala 1501 - Centro - Rio de Janeiro (RJ) - CEP 20080-005
Belo Horizonte: Caixa Postal 848 - Belo Horizonte (MG) - CEP 30123-970
Recife: Caixa Postal 6288 - Recife (PE) - CEP 52041-010


+ Dinheiro
Se o presente que você deseja dar for maior do que um pacote de 2 kg, como uma cesta básica ou uma bicicleta, por exemplo, você pode nos enviar o valor em dinheiro. O projeto que a criança frequenta fará os orçamentos e comprará o presente. Neste caso, entre em contato conosco pelo e-mail vmb_atendimento@wvi.org ou pelo telefone 0800 70 70 374 para que seja agendada uma contribuição especial.

Dentro de 30 a 45 dias você vai receber uma carta de agradecimento pelo seu presente e terá a encantadora sensação de perceber toda a alegria que proporcionou à criança que apadrinha.



CLIQUE NO LINK ABAIXO E ACESSE O SITE DA VISÃO MUNDIAL E RECEBA MAIS INFORMAÇÕES

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quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Novelas e a Vida Real: Não é bem assim!

A Paz do Senhor Meus Queridos

“... Então a mulher, agora madura, reencontra o amor de sua adolescência, por uma força do acaso. O homem em questão, também fica paralisado, em êxtase, pois vêem a sua mente, toda a história, de um romance vivido e há muito já deixado para trás...”.

Belo momento de um reencontro, de um homem e uma mulher, que viveram em sua juventude, um romance, bonito, sem preconceitos, diria que até típico de páginas das noveletas “Sabrina”. (minha mãe lia isso ai). Mais coloque um ingrediente nesta história: cada um destes personagens construíram suas famílias em direções diferentes. Não são solteiros, e não estão disponíveis para reviver este "romance".

Pois bem, é assim, entra e sai novela, entram e saem seriados brasileiros, e a desconstrução da família é sempre o ponto alto. Dá audiência e entendo que o povo gosta. Mas será que o povo gosta mesmo? Tenho cá minhas idéias, e acho que não, o povo abomina. Talvez seja legal na tela, mas quando a mesma situação é transposta para a vida real, tudo muda de figura.

Na novela, nós podemos observar os dois lados. Na maioria das vezes os personagens vivem casamentos falidos e depositam nestas aventuras românticas, um ar de glamour que não existe na vida real. Para começar, na vida real temos conta de água, luz, telefone, filho fica doente e acima de tudo isso: nós trabalhamos. Mesmo executivos de alto escalão, aqui na vida real, dão duro para manter suas empresas dando lucro.

Lá na telinha, em sua maioria, é mostrada a mulher vitima de assédio moral do marido autoritário, e do outro um marido boboca, que tem sua mulher como uma depravada, que só faz colocar chifres no marido. Opa! Mas espera ai: e a mulher do marido autoritário, o fato do marido ser autoritário justifica a traição da mulher? Amigo, você consegue observar a inversão de valores e o pior, a forma como o roteiro é colocado para justificar as ações depravadas?

Agora observemos a vida real...

Aqui fora meus amados, somos humanos, logo erramos, ficamos doentes, sorrimos, choramos, assistimos tv, vamos a igreja, confraternizamos, etc. E na maioria das vezes, estamos preocupados com nossa vida social. Seja com nossas dividas, com nossos filhos, com nossa esposa, com nosso marido. Temos muitos problemas, que na maioria, são compensados, com um abraço do filho mais velho, com o sorriso sem dentes do bebê, com a esposa preocupada com sua saúde e com o marido que vez e outra se lembra de dizer a esposa que a ama.

Na vida real, não temos um roteiro ou um televisor que associado ao roteiro tendencioso nos dá detalhes da trama, onde podemos simplesmente tomar um partido e, assim justificar uma a uma as ações destrutivas que um personagem da vida real, tenha sobre a sua família.

Amados, aquele que se diz cristão deve estar muito atento aos ensinamentos bíblicos. As novelas, filmes e livros, é a antítese do que a bíblia, a palavra de Deus nos ensina. Sejamos francos, os ensinamentos bíblicos, no mínimo, nos ensinam a viver em comunhão, homem e mulher, família e sociedade. Ensina-nos a respeitar o próximo, não apenas os de mesma etnia, crença ou visão religiosa. Deus nos ensinou “... Amar o próximo, como a ti mesmo...”.

Cito duas passagens importantíssimas, na questão família e respeito. No antigo testamento, Davi é alertado, porém peca, ao enviar um homem para a morte, para que pudesse ficar com a sua esposa. Já no novo testamento, o próprio Jesus, indaga uma mulher promiscua, dizendo quem é seu marido, pois ela conheceu vários homens, mas nenhum era seu marido, e Jesus (nosso exemplo de boa conduta), diz, "seus pecados estão perdoados, vá e não peques mais."

Queridos irmãos em Cristo, rogo eu em oração, para que nossos olhos não sejam ferramenta de engano em nossos lares. Na TV tudo é lindo e maravilhoso, mas o preço do pecado é a morte. Porem muitos são enganados, e famílias são destruídas por não ter a visão do querer de Deus em nossas vidas.

Se possível for, rogo que após a leitura deste texto, faça uma oração em prol da sua família.

Deus nos abençoe. Amem!

Boa semana em Cristo

O Capitão

CEDIDO GENTILMENTE POR [DIÁRIO DE BORDO]
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quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Papiro sugere que JESUS era Casado

A descoberta de uma pesquisadora da Universidade de Harvard (EUA) pode ajudar a esclarecer um dos aspectos mais controversos da vida de Jesus Cristo. Karen King, especialista em religião, encontrou um papiro do século 4 da nossa era cujo texto indica que Jesus Cristo foi casado.

O texto foi apelidado de "Evangelho da esposa de Jesus". A parte do texto que chamou a atenção dos pesquisadores é a seguinte: "Então, Jesus disse a eles: eis a minha esposa", de acordo com a tradução feita do copta (antigo idioma egípcio). "A tradição cristã sempre sustentou que Jesus não era casado, embora não exista evidência histórica para respaldar essa tese", disse Karen durante uma palestra em Roma, nesta terça-feira.

