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sábado, 24 de novembro de 2012

Bíblia: mito ou realidade?

Conta a anedota que uma mulher de Manhattan que morava próximo à ferrovia ligou para a companhia para reclamar de danos em seu apartamento causados pela passagem dos trens. Ela alegou que pedaços do reboco de seu quarto estavam se desprendendo devido à vibração e exigia indenização. Dois meses depois, no momento em que ela se preparava para entrar no banho, a campainha tocou. Com a toalha enrolada no corpo, ela espiou pelo olho mágico e viu um homem de boné, uniforme e crachá. Era o técnico da companhia de trem. Justo naquele momento?! Dali a poucos minutos, ela teria que comparecer a uma entrevista de emprego.

A mulher tentou explicar a situação, mas o técnico disse que teria que anotar em seu relatório que a cliente não pôde recebê-lo, e disse também que uma nova visita poderia demorar outros dois meses. Contrariada, ela pediu que o homem entrasse, se dirigisse ao quarto, sentasse ao pé da cama e esperasse o trem que passaria dentro de poucos minutos. Enquanto isso, ela tomaria banho e trocaria de roupa no banheiro.

O que ela não esperava era que o noivo chegasse naquele momento para lhe fazer uma surpresa, oferecendo-lhe carona até o local da entrevista. Como tinha a chave do apartamento, ele foi logo entrando e se dirigiu ao quarto.

– O que significa isso?! – gritou para o rapaz sentado na cama, que empalideceu instantaneamente.

– O senhor acreditaria se eu lhe dissesse que estou esperando o trem?

Deixando a graça – e a imprudência da moça – de lado, essa história revela um fato curioso: por mais inverossímil que seja um relato, ele pode ser a pura expressão da verdade.

Deus criou o mundo em sete dias. O diabo usou uma serpente para enganar a primeira mulher. Um dilúvio cobriu toda a Terra e apenas uma família e representantes das espécies terrestres de animais foram salvos numa grande arca de madeira. Deus criou a diversidade de línguas para impedir a construção da Torre de Babel. Escravos cruzaram o Mar Vermelho que se abriu diante deles. Jesus curou paralíticos, deu vista aos cegos e até ressuscitou mortos. Isso tudo é possível? Trata-se de fatos reais ou meras alegorias para transmitir verdades espirituais? É preciso analisar os fatos antes de chegar a uma conclusão precipitada.

1. A Criação. Quando analisamos os relatos ou mitos de criação antigos, percebemos semelhanças interessantes com o texto Bíblico. Exemplo: o Enuma Elish, datado do 7º século a.C., traz sete tabletes de argila que descrevem a criação do mundo dividida em sete partes. Apesar das diferenças, as semelhanças entre esses mitos e o relato bíblico apontam para uma mesma fonte primordial. Kenneth Kitchen, respeitado egiptólogo da Universidade de Liverpool, Inglaterra, e especialista em literatura do antigo Oriente Médio afirma que geralmente na cultura literária daquela região os relatos mais simples contêm a narrativa original de um evento. Quando comparado com os mitos babilônicos, assírios, hititas e egípcios, o relato da criação em Gênesis desponta como a versão menos elaborada, logo, original. Mais: De onde teria surgido o ciclo semanal, que não depende de movimentos de corpos celestes, como os dias, os meses e os anos? E como ficaria o quarto mandamento da lei de Deus, que estabelece a guarda do sábado semanal – “porque em seis dias fez o Senhor o céu e a terra, o mar e tudo o que neles há” (Êx 20:11) –, caso a semana da Criação não fosse literal?

2. A Queda. De modo semelhante, o relato da queda pelo engano da serpente é sugerido em outras culturas. Um selo mesopotâmico do 3º milênio a.C. traz a imagem de um casal sentado em frente a uma árvore com uma serpente por trás deles. Resquícios dessa história são encontrados em outras culturas, apontando igualmente para um relato primordial.

