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sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

FIM DO MUNDO EM 21/12/2012

Somos responsáveis pelas tragédias que irão acompanhar a repercussão do assunto: FIM DO MUNDO 21/12/2012.
Nunca na história um assunto sobre o fim do mundo alcançou uma proporção dessa magnitude em informação e divulgação como a do dia 21/12/12.

As redes sociais, em especial o facebook e twitter tem esse poder de espalhar informações desenfreadamente. E por sua vez, essas informações chegam até pessoas descontroladas e com pré-disposição a tragédias e terrorismo, gerando em seus coração uma vontade de cometer suicídio e outros atos trágicos. Um desejo de deixar na sociedade uma marca pela qual essa pessoa será lembrada pra sempre, seja essa marca o próprio suicídio, suicídios coletivos ou até mesmo assassinatos e atos de terrorismo.
Infelizmente já temos informações de pessoas que irão cometer esses atos, e outras que já cometeram. Como um homem que na sexta-feira passada, em Chenpeng, no centro da China feriu a golpes de facadas 23 crianças. E a Tv estatal afirmou que ele cometeu isso por estar impressionado com o Fim do Mundo. E quem nos garante que o garoto que matou 20 alunos e 6 adultos numa escola primária dos Estados Unidos no último dia 14/12/12, não pensou e agiu pelo mesmo impulso, abalado e ou atormentado com a ideia que teríamos de fato um fim do mundo, ele resolvera deixar a sua marca na sociedade.
Huckabee, comentarista do Noticiário da Fox. Em um trecho de seu comentário a respeito dos assassinatos na escola dos Estados Unidos ele diz: "Perguntamos nesses momentos: aonde estava Deus? Mas nos esquecemos que nós mesmos, em diversos momentos, pedimos pra Ele se retirar do nosso meio!"
E é exatamente isso que acontece! Queremos que Deus tenha compromisso com nossas expectativas, ao invés de obedecermos seus mandamentos. E quando percebemos que Ele não compactuou com nossos desejos, nos O "expulsamos."
Confesso que eu mesmo divulguei, dei ibope e brinquei com a idéia do fim do mundo em 21/12/12. E o meu pensar diante disso tudo, faz-me sentir culpado e triste. Quem me garante que uma das minhas dezenas de "curtidas" e "compartilhadas" que fiz em meu facebook e twitter a respeito desse assunto não chegaram até uma dessas pessoas problemáticas!?

Que isso tudo sirva de lição pra nós! Sabermos que uma informação assim, pode parecer brincadeira, mas também pode levar a destruição, não do mundo, mas de uma pessoa, uma família, uma sociedade.
Oremos mais, vigiemos mais, Amemos mais!

"Aquele rapaz não respeitou um dos 10 mandamentos, "Não Matarás". E os outros 9, o que estamos fazendo com eles?

(SNA.) SAMUEL NEVES DE ALMEIDA
http://www.facebook.com/samuel.nevesdealmeida
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quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Conheça as pessoas que dizem ser a verdadeira reencarnação de Jesus Cristo

Ele está entre nós

É o que garantem um guarda de trânsito, um agente secreto que se veste de mulher, um assassino... Conheça a incrível coleção de pessoas que dizem ser a verdadeira reencarnação de Jesus Cristo

Sergei não nasceu de mãe virgem nem ganhou presente dos 3 reis magos. Álvaro ainda não aprendeu a multiplicar pães e faltou às aulas de transformação de água em vinho. José Luis não andou sobre as águas e Jim não morreu na cruz. Mas isso não quer dizer que não façam milagres. Alguns até ganham certa fama por isso: fiéis com câncer alegam que foram curados por eles. Já outros, como Marshall, lideram suicídios coletivos. A maioria serve como conselheiro, com críticas à sociedade e à Igreja, e profetiza sobre o fim do mundo. Todos dizem que, em algum momento da vida, receberam um aviso e missão divinos. Em comum, uma convicção: eles são Jesus Cristo.

São dezenas de pessoas. Há exemplos de praticamente todas as etnias e continentes. Para alguns deles, encarnar o filho de Deus que se sacrificou pelos homens não basta. Suas vidas passadas incluem figuras tão distintas quanto Confúcio e a rainha Elizabeth 1ª da Inglaterra. O japonês Shoko Asahara, mentor do ataque ao metrô de Tóquio que matou 12 pessoas em 1995, diz ser Jesus, Buda e Shiva. Como ele, outros líderes com forte apelo a profecias apocalípticas e críticas à sociedade fundaram seitas que se revelaram perigosas ...

Mas é muito Cristo para pouca profecia. Segundo a Bíblia, o Messias foi um só e apenas ele carrega a verdadeira mensagem divina de salvação. Segundo o Apocalipse de são João, Jesus voltará à Terra para o confronto final com o diabo. É Cristo quem vai conduzir os fiéis ao paraíso. "Há divergências na interpretação das escrituras, mas, no geral, a crença é que os infiéis vão para o inferno com o fim do mundo", diz o professor Edson Martins, doutor em Ciências da Religião pela Universidade Metodista de São Paulo.