Segundo a pesquisadora de Harvard, "este novo evangelho não prova que Jesus era casado, mas nos diz que toda questão surgiu apenas como parte dos intensos debates sobre sexualidade e casamento. Desde o início, cristãos discordavam se era melhor não casar, mas foi apenas mais de século depois da morte de Jesus que começaram a recorrer à condição matrimonial dele para apoiar suas posições." De acordo com Karen, mostrar Jesus solteiro era uma maneira de fortalecer as posições católicas sobre temas como o celibato.

O fragmento tem oito linhas de texto de um lado e está muito danificado no verso, com apenas três palavras e algumas letras visíveis. O dono do documento procurou Karen em 2010, e na época ela duvidava da veracidade do fragmento do papiro. A tese sobre Jesus ter sido casado ganhou fama com o livro "O Código Da Vinci", de Dan Brown.
Reprodução/Karen King
Fonte: Yahoo Notícias

Pergunta: "Jesus Cristo se casou?"


Resposta: Jesus Cristo definitivamente não se casou. Há mitos populares hoje que falam de Cristo se casando com Maria Madalena. Esse mito é completamente falso e não tem nenhuma base teológica, histórica ou bíblica. Embora alguns "evangelhos gnósticos" mencionem Jesus tendo um relacionamento próximo com Maria Madalena, nenhum deles declara especificamente que Jesus era casado com Maria Madalena ou que teve qualquer tipo de envolvimento romântico com ela. O mais perto que qualquer um desses evangelhos chega a dar essa impressão é quando um deles diz que Jesus beijou Maria Madalena, o que facilmente poderia ser uma referência a um “beijo amigável”. Além disto, até mesmo se os evangelhos gnósticos falassem diretamente que Jesus se casou com Maria Madalena, eles não teriam nenhuma autoridade, já que já tem sido provado que os evangelhos gnósticos são falsificações inventadas para criar uma visão gnóstica de Jesus.

Se Jesus tivesse se casado, a Bíblia nos teria dito – ou teria pelo menos um relato ambíguo sobre tal fato. As Escrituras não seriam completamente caladas sobre um assunto tão importante. A Bíblia menciona a mãe de Jesus, o pai adotivo, irmãos e irmãs. Por que deixaria de mencionar que Jesus tinha uma esposa? Aqueles que acreditam / ensinam que Jesus era casado, estão apenas fazendo isso como uma tentativa de "humanizá-lo", para fazer dEle um homem mais comum – como todo mundo. As pessoas simplesmente não querem acreditar que Jesus era Deus em carne (João 1:1,14; 10:30). Por isso, elas inventam e acreditam em mitos sobre Jesus se casando, tendo filhos e sendo um ser humano comum.

Uma pergunta secundária seria: "Jesus poderia ter se casado?" Não há nada pecaminoso sobre o casamento. Não há nada de errado em ter relações sexuais no casamento. Então, sim, Jesus poderia ter se casado e ainda ser o perfeito Cordeiro de Deus e o Salvador do mundo. Ao mesmo tempo, não há nenhuma razão, biblicamente falando, para Jesus ter se casado. Essa não é a questão desse debate. Aqueles que acreditam que Jesus era casado não acreditam que Ele não tinha nenhum pecado, ou que Ele era o Messias. Casar-se e ter filhos não foram o motivo por que Deus enviou Jesus. Marcos 10:45 nos diz por que Jesus veio: "Pois o próprio Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos."
www.gotquestions.org

CLIQUE AQUI E ASSISTA UM VÍDEO SOBRE O ASSUNTO 

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sábado, 15 de setembro de 2012

Renato Vargens: 12 dicas para expulsar seus filhos da igreja.


Renato Vargens: 12 dicas para expulsar seus filhos da igreja.


É impressionante o número de adolescentes e jovens brasileiros que se desviaram da fé em Cristo. Tenho pregado em todo Brasil e em alguns lugares no exterior, e sou testemunha dos dramas familiares de muitos irmãos, que choram pelo fato de seus filhos não desejarem ir mais a igreja. Na verdade, muitos destes meninos e meninas passaram a odiar a Deus, a igreja, o pastor ou qualquer coisa que os faça lembrar do seu passado eclesiástico, o que se deve em parte a pais que não souberam educar seus filhos.


Isto posto, gostaria de trazer algumas dicas para aqueles que desejam expulsar os seus filhos da igreja:


1- Comporta-se na igreja diferentemente do que se comporta em casa. Com os irmãos em Cristo seja amável e gentil, com os seus filhos seja um monstro de ignorância.


2- Nunca ore com seus filhos, nem tampouco ensine a Bíblia a eles.


3- Jamais os discipline.


4- Não imponha limites. Deixe os seus filhos livres para fazerem o que quiserem, afinal de contas, Deus os criou para viverem em liberdade.
5- Os proiba de ouvir música, de gostar de arte, cultura, teatro, dança e cinema, afinal de contas isto tudo é do diabo.

6- Crie seus filhos como ETs ensinando-os a conjugar com maestria o evangeliquês.


7- Jamais seja carinhoso com eles. Seja rígido em todos os momentos da vida.



8- Não seja amigo dos seus filhos. Jamais vá com eles a um jogo de futebol, ou a uma apresentação teatral, mesmo porque, vocês são crentes e essas coisas pertencem ao encardido.


9- Transfira a educação religiosa de seus filhos para os professores de escola dominical da sua igreja delegando a eles a responsabilidade de lhes ensinar a Bíblia.


10- Jamais dialogue com eles. Imponha sobre eles a sua "soberana" vontade.


11- Jamais admita para os seus filhos os seus erros.


12- Entregue os seus filhos para serem educados pela televisão e internet e jamais questione suas doutrinas e ensinamentos.


Agindo assim com certeza os seus filhos odiarão a Deus e a igreja.