3. O Dilúvio. Mais de 200 culturas espalhadas pelo mundo preservaram relatos de uma grande inundação que destruiu a Terra e da qual foram salvas algumas pessoas num grande barco. Além disso, há várias evidências geológicas que apontam para uma tremenda catástrofe hídrica. Exemplo: cerca da metade dos sedimentos continentais são de origem marinha; são encontrados em montanhas fósseis de animais marinhos; os estratos da coluna geológica se apresentam de forma paralela em grandes extensões, sem revelar sinais de erosão entre as camadas, o que indica uma formação rápida; etc.

4. A Torre de Babel. Os zigurates encontrados em Ur, no Iraque, e que eram usados para facilitar o contato dos sacerdotes com os deuses, atestam que o povo de Babel construiu torres com propósitos religiosos. Além disso, estudos línguísticos têm demonstrado que os idiomas remontam a um tronco comum, à medida que se recua no tempo.

5. O Êxodo. Estudos indicam que, de fato, houve escravos hebreus no Egito, como atestam pinturas nas paredes de pirâmides. E um papiro do sacerdote egípcio Ipuwer menciona, inclusive, algumas das pragas que assolaram a nação. Há diversas palavras e expressões hebraicas nas narrativas do livro de Êxodo que são claramente de origem egípcia, o que indica a autoria de alguém versado em ambos os idiomas e conhecedor do local de origem do relato. Por que, então, duvidar do restante do relato do livro bíblico do Êxodo?

6. Milagres de Jesus. Fontes extrabíblicas, como o historiador judeu do 1º século Flávio Josefo e o Talmude, importante obra do judaismo concluída por volta do ano 500 d.C., sugerem que Jesus de Nazaré foi responsável por feitos miraculosos. Quando Jesus ressuscitou, os maiores interessados em desmentir o fato eram os líderes judaicos e os soldados romanos. Mas eles não puderam fazer isso. O surgimento do cristianismo em Jerusalém só pode ser explicado por meio da ressurreição de Jesus Cristo, uma vez que se o corpo dEle ainda estivesse na tumba de José de Arimatéia, a crença num Messias ressurreto seria infundada e insana.

E o mais interessante é que Jesus, o Filho de Deus, confirmou todos os eventos bíblicos citados acima ao fazer referência a eles como fatos históricos e não meras alegorias.

Michelson Borges - Criacionismo

Extraído de ARQUEOLOGIA BÍBLICA
ACESSE: www.arqueologiadabiblia.com

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sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Papiro que faz referência a mulher de Jesus é falsificado

Papiro que faz referência a mulher de Jesus é falsificado, diz professor

Francis Watson, pesquisador da Universidade de Durgham, afirma que o texto é uma colagem de outros textos coptas

As discussões sobre o fragmento de papiro que provaria que Jesus foi casado ganhou um novo capítulo nesta sexta-feira. O pesquisador Francis Watson, professor do Departamento de Teologia e Religião da Universidade de Durham, na Inglaterra, e especialista no Novo Testamento, disse não ter dúvidas que se trata de uma falsificação. Em um texto publicado online (em inglês), ele afirma que o texto do papiro seria uma colagem de trechos do Evangelho de Tomé escrito em copta, que teriam sido misturados para sugerir um novo significado. "O texto foi construído a partir de pequenos pedaços – palavras ou frases – retiradas em sua maior parte dos provérbios 101 e 114 do Evangelho de Tomé em copta, colocadas em novo contexto", escreveu.

Ele até considerou a possibilidade de se tratar de um evangelho antigo, que juntou e reinterpretou trechos de outros textos, como muitos dos evangelhos apócrifos. Não haveria problema nenhum – e nem como chamar o texto de falsificação - se Watson não insinuasse que a colagem teria sido feita recentemente. "A técnica de composição de textos é provavelmente de um indivíduo moderno, que não é falante nativo do Copta."