Pense nisso!


Renato Vargens

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quarta-feira, 12 de setembro de 2012

O racismo, a cruz e o cristão - John Piper



O racismo, o ódio e o sentimento de superioridade racial têm sido elementos trágicos da condição humana desde a Queda, no mundo inteiro. E a cada vez que esses elementos se manifestam, encontramos por trás deles, bem na raiz do pecado racial, um coração incrédulo que resiste à graça e à misericórdia de Deus.

O evangelho de Jesus Cristo é a única esperança de chegarmos a soluções de fato significativas para o problema racial. É isso que John Piper nos mostra neste livro, quando lança a luz do evangelho sobre essa questão.

Além de confessar seus próprios pecados e sua experiência pessoal com tensões raciais, ele conta também como Deus tem transformado sua vida e sua igreja. Piper expõe aos olhos dos leitores a realidade e a extensão do racismo e, a seguir, demonstra, a partir das Escrituras, como a luz do evangelho atravessa as trevas sombrias desse pecado tão destrutivo. Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Amar é uma decisão

Nem tudo o que dizem por aí é a exata expressão da realidade. Poetas e cantores tentaram definir o que é o amor. Vinícius de Morais o expressou nesses termos: “Que não seja imortal, posto que é chama, mas que seja infinito enquanto dure”. Jorge Vercilo cantou assim o amor: “O amor se fez me levando além onde ninguém mais. Criou raiz, ancorou de vez, fez de mim seu cais lendo a rota das estrelas”.

Sabe o que é interessante nessas poesias sobre o amor? É que elas manifestam a opinião popular sobre o amor. Nem sempre terão razão, pois a teologia popular nem sempre expressará a realidade objetiva. É altamente questionável a validade da máxima: “a voz do povo é a voz de Deus”.

De acordo com os dicionários, amor tem sido definido como “sentimento que impele as pessoas para o que se lhes afigura belo, digno ou grandioso; forte inclinação, de caráter sexual, por pessoa de outro sexo; afeição, grande amizade” (Dicionário UOL-Michaelis – outros dicionários seguirão a mesma linha). A primeira coisa que salta aos olhos nessa definição é o caráter espontâneo que atribuem ao amor, como se ele tivesse vida própria e volição independente. É o caso do Jorge Vercilo, que se retrata como alguém carregado pelo amor e impelido por ele. Já o mais famoso dos poetas da MPB, Vinícius de Morais, o retratou como “chama”. Sendo assim, não é eterno; pode se apagar. Então ele encerra com um dos mais belos paradoxos do ponto de vista poético: “que seja eterno enquanto dure”.

Embora seja belo o paradoxo, não é exatamente isso o que a Bíblia diz sobre o amor. A Bíblia retrata o amor de duas maneiras: “phileo”, que denota amizade; e “agapao”, que em algumas passagens denota intensidade, e afeição no sentido moral e social. Alguns o retratam como incondicional (como o “amor de Deus” ou o de Demas pelo presente século – 2Tm 4.10). Em definição, não difere muito do que os dicionários dizem, mas destoa muito da noção popular. Na concepção geral, o amor é um sentimento autônomo e que governa a mente, a vontade e as emoções. Enquanto ele se faz presente, move o ser humano para lá e para cá. A partir do momento em que ele se retira (por uma espécie de “vontade própria”), aí não há o que fazer.

Enquanto penso nessas coisas, me vem à mente uma dúvida. Se é assim, por que a Bíblia ordena que amemos a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos? Veja: “Amarás, pois, ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todo o teu entendimento e de todas as tuas forças. (...) Amarás ao teu próximo como a ti mesmo” (Mc 12.30,31). Vou mais além. Se o amor é um sentimento espontâneo e de “vontade própria”, por que Paulo ordenou: “Maridos, amai vossa mulher como também Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela” (Ef 5.25)? Meu ponto é o seguinte: Amor não é espontâneo; é fruto de uma decisão. Isso faz com que esses mandamentos da Bíblia façam sentido. De outra forma, pareceria insano que o Senhor ordenasse o amor a Deus e ao próximo.

Essa maneira de ver o amor traz muitas e sérias implicações. Em primeiro lugar, a noção popular de que eu preciso sentir o amor em meu coração para depois demonstrá-lo a alguém é uma falácia. Há pessoas que não amam ao próximo e dizem que não podem fazer nada, porque esse sentimento não brotou em seu coração ainda. Na verdade, a falta de amor (para não dizer ódio) foi fruto de sua decisão e, para justificar, apela à falta de espontaneidade do amor. Não temos escolha. Temos que amar nosso próximo! Quando o amor se torna fruto de uma decisão em nossa vida, o convívio se torna mais saudável e a reconciliação mais fácil.

Em segundo lugar, aqueles que enfrentam crise no casamento e alegam que o amor esfriou e que, assim, não podem mais fazer nada não possuem razão para tal alegação. O amor não é uma chama que se apaga por si só. É uma ordem do Senhor para que seja cultivado e mantido. O amor no casamento é fruto de uma decisão também. Eu decidi amar minha esposa porque entrei em aliança com ela. Curiosamente, Isaque primeiro se comprometeu com Rebeca; depois a amou (Gn 24.67). Hoje o casamento tem sido banalizado por causa dessa visão de que o amor tem que ser espontâneo. Hoje eu “amo”, então me caso. Amanhã “não amo mais”; me separo. Essa é a filosofia das novelas e dos livros de romance. A Bíblia diz: seja fiel à aliança; ame! (Ml 2.14; Ef 5.25). O amor é uma decisão!

Depois de ler isso, alguém pode se perguntar: o que posso fazer para que o amor seja cultivado, como fruto de uma decisão? Antes de mais nada, por mais ridículo que pareça dizer isto, ame! Decida amar. No caso dos casados, ame sua esposa, ame seu marido. Fale de seu amor, promova momentos agradáveis; evite as brigas e palavras grosseiras. Abuse dos presentes, do carinho, do abraço afetuoso. Surpreenda com flores, com um telefonema. Nos outros casos, do convívio fraternal, tenha consideração por seu próximo, mesmo porque ele foi feito à imagem de Deus. Pense sobre ele: “será que ele está bem? Será que está feliz? Como posso ajudar?” A Bíblia diz que devemos considerar “uns aos outros para nos estimularmos ao amor e às boas obras” (Hb 10.24). Faça do amor sempre uma decisão positiva. Ame a Deus! Ame ao próximo! Porque da obediência a estes mandamentos dependem toda a lei e os profetas.

Pr. Charles

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domingo, 26 de agosto de 2012

União afetiva entre três pessoas é oficializada em escritura pública - Brasil - Correio Braziliense

União afetiva entre três pessoas é oficializada em escritura pública - Brasil - Correio Braziliense
Um cartório no interior de São Paulo divulgou nesta semana uma Escritura Pública de União Poliafetiva, caso considerado inédito no país. Um homem e duas mulheres da cidade de Tupã, que não tiveram a identidade divulgada pelo cartório, já viviam uma união estável e decidiram declarar oficialmente a vida a três.

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terça-feira, 14 de agosto de 2012

Claudio Duarte - Casamento à Prova de Balas (completo)

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Usar drogas e' pecado?

A vida do cristão não é uma vida que siga algum tipo de lista de regras. O cristão é guiado pelo Espírito, o qual obviamente nunca agirá em desacordo com a Palavra de Deus, mas nela você não irá encontrar coisas do tipo "não falarás ao celular" ou "não tomarás drogas". Que as drogas são prejudiciais, todos sabemos, e que podem destruir o corpo que é o templo do Espírito, também. Mas tomamos drogas quando estamos doentes, algumas com maior ou menor poder de nos prejudicar em outras áreas de nosso organismo. Então, qual a diferença?


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domingo, 12 de agosto de 2012

DIA DOS PAIS: UM TRIBUTO

de Max Lucado

Hoje é Dia dos Pais. Um dia de água de colônia. Um dia de abraços, gravatas novas, telefonemas interurbanos e cartões.

Hoje é o meu primeiro Dia dos Pais sem um pai. Durante 31 anos eu tive o meu. Tive um dos melhores. Mas agora ele se foi. Está sepultado sob um carvalho num cemitério do Texas. Embora não esteja aqui, sua presença está muito próxima — especialmente hoje.

Parece estranho ele não estar aqui. Penso que é porque ele nunca esteve longe. Estava sempre perto. Sempre disponível. Sempre presente. Suas palavras não eram novidade. Seus empreendimentos, embora admiráveis, não eram nada de extraordinário.

Mas a sua presença era.

Como uma lareira quente numa casa grande, ele era uma fonte de conforto. Como um balanço forte no terraço ou uma árvore de galhos grossos no quintal, ele podia sempre ser encontrado... e servir de apoio.

Durante os anos turbulentos da minha adolescência, meu pai era uma parte previsível de minha vida. Namoradas vinham e namoradas iam, mas Papai ficava ali. Os torneios de futebol se transformavam em torneios de beisebol e depois voltavam a ser de futebol, e meu Pai estava sempre ali. Férias de verão, encontros, álgebra, primeiro carro, jogo de basquete — tudo tinha uma coisa em comum: a presença dele.

E porque estava ali a vida corria suavemente. O carro sempre andava, as contas eram pagas e a grama cortada. Porque estava ali, o riso era alegre e o futuro protegido. Porque estava ali, meu crescimento foi como Deus queria que fosse; uma corrida através da magia e do mistério do mundo como num livro de histórias.

Porque estava ali, os filhos não tinham nunca de preocupar-se com imposto de renda, contas de poupança, contas mensais ou hipotecas. Essas coisas ficavam no departamento de meu pai.

Temos uma porção de fotografias da família sem ele. Não por não estar presente, mas porque era ele quem ficava atrás da máquina.

Ele tomava as decisões, acabava com as brigas, ria das comédias na TV, lia o jornal todas as noites e fazia o café no domingo. Ele não fez nada fora do comum. Só fez o que se espera que os pais façam — estar presentes.

Ele me ensinou a fazer a barba e a orar. Ele me ajudou a decorar versículos para a Escola Dominical e me ensinou que o erro deve ser castigado e a justiça tem sua própria recompensa. Ele serviu de exemplo para a importância de levantar cedo e não contrair dívidas. A sua vida expressou o equilíbrio difícil entre a ambição e a auto-aceitação.

Ele é sempre lembrado. Quanto sinto o cheiro da loção após-barba, penso nele. Quando vejo um barco de pesca vejo a sua face. E ocasionalmente, mas não muitas vezes, quando ouço uma boa piada, posso ouvi-lo rir. Ele tinha um jeito engraçado de rir, levantando as sobrancelhas.

Meu pai jamais falou comigo sobre sexo nem me contou a história de sua vida. Mas eu sabia que se desejasse ele me contaria. Tudo o que tinha a fazer era perguntar. E eu sabia que se um dia precisasse dele, estaria ali.

Como uma lareira acolhedora.

Talvez seja por isso que este Dia dos Pais está um pouco frio. O fogo se foi. Os ventos da idade engoliram a última chama esplêndida, deixando apenas brasas fumegantes. Mas há uma coisa estranha sobre essas brasas. Mexa nelas e uma chama dourada começa a dançar. Ela dançará apenas brevemente, mas dançará; removendo suficientemente o frio do ar e fazendo lembrar que ele continua... de maneira muito especial, muito presente.