Como argumento, Watson cita uma quebra em uma das linhas – uma das palavras aparece pela metade, como se a primeira parte tivesse sido escrita na linha anterior – que teria sido copiada diretamente de outro texto. Segundo o professor, era comum as palavras serem quebradas no meio nos textos antigos, que não utilizavam hifens, mas a quebra dificilmente apareceria no mesmo lugar em dois textos diferentes, a não ser que o autor não dominasse o idioma. "O autor é evidentemente dependente do manuscrito do Evangelho de Tomé em copta, cuja divisão de linhas ele copia. Uma explicação óbvia é que o autor usou uma edição moderna impressa do texto copta, onde a divisão original de linhas foi preservada."

Debate sem fim - A historiadora Karen King ainda não se pronunciou sobre as críticas. No entanto, quando sua pesquisa foi anunciada, ela afirmou que o papiro havia sido analisado por dois especialistas no assunto, que confirmaram sua autenticidade. O professor Roger Bagnall, diretor do Instituto para o Estudo do Mundo Antigo da Universidade de Nova York, foi um deles. Em declaração ao site de VEJA, ele confirmou que acredita na veracidade do documento.

Francis Watson diz que mesmo que o papiro analisado pelos especialistas seja antigo, o mesmo não pode ser dito da tinta usada no texto. “Se testes químicos forem realizados para estabelecer a composição química da tinta, eles podem mostrar que tinta moderna foi usada e provar que é uma falsificação moderna”, escreveu. Karen King já havia prometido submeter a tinta a uma espectroscopia, técnica que analisa a composição química de um produto. Até lá, os questionamentos de Watson devem permanecer sem resposta. E, mesmo assim, nada indica que os resultados do exame devem acabar com a controvérsia.

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sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Estudo revela novos indícios sobre ressurreição de Jesus

Túmulo encontrado na Cidade Antiga de Jerusalém mostra inscrições que se referem à ressurreição


Um grupo de arqueólogos e especialistas em assuntos religiosos apresentou em Nova York as conclusões de uma pesquisa que apresenta indícios da ressurreição de Jesus a partir de um túmulo localizado em Jerusalém há três décadas.

"Até agora me parecia impossível que tivessem aparecido túmulos desse tempo com provas confiáveis da ressurreição de Jesus ou com imagens do profeta Jonas, mas essas evidências são claras", afirmou nesta terça-feira (28) o professor James Tabor, diretor do departamento de estudos religiosos da Universidade da Carolina do Norte, um dos responsáveis pela pesquisa.

O túmulo em questão foi descoberto em 1981 durante as obras de construção de um prédio no bairro de Talpiot, situado a menos de quatro quilômetros da Cidade Antiga de Jerusalém. Um ano antes, neste mesmo lugar, foi encontrado um túmulo que muitos acreditam ser de Jesus e sua família.

Ao lado do professor de Arqueologia Rami Arav, da Universidade de Nebraska, e do cineasta canadense de origem judaica Simcha Jacobovici, Tabor conseguiu uma permissão da Autoridade de Antiguidades de Israel para escavar o local entre 2009 e 2010.

Em um dos ossuários encontrados, que os especialistas situam em torno do ano 60 d.C., é possível ver a imagem de um grande peixe com uma figura humana na boca, que, segundo os pesquisadores, seria uma representação que evoca a passagem bíblica do profeta Jonas.

A pesquisa, realizada com uma equipe de câmeras de alta tecnologia, também descobriu uma inscrição grega que faz referência à ressurreição de Jesus, detalhou o professor Tabor, que acrescentou que essa prova pode ter sido realizada "por alguns dos primeiros seguidores de Jesus".

"Nossa equipe se aproximou do túmulo com certa incredulidade, mas os indícios que encontramos são tão evidentes que nos obrigaram a revisar todas as nossas presunções anteriores", acrescentou o especialista, que acaba de publicar um livro com todas as conclusões de sua pesquisa, "The Jesus Discovery".

O professor reconhece que suas conclusões são "controversas" e que vão causar certo repúdio entre os "fundamentalistas religiosos", enquanto outros acadêmicos seguirão duvidando das evidências arqueológicas da cristandade.

Anteriormente, essa mesma equipe de pesquisadores participou do documentário "O Túmulo Secreto de Jesus", produzido pelo cineasta James Cameron. Na obra, os arqueólogos encontraram dez caixões que asseguram pertencer a Jesus e sua família, incluindo Virgem Maria, Maria Madalena e um suposto filho de Jesus.