Este capítulo foi extraído, do Livro "Deus Chegou Mais Perto", pode ser encomendado da Editora Vida Cristã Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

sábado, 11 de agosto de 2012

Família Pregador Luo - DVD Árvore de Bons Frutos - 2010

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Um Bom Pai Faz Decisões Segundo a Vontade de Deus

de Max Lucado

O Senhor decretou estatutos para Jacó, e em Israel estabeleceu a lei, e ordenou aos nossos antepassados que a ensinassem aos seus filhos, de modo que a geração seguinte a conhecesse, e também os filhos que ainda nasceriam, e eles, por sua vez, contassem aos seus próprios filhos. Então eles porão a confiança em Deus; não esquecerão os seus feitos e obedecerão aos seus mandamentos. – Salmo 78:5-7 (NVI)

Aqui vai um palpite de Lucado sobre pais: pais e mães entram no negócio de criar filhos em épocas diferentes. Mães decidem se tornar mães bem antes que pais tomem a mesma decisão. Uma mãe carrega o bebê durante nove meses, tendo a oportunidade de se acostumar com a decisão de ser mãe desse novo membro da família.

O pai, no entanto, passa por sua rotina diária, na maioria das vezes, pouco afetado pelo que está se passando no ventre materno. Sem dúvida, ele está animado e dá todo apoio, mas, comparado à mãe, ele é um observador. Até a hora do parto. Daí, o mundo de papai toma um novo rumo. Ele olha no rosto daquela nova vida e é confrontado com a descoberta “Eu sou pai desta criança.” Ele precisa decidir se tornar pai. E esta decisão se torna a primeira de uma seqüência de decisões como dominós que estarão com ele pelo resto da vida. É uma escolha racional alterar sua vida, agenda, decisões e prioridades para ser um bom pai para aquela pequena vida em seus braços.

Para muitos, gerar um filho não é difícil. Mas, tornar-se um pai é bem difícil. É a primeira e mais importante decisão dos pais: tomar a decisão consciente de ser um pai.

Porém, a decisão de ser um pai, não é só uma decisão para a sala de parto. É uma decisão diária. No século passado, os pais viviam seu papel no dia a dia, trabalhando na fazenda ou num pequeno negócio familiar com seus filhos. Crianças passavam muito tempo ao lado dos seus pais, trabalhando juntos. Na sociedade moderna, no entanto, o emprego cria uma distância entre pais e filhos. Alguns pais deixam a casa antes que os filhos acordam. Outros chegam em casa muito tempo depois que os filhos chegam da escola. Conseqüentemente, é possível, e até comum um pai esquecer de seu papel de pai – e ficar desligado emocionalmente de seus filhos. Ao longo do dia, a cada dia, os pais precisam renovar sua decisão de ser pai. “Será que devo ir a essa reunião”? “Este encontro é essencial”? “Será que posso organizar esses compromissos para chegar mais cedo em casa”? Voltando para casa, os pais precisam lembrar de tirar o “chapéu” de trabalho e colocar seu chapéu de “pai”. É uma decisão para organizar seu tempo, tomando o cuidado de reconciliar seu trabalho com a prioridade de família.

Ser um bom pai significa tomar boas decisões que envolvem sacrifício. Decisões que dizem a nossos filhos o que é importante para nós.

Em seu livro “Alcançando o Sucesso Sem Falhar com Sua Família”, Paul Faulkner descreve as decisões de um executivo de planos de seguro saúde. Falando num congresso de executivos, o homem enfatizou a importância de ser primeiro um bom pai. A filha do homem estava na platéia.

“… no meio da sua palestra, o executivo virou para sua filha e perguntou “Querida, você se lembra da vez em que eu ganhei o prêmio por ter vendido um milhão em seguros por três anos consecutivos?

A filha dele respondeu “Não, pai, não me lembro disso.”

Daí, ele perguntou, “Bem, você lembra dos nossos passeios juntos para comprar sorvete?”

A isso ela respondeu “Aí, sim!”

Daí, o executivo virou para a platéia e fez o ponto de que filhas não se lembram quando você vende um milhão de seguros, mas, elas lembram de seus passeios juntos.

Pais precisam não só decidir estarem envolvidos com seus filhos, disponíveis e interessados naquilo que os interessa, mas, precisam decidir que tipo de modelo eles serão. Que privilégio incrível, o papel de moldar e formar pequenas crianças. Filhos têm uma capacidade única de captar – eles não só vêem e ouvem mais, mas, eles reproduzem o comportamento que observam em seus pais.

Paul Harvey conta uma história que é um bom exemplo deste ponto:

Nosso departamento “O que Vale” sabe que quando Grey Baker vai praticar golfe em Jackson, Mississippi – ele leva seu neto Trevor de três anos de idade como companheiro…

O menino tem aprendido o jogo observando.

Semana passada, vovô Baker levou um conjunto de tacos de golfe para o menino.

Neste último fim de semana, num churrasco em família no quintal de casa, o netinho que aprendeu golfe observando vovô anunciou “Olhem para mim”!

Daí, ele gritou um palavrão e jogou o taco numa árvore.

De todos os pais na Bíblia, um se destaca pela sua decisão de ser um pai segundo Deus. Ele tomou a decisão consciente de se tornar um pai adotivo da sua prima órfã, Ester. Ele poderia ser chamado de pai da coragem, porque ele inspirou a qualidade de coragem em sua filha. Você se lembra da história?

O pequeno livro de Ester revela a história de uma linda jovem Judia cuja perspicaz coragem salvou seu povo. Mardoqueu criou sua filha para tomar uma atitude na hora certa, para fazer a coisa certa.

Por causa da sua beleza, Ester virou rainha da Pérsia. Mardoqueu sabiamente a alerta para ocultar seu parentesco do Rei Xerxes. Quando Mardoqueu recusa se prostrar diante do chefe Hamã, ele se coloca em perigo por causa das suas convicções. Ele não se prostraria diante de ninguém, senão o próprio Jeová. Como resultado, Hamã conspira para destruir não só Mardoqueu, mas, todo o povo judeu também.

Mardoqueu insiste que Ester faça um apelo ao rei pelo povo deles. Ele pergunta “Quem sabe se não foi para um momento como este que você chegou à posição de rainha?” (Ester 4:14)

Ester devia confiar bastante em Mardoqueu, pois ela decidiu ficar diante do rei a favor do seu povo. Ela afirma “Se eu tiver que morrer, morrerei”. (Ester 4:16)

Palavras de fé, palavras de coragem. Palavras que uma filha podia dizer porque ela foi criada por um pai que tomou decisões certas. Lembre-se disso: uma crise não concede caráter; uma crise revela caráter. O caráter que Ester revelou deve ter sido aprendido observando o caráter de seu pai.

À medida em que o enredo se derenrola, Mardoqueu e a nação dos judeus são salvos e Hamã é executado.

Geralmente, quando estudamos o livro de Ester, vemos a força e devoção dela para com seu povo. Mas, Deus usou outra pessoa nesta história para alcançar seu propósito. Deus usou um pai fiel – um pai que influenciou uma jovem filha a ter coragem e convicções. Na hora certa, Ester fez a coisa certa, porque ela foi criada por um pai temente a Deus. Um pai que sabia que as decisões que ele tomaria à medida em que sua filha fosse crescendo ajudariam-na a tomar decisões segundo a vontade de Deus mais adiante na sua própria vida.

Baseado na pregação “Decisions Good Dads Make” (Decisões bons pais fazem) Copyright, © 1999 por Max Lucado. Tradução de Dennis Downing, 2009.

Para reprodução ou distribuição em sites na Internet é necessário a inclusão da referencia aos direitos autorais e um link para o sitewww.hermeneutica.com. A venda ou uso comercial deste material só é permitida com autorização expressa por escrito. Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Um Bom Pai Valoriza Seus Filhos

de Max Lucado

“Jenna, acorde! Hora de ir pra escola!”

Ela vai ouvir essas palavras umas mil vezes na vida dela. Mas hoje foi a primeira vez que ela as ouviu.

Eu me sentei na beira da cama dela por um tempo, antes de dizer essas palavras. Para dizer a verdade, eu não queria pronunciá-las. Eu não queria acordá-la. Uma hesitação esquisita pairou sobre mim enquanto eu me sentava na escuridão da manhã. Eu fiquei em silêncio. Eu sabia que minhas palavras a acordaria para um novo mundo.

Durante quatro rápidos anos ela havia sido nossa, só nossa. E agora tudo iria mudar.

Nós a colocamos na cama ontem à noite como “nossa menina”- propriedade exclusiva de Mamãe e Papai. Mamãe e Papai liam para ela, ensinavam-na, escutavam-na. Mas a partir de hoje, outra pessoa faria isso também.

Até hoje eram Mamãe e Papai que enxugavam suas lágrimas e colocavam Band-Aids. Mas a partir de hoje, outra pessoa também o faria.

Eu não queria acordá-la.

Até hoje, a vida dela era essencialmente limitada a nós – Mamãe, Papai e a irmãzinha Andrea. Hoje aquela vida cresceria – novos amigos, uma professora. O mundo dela estava nessa casa – o quarto dela, seus brinquedos, seu balanço. Hoje seu mundo expandiria. Ela ia entrar nos corredores sinuosos da Educação – pintura, leitura, cálculos…sendo transformada.

Eu não queria acordá-la. Não por causa da escola. É uma boa escola. Não porque eu não queira que ela aprenda. Deus sabe que eu quero que ela cresça, leia, amadureça. Não porque ela não queira ir. Durante esta semana ela só falou da escola!

Não. Eu não queria acordá-la porque eu não queria abrir mão dela.

Mas mesmo assim eu a acordei. Eu interrompi sua infância com a inevitável proclamação “Jenna, acorde!… Está na hora de ir à escola!”

Eu demorei demais pra me arrumar. Denalyn me viu cabisbaixo, e me ouviu sussurrando “O sol nasce e o sol de põe”, e disse, “Você não vai agüentar passar pelo casamento dela.” Ela está certa.

Dirigimos para a escola em dois carros para que de lá eu pudesse ir direto para o trabalho. Eu pedi a Jenna para ir comigo. Eu achei que deveria dar a ela um pouco de segurança de pai. Mas na verdade era eu quem estava precisando de segurança.

Apesar de ser alguém que se dedica a trabalhar com palavras, eu consegui muito poucas para compartilhar com ela. Eu disse a ela que esperava que ela gostasse da escola. Disse-lhe para obedecer à professora. Eu disse, “se você se sentir sozinha ou com medo, diga à professora para ligar para mim e eu virei e lhe pegarei.” “Tá bom!”, ela sorriu. Então ela perguntou se poderia ouvir escutar umas músicas infantis. “Tá bom!” Eu respondi.

Daí, enquanto ela cantava canções, eu prendia o choro. Eu a observei enquanto cantava. Ela parecia grande. Seu pequeno pescoço se esticava o máximo que podia para ver por cima do painel do carro. Seus olhos estavam famintos e brilhantes. Suas mãos estavam juntas no colo. Seus pés tinham tênis cor de rosa com turquesa, novinhos em folha, que mal ultrapassavam o assento do carro.

“Denalyn estava certa,” eu resmunguei para mim mesmo. “Eu não agüentarei passar pelo casamento dela.”

O que está se passando na cabeça dela? Eu imaginei. Será que ela sabe o quão alta é essa escada da Educação que ela vai começar a subir hoje de manhã?

Não, ela não sabe! Mas eu sabia. Quantos quadros de salas de aula aqueles olhos verão? Quantos livros as suas mãos segurarão? Quantos professores os seus pés seguirão e – ai! – imitarão?

Se eu tivesse poder, eu reuniria no mesmo instante todos os professores, instrutores, técnicos e tutores que ela teria nos próximos dezoito anos e anunciaria, “Esta não é uma estudante comum. É minha filha. Tenham cuidado com ela!”

Ao estacionar e desligar o motor do carro, minha grande filha se tornou pequena de novo. E foi a voz de uma menina muito pequena que quebrou o silêncio. “Pai, eu não quero sair do carro.”

Eu olhei para ela. Os olhos que antes estavam brilhantes agora pareciam amedrontados. Os lábios que haviam cantado agora estavam trêmulos.