Segundo o documentário, as ossadas encontradas supostamente apresentavam inscrições correspondentes às identidades de Jesus e sua família, o que acaba reforçando a versão apresentada no livro "O Código da Vinci", de Dan Brown, o mesmo que indica que Jesus foi casado com Maria Madalena e que ambos teriam tido um filho juntos.

FONTE: ÚLTIMO SEGUNDO


Será que realmente Jesus ressuscitou?

Rev. Marco Antonio de Oliveira

Quando lemos os relatos dos últimos dias de Jesus Cristo, tão bem descritos nos Evangelhos, alguns desavisados podem ficar com uma impressão equivocada sobre o verdadeiro significado destes relatos. Relatos que nos informam o quanto os algozes de Jesus foram cruéis. Jesus, inocente, foi preso, levado a um julgamento arbitrário, foi surrado, e por fim, barbaramente crucificado e morto. Para espetáculo de uma multidão enfurecida, ingrata e insana, Jesus Cristo foi pendurado numa cruz, tendo em sua cabeça uma coroa de espinhos.

Todo este relato pode transparecer que o ministério de Jesus foi um fracasso, mas não foi. Para aqueles que não estão atentos ao projeto Redenção de Deus, a morte de Jesus significou o fracasso do projeto de Deus. Porém, a teologia bíblica nos ensina que se Jesus não tivesse morrido, se Ele não tivesse se oferecido como cordeiro que tira os pecados do mundo, aí sim, o projeto inicial de Deus descrito no relato Gênesis seria um fracasso. A morte de Jesus foi um ato redentor, ainda que tenha sido ocasionada pela intolerância ao novo de Deus, foi resultado de sua opção missionária (de Jesus) a favor da verdade. Através de seu sacrifício, fomos perdoados e admitidos outra vez à comunhão com Deus.

Outro detalhe que alguns esquecem consiste no fato de que a história de Jesus não se encerra na sua morte. Os relatos dos quatros evangelhos trazem uma bela e maravilhosa notícia dada pelos anjos: "Não vos atemorizeis; buscais a Jesus, o Nazareno, que foi crucificado; ele ressuscitou, não está mais aqui; vede o lugar onde o tinham posto” (Mc 16.6). A grande notícia é a ressurreição de Jesus, Ele vive e reina eternamente.

Proponho que você leia os relatos da crucificação e morte de Jesus, não se esquecendo que Ele venceu a morte, triunfando na cruz sobre a mesma, pois ao terceiro dia, Ele Ressuscitou. O apóstolo Paulo, em sua carta aos Colossenses 3.14-15, nos diz: “tendo cancelado o escrito de dívida, que era contra nós... removeu-o inteiramente, encravando-o na cruz; e, despojando os principados e as potestades, publicamente os expôs ao desprezo, triunfando deles na cruz.”

Ainda o mesmo apóstolo, que outrora perseguiu os cristãos, afirma que se a ressurreição de Jesus não fosse verdadeira, vã seria a nossa fé. Só ela (a ressurreição) nos garante que as promessas de vida eterna são verídicas. Sim, devido a este extraordinário fato podemos crer no amanhã.

Os relatos das aparições de Jesus, após os acontecimentos da sexta-feira da paixão são tão incontestáveis, que ateus antigos e modernos para negarem sua ressurreição, através de filmes e livros procuram agora desacreditar da sua morte. Tentar negar a morte de Jesus é rejeitar dados históricos( ex: Flávio Josefo), e relatos de testemunhas oculares, aceitos como incontestáveis. Ao tentarem negar sua morte, eles acabam por referendar os relatos dos irmãos/ãs contemporâneos ao episódio que insistem em afirmar que terem visto Jesus vivo após a sua crucificação e morte. De fato, é impossível não aceitar como real a presença de Jesus entre os seus discípulos nos dias que sucedem a páscoa do tempo de Pilatos e Herodes. Se as aparições de Jesus após sua crucificação e morte são inegáveis, é porque ao terceiro dia, como está escrito, Ele ressurgiu dentre os morte. Tudo isto é confirmado não somente pelos relatos das testemunhas oculares, que são em grande número, mas também pela força do cristianismo através dos séculos. As experiências de milhões de pessoas na face da terra com Jesus, o ressuscitado, são tão fortes e incontestáveis, que me sinto inteiramente confortado para reafirmar o que os anjos falaram para Maria Madalena: “Porque buscai aquele que vive entre os mortos. Ele não está aqui, mas ressuscitou”. Nada poderá negar este fato verídico.