Eu lutei contra um desejo extraordinário de atender ao seu pedido. Tudo em mim queria dizer “Tá bom, vamos deixar isso pra lá e vamos embora daqui!” Por um breve momento eu considerei a possibilidade de seqüestrar minhas filhas, pegar minha esposa e fugir das garras horríveis do progresso para viver para sempre no Himalaia.

Mas eu sabia que era errado. Eu sabia que era hora. Eu sabia o que era certo e que ela ficaria bem. Mas eu não sabia que seria tão difícil dizer, “Querida, você estará bem. Venha, eu lhe levo.”

E foi tudo bem. Um passo dentro da sala de aula e o gato da curiosidade tomou conta dela. E eu saí. Eu abri mão dela. Não tanto. E não tanto quanto eu terei que fazê-lo no futuro. Mas eu abri mão do quanto eu podia hoje.

Enquanto andava de volta para minha caminhonete, um versículo bateu na minha cabeça. Foi uma passagem que eu havia estudado antes. Os eventos de hoje levaram o versículo da teologia em preto e branco para a colorida realidade.

“Que diremos, pois, diante dessas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós? Aquele que não poupou seu próprio Filho, mas o entregou por todos nós – como não nos dará juntamente com ele, e de graça, todas as coisas? (Romanos 8:31-32, itálico do autor)

Foi assim que você se sentiu, Deus? O que eu senti hoje de manhã pareceu em alguma coisa com o que você sentiu quando abriu mão de seu Filho?

Caso sim, explica tantas coisas. Explica a proclamação dos anjos para os pastores nos arredores de Belém. (Um pai cheio de orgulho ao anunciar o nascimento de seu filho)

Explica a voz no batismo de Jesus, “Este é meu Filho…”(Você fez o que eu queria fazer, mas não podia)

Explica a transfiguração de Moisés e Elias no topo da montanha. (Você os mandou para encorajá-lo)

Explica o quanto o seu coração deve ter doído ao ouvir a voz quebrantada de seu filho “Pai, afasta de mim este cálice.”

Eu estava deixando Jenna num ambiente seguro com uma professora compassiva, a qual estaria pronta para enxugar qualquer lágrima. Você deixou Jesus numa arena hostil com um soldado cruel, o qual deixaria as costas dele em carne viva.

Eu disse Adeus a Jenna sabendo que ela faria novos amigos, daria gargalhadas e desenharia. Você disse Adeus a Jesus sabendo que cuspiriam nele, ririam dele e o matariam.

Eu abri mão da minha filha sabendo que , se ela precisasse de mim, eu estaria ao lado dela imediatamente. Você disse Adeus ao seu filho totalmente ciente de que quando ele mais precisasse de você, quando seu grito de desespero bradasse através dos céus, você ficaria em silêncio. Os anjos, no entanto, em suas posições, não ouviriam nenhuma ordem sua. Seu filho, apesar de estar em angústia, não sentiria conforto vindo de suas mãos.

“Ele deu o seu melhor,” Paulo argumenta, “Por que duvidar do amor dele?”

Antes que o dia terminasse, eu sentei em silêncio pela Segunda vez. Desta vez, não ao lado da minha filha, mas diante de meu Pai. Desta vez não triste pelo que eu teria que dar, mas grato pelo que eu já havia recebido – prova viva de que Deus se importa. Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

domingo, 5 de agosto de 2012

"Perdoando-vos uns aos outros..."

Visualize a cena de um casal comum, como tantos outros. Depois de um dia cansativo o marido chega em casa, tão somente desejando relaxar e não pensar em nada. A esposa, irritada pelo corre-corre da rotina diária da casa, também está exausta. O cumprimento entre ambos é rápido e logo ela passa a verbalizar suas preocupações:

- Fui ao supermercado hoje; a quantia que você está reservando para as despesas já não é mais suficiente! - Infelizmente, não posso dispor de mais!

- Se ao menos tivéssemos alguém para cuidar das crianças, eu poderia trabalhar fora!

- Você sabe que isso não é possível! Além do mais, elas são muito pequenas! - Então pense em algo! Não podemos continuar assim.

- Não sou um "super-homem"! É melhor você "se virar" o que temos.

- Como?! Não sou mágica! Não entendo como não percebi antes o quanto você é insensível e acomodado!

- E você?! Vive irritada, ranzinza e só reclama!

A discussão está encerrada. Ele sai para tentar relaxar num bar ou em outro lugar qualquer. Ela, mais irritada e infeliz ainda, sozinha, desmancha-se em lágrimas. O conflito não foi resolvido.

"Se, pois, ao trazeres ao altar a tua oferta, ali te lembrares de que teu irmão tem alguma cousa contra ti, deixa perante o altar a tua oferta, vai primeiro reconciliar-te com teu irmão; e, então, voltando, faze a tua oferta."
Mateus 5.23-24

1."Se pois, ao trazeres ao altar a tua oferta…"
- Qual é sua oferta?
- Dinheiro
- Exercício do seu dom
- Exercício do seu talento
- Esforço em prol do Reino de Deus
- Trabalho em alguma área da igreja

2. "ali te lembrares que teu irmão tem alguma coisa contra ti…"
· Se você tiver algum relacionamento quebrado o Espírito Santo tocará em seu coração enquanto você estiver ofertando (dinheiro, dom, talento, trabalho para a igreja, para o Reino, etc.).
· A colocação é - se alguém tiver alguma coisa contra você (e não você contra a pessoa), ou seja, se perceber que alguém está com alguma barreira, indiferença ou frieza contra você. Há alguém assim em sua vida?

3. "deixa perante o altar a tua oferta, vai primeiro reconciliar-te com o teu irmão."
· Qual a prioridade de Deus na vida de seus filhos? Relacionamentos são mais importantes do que oferta, serviço.
· Como reconciliar-se com seu irmão, com o cônjuge, com os filhos, parentes, etc?
1. espírito humilde
2. desejo de ouvir e compreender
3. capacidade de dialogar
4. pedir perdão, perdoar
5. orar, abraçar, resolver

4. "e então, voltando, faze a tua oferta".
· Deus não se agrada de nossa oferta ou serviço, quando temos relacionamentos quebrados. Por outro lado, quando acertamos nossos relacionamentos, Ele aceita nossa oferta.

Vejamos este outro versículo:
"Então, Pedro, aproximando-se, lhe perguntou: Senhor, até quantas vezes meu irmão pecará contra mim, que eu lhe perdoe? Até sete vezes? Respondeu-lhe Jesus: Não te digo que até sete vezes, mas até setenta vezes sete".
Mateus 18.21-22
· Em Mateus 18.15-20 Jesus ensina como tratar um irmão que está em pecado.
· Pedro, quando ouviu as palavras de Jesus ficou perturbado porque, aparentemente, ele tinha um relacionamento quebrado com algum irmão.
· Depois que Jesus terminou de ensinar, Pedro se aproximou do Mestre e perguntou até quantas vezes ele deveria perdoar a quem lhe ofendesse.

5. "Senhor, até quantas vezes meu irmão pecará contra mim, que eu lhe perdoe? Até sete vezes?"
· Há pessoas que querem saber quantas vezes devem perdoar, porque em seu legalismo, se agradam de guardar uma "lista negra" das diferenças cometidas contra elas.
· Você guarda uma lista negra das ofensas cometidas contra você? Na hora do desentendimento as verbaliza (a quem o/a ofendeu - cônjuge, filhos, sogra, nora, etc.) de forma "ardida"?
· Pedro achou que sete vezes seria demais para perdoar seu irmão!

"Respondeu-lhe Jesus: não te digo que até sete vezes, mas até setenta vezes sete." Aparentemente Pedro não compreendeu a extensão do perdão. Ele não parou para pensar em quantas vezes o Senhor já havia lhe perdoado. Ele não compreendeu que a graça de Deus a nós demonstrada é a que deveria também estender a seus irmãos. Jesus, então, usou uma ilustração muito clara para facilitar a compreensão de Pedro (e a nossa!) sobre o verdadeiro significado do perdão:

"Por isso o reino dos céus é semelhante a um rei que resolveu ajustar contas com os seus servos. E passando a fazê-lo, trouxeram-lhe um que lhe devia dez mil talentos. Não tendo ele, porém, com que pagar, ordenou o senhor que fosse vendido, ele, a mulher, os filhos, e tudo quanto possuía, e que a dívida fosse paga. Então, o servo, prostrando-se reverente, rogou: Sê paciente comigo e tudo te pagarei. E o senhor daquele servo, compadeceu-se, mandou-o embora e perdoou-lhe a dívida. Saindo, porém, aquele servo, encontrou um dos seus conservos que lhe devia cem denários; e agarrando-o o sufocava, dizendo: Paga-me o que me deves. Então o seu conservo, caindo-lhe aos pés, lhe implorava: Sê paciente comigo e te pagarei. Ele, entretanto, não quis; antes indo-se, o lançou na prisão, até que saldasse a dívida. Vendo os seus companheiros o que havia se passado, entristeceram-se muito, e foram relatar ao seu senhor tudo o que acontecera. Então o seu senhor, chamando-o, lhe disse: Servo malvado, perdoei-te aquela dívida toda porque me suplicaste; não devias tu, igualmente, compadecer-te do teu conservo como também eu me compadeci de ti? E, indignando-se, o seu senhor o entregou aos verdugos, até que lhe pagasse toda a dívida. Assim também meu Pai celeste vos fará, se do íntimo não perdoardes cada um a seu irmão." Mateus 18. 21-35

No versículo 34, Jesus disse que aquele servo que não perdoou foi "entregue aos verdugos". Quem são esses verdugos? São atormentadores. Isso significa que uma pessoa que não perdoa é atormentada (Salmo 32.1-4).
Você está, atualmente, sob influência de atormentadores por recusar-se a perdoar alguém? Vale a pena não perdoar?

"Segui a paz com todos, e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor, atentando diligentemente por que ninguém seja faltoso, separando-se da graça de Deus; nem haja alguma raiz de amargura que, brotando, vos perturbe e, por meio dela, muitos sejam contaminados". Hebreus 12.14-15

O autor de Hebreus nos diz que a graça de Deus precisa ser abundante nos relacionamentos para que não venha a brotar uma raíz de amargura. A graça está para os relacionamentos, assim como a graxa está para os maquinários. Graxa é aquele óleo grosso, também usado para lubrificar engrenagens, motores e câmbios do carro. Precisamos de graça (favor imerecido) nas engrenagens dos nossos relacionamentos familiares, para resolvermos os conflitos que surgirem.

Sugestões para solucionar conflitos conjugais

1. Seja um bom ouvinte - Tiago 1.19 "Sabeis estas cousas, meus amados irmãos. Todo homem, pois, seja pronto para ouvir, tardio para falar, tardio para se irar".

2. Escolha a melhor hora para conversar - Provérbios 15.23: "O homem se alegra em dar resposta adequada, e a palavra a seu tempo, quão boa é!"

3. Procure localizar e definir o problema básico.
4. Identifique e admita sua parte na culpa.

3 frases:

- Eu estou errado (a)
- Por favor, me perdoe!
- Eu amo você!
5. Converse sobre algumas sugestões de como você pode mudar sua atitude ou comportamento para ajudar a resolver o problema.
6. Orem juntos.



JAIME KEMP é atualmente diretor da Sociedade Religiosa Lar Cristão. Foi missionário da Sepal por 31 anos e fundador da Missão Vencedores Por Cristo. É conferencista e autor de 33 livros. Aceita convites para seminários e palestras. Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

A História de Ian e Larissa



O que é o principal em um casamento? Neste emocionante vídeo, Ian e Larissa encarnam a demonstração de que o casamento é primariamente uma questão de demonstrar o amor fiel entre Cristo e Sua Igreja. Que através deste vídeo você possa repensar seu (futuro) casamento.

Transcrição, download e livro citado: http://bit.ly/ian-larissa Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...