Devido a isto, lhe convido a celebrar a páscoa a partir da dimensão da ressurreição (do anúncio dos anjos), pois ela é um tempo que nos faz perceber que a vida é mais poderosa que a morte, e que o projeto de Deus se realizará em nossas vidas no seu devido tempo. A páscoa cristã é celebração da ressurreição redentora de Jesus, o filho de Deus.


O reverendo Marco Antonio de Oliveira é pastor -titular da Catedral Metodista do Rio de Janeiro, conferencista, terapeuta de família, psicanalista clínico, especialista e doutorando em Teologia. Contatos: www.catedralmetodista.org.br ou pelo telefone: (21) 7857-4936 . pastormarcooliveira@catedralmetodista.org.br

Fonte: Elnet
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quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Vídeo - Papiro sugere que JESUS era Casado



"Video Traduzido via ferramenta youtube"

Quatro palavras em um fragmento de papiro previamente desconhecido fornecem a primeira evidência de que alguns dos primeiros cristãos acreditavam que Jesus tinha sido casado, professor de Harvard Karen King disse ao 10 º Congresso Internacional de Estudos coptas, 18 de setembro de 2012.



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Papiro sugere que JESUS era Casado

A descoberta de uma pesquisadora da Universidade de Harvard (EUA) pode ajudar a esclarecer um dos aspectos mais controversos da vida de Jesus Cristo. Karen King, especialista em religião, encontrou um papiro do século 4 da nossa era cujo texto indica que Jesus Cristo foi casado.

O texto foi apelidado de "Evangelho da esposa de Jesus". A parte do texto que chamou a atenção dos pesquisadores é a seguinte: "Então, Jesus disse a eles: eis a minha esposa", de acordo com a tradução feita do copta (antigo idioma egípcio). "A tradição cristã sempre sustentou que Jesus não era casado, embora não exista evidência histórica para respaldar essa tese", disse Karen durante uma palestra em Roma, nesta terça-feira.

Segundo a pesquisadora de Harvard, "este novo evangelho não prova que Jesus era casado, mas nos diz que toda questão surgiu apenas como parte dos intensos debates sobre sexualidade e casamento. Desde o início, cristãos discordavam se era melhor não casar, mas foi apenas mais de século depois da morte de Jesus que começaram a recorrer à condição matrimonial dele para apoiar suas posições." De acordo com Karen, mostrar Jesus solteiro era uma maneira de fortalecer as posições católicas sobre temas como o celibato.

O fragmento tem oito linhas de texto de um lado e está muito danificado no verso, com apenas três palavras e algumas letras visíveis. O dono do documento procurou Karen em 2010, e na época ela duvidava da veracidade do fragmento do papiro. A tese sobre Jesus ter sido casado ganhou fama com o livro "O Código Da Vinci", de Dan Brown.
Reprodução/Karen King
Fonte: Yahoo Notícias

Pergunta: "Jesus Cristo se casou?"


Resposta: Jesus Cristo definitivamente não se casou. Há mitos populares hoje que falam de Cristo se casando com Maria Madalena. Esse mito é completamente falso e não tem nenhuma base teológica, histórica ou bíblica. Embora alguns "evangelhos gnósticos" mencionem Jesus tendo um relacionamento próximo com Maria Madalena, nenhum deles declara especificamente que Jesus era casado com Maria Madalena ou que teve qualquer tipo de envolvimento romântico com ela. O mais perto que qualquer um desses evangelhos chega a dar essa impressão é quando um deles diz que Jesus beijou Maria Madalena, o que facilmente poderia ser uma referência a um “beijo amigável”. Além disto, até mesmo se os evangelhos gnósticos falassem diretamente que Jesus se casou com Maria Madalena, eles não teriam nenhuma autoridade, já que já tem sido provado que os evangelhos gnósticos são falsificações inventadas para criar uma visão gnóstica de Jesus.

Se Jesus tivesse se casado, a Bíblia nos teria dito – ou teria pelo menos um relato ambíguo sobre tal fato. As Escrituras não seriam completamente caladas sobre um assunto tão importante. A Bíblia menciona a mãe de Jesus, o pai adotivo, irmãos e irmãs. Por que deixaria de mencionar que Jesus tinha uma esposa? Aqueles que acreditam / ensinam que Jesus era casado, estão apenas fazendo isso como uma tentativa de "humanizá-lo", para fazer dEle um homem mais comum – como todo mundo. As pessoas simplesmente não querem acreditar que Jesus era Deus em carne (João 1:1,14; 10:30). Por isso, elas inventam e acreditam em mitos sobre Jesus se casando, tendo filhos e sendo um ser humano comum.

Uma pergunta secundária seria: "Jesus poderia ter se casado?" Não há nada pecaminoso sobre o casamento. Não há nada de errado em ter relações sexuais no casamento. Então, sim, Jesus poderia ter se casado e ainda ser o perfeito Cordeiro de Deus e o Salvador do mundo. Ao mesmo tempo, não há nenhuma razão, biblicamente falando, para Jesus ter se casado. Essa não é a questão desse debate. Aqueles que acreditam que Jesus era casado não acreditam que Ele não tinha nenhum pecado, ou que Ele era o Messias. Casar-se e ter filhos não foram o motivo por que Deus enviou Jesus. Marcos 10:45 nos diz por que Jesus veio: "Pois o próprio Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos."
www.gotquestions.org

CLIQUE AQUI E ASSISTA UM VÍDEO SOBRE O ASSUNTO 

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terça-feira, 14 de agosto de 2012

Quem foi o Apóstolo Paulo

A VIDA DO APÓSTOLO PAULO

“Ele era um homem de pequena estatura”, afirmam os Atos de Paulo, escrito apócrifo do segundo século, “parcial-mente calvo, pernas arqueadas, de compleição robusta, olhos próximos um do outro, e nariz um tanto curvo.”

Se esta descrição merecer crédito, ela fala um bocado mais a respeito desse homem natural de Tarso, que viveu quase sete décadas cheias de acontecimentos após o nascimento de Jesus. Ela se encaixaria no registro do próprio Paulo de um insulto dirigido contra ele em Corinto. “As cartas, com efeito, dizem, são graves e fortes; mas a presença pessoal dele é fraca, e a palavra desprezível” (2 Co 10:10).

Sua verdadeira aparência teremos de deixar por conta dos artistas, pois não sabemos ao certo. Matérias mais importantes, porém, demandam atenção — o que ele sentia, o que ele ensinava, o que ele fazia.

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[Canal Livre] Jesus realmente existiu?



O personagem mais fascinante da história da humanidade. Quem foi e como viveu Jesus de Nazaré. O que a história e a arqueologia podem nos dizer sobre seu tempo. O Jesus Histórico é o tema do Canal Livre, que recebe o filósofo Mário Sergio Cortella. Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Descoberta "Arca de Noé"



Um grupo de investigadores turcos e chineses dizem ter encontrado a Arca de Noé. O achado foi localizado no Monte Ararat, no Leste da Turquia, perto da fronteira com o Irão. Os exploradores, pertencentes ao "Ministries International Limited", identificaram uma estrutura de madeira antiga, com 4800 anos. A antiguidade já foi verificada através do método do carbono 14, um dos mais rigorosos que se conhece.

Música de fundo: "Two Xiao Pieces"
Artista: Zhang Wei Liang

Fonte: http://www.noahsarksearch.net/big5/
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Leia a Publicação da Matéria no Site Folha OnLine.  Clique Aqui


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