No texto religioso, o Juízo Final é antecedido por uma série de catástrofes, que incluem chuva de fogo e o ataque de monstros sobrenaturais. "A incoerência é essa. O Cristo vem e traz o fim do mundo. Mas quem se diz Jesus já está aqui e o mundo ainda não acabou!", afirma Rodrigo Franklin, coordenador de graduação da Escola Superior de Teologia da Universidade Presbiteriana Mackenzie.

Crise e fé

Apesar de incoerências como essas, o fenômeno se repete com maior ou menor intensidade nos últimos séculos. Em geral, crises econômicas influenciam na aparição e devoção a esses messias. "Vivemos ondas periódicas, de 10 a 15 anos, quando esses fenômenos aparecem com mais frequência. Nos momentos de ruptura e crise, o imaginário coletivo cria essas crenças sobre o fim do mundo. E esses movimentos devem voltar a surgir, por causa de 2012", diz Franklin. Alguns (maus) intérpretes do calendário maia, ajudados por Hollywood, se encarregaram de disseminar a data.

Nos movimentos messiânicos tradicionais, como era o de Antônio Conselheiro em Canudos, o líder prevê a chegada do messias, mas não se intitula como o próprio. "Suponho que as pessoas que acreditam ser Jesus seriam, no melhor caso, automessiânicas", afirma o historiador de religiões Robert Ellwood, membro da Sociedade Teofísica na América. Ainda quem não diga que seja pode levar a fama. Hailé Selassié 1º, patrono do movimento rastafári, não se rotulava como messias, mas seus seguidores ainda o anunciam como um novo Jesus Cristo.

O que leva um guarda de trânsito na Sibéria, um ex-agente do serviço secreto britânico ou um garçom brasileiro a dizer "Eu Sou Jesus"? Eles são doidos? Psicólogos concordam que esses Cristos poderiam ser diagnosticados com distúrbios de personalidade ou esquizofrenia. Mas só análises específicas poderiam responder à pergunta. No caso do Jesus brasileiro, o psicólogo Henri Cosí, autor de Inri Cristo: Louco, Farsante ou Messias?, aplicou testes para investigar qualquer indício de doença mental. Tanto Inri quanto seus discípulos apresentaram completa sanidade.

Conheça os novos Cristos mais inusitados da nossa época.

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terça-feira, 27 de novembro de 2012

Ciúme e Bíblia: considerações teóricas e práticas

O ciúme é um sentimento comum e complexo, que se manifesta em diferentes circunstâncias e níveis entre as pessoas. Lidar com essa emoção ou administrá-la é algo muitas vezes urgente nos contextos sociais, especialmente familiares, uma vez que tal sentimento tem a tendência de destruir relacionamentos. O que se segue abaixo são algumas considerações teológicas e práticas sobre o assunto em questão.

CONSIDERAÇÕES TEOLÓGICAS

A palavra grega "zelos", que aparece nos textos bíblicos, muitas vezes é traduzida como "ciúmes". O sentido básico desse termo é de calor, fervor, borbulhar ou encher, que figurativamente pode ser entendido como indignação, rivalidade, oposição a alguém ou algo. Podemos então definir o ciúme como um estado de alma "tempestuoso" que pode levar o cristão a atitudes legítimas que envolvem cuidado e proteção ou a todo tipo de comportamento anti-social, egoísta, desenvolvido ao lado de outras emoções como o medo, insegurança, tristeza, desânimo e ira.

Portanto existem dois sentidos, um positivo (bom) e outro negativo (mau), nos quais a palavra "ciúme" pode ser utilizada. Quando "zelos" é aplicada ao santo Deus, o sentido é unicamente positivo, enquanto que há variação de intenção dos autores bíblicos quando relacionada ao homem. No caso de Gl 5.20, por exemplo, o sentido de "zelos" intencionado pelo apóstolo Paulo é ilegítimo de acordo com o contexto da passagem, onde é listada algumas obras da carne, da vontade humana corrompida pelo pecado. Eis alguns outros textos que atestam esse ensino:

Sentido bom: Rm 10.2; 2Co 7.7,11; 9.2; Fp 3.6; Is 9.7; Ez 16;37-38; 23.25; Sl 69.9; 119.139.
Sentido mau: Jó 5.2; Pv 6.24; Ec 4.4; 9.6; Rm 13.13; 1Co 3.3; 2Co 12.20.

O ciúme no seu mais intenso nível ou grau passa a ser chamado de inveja ("fthonos"; ver Gl 5.21) como pode ser observado em algumas narrativas das Escrituras (leia mais sobre a inveja aqui). Quase sempre o sentido pretendido para inveja é negativo, exceto quando raramente usada para se relacionar a Deus (ver Tg 4.5). O ciúme/inveja foi, por exemplo, o motivador do assassinato de Abel cometido por seu irmão Caim, da fuga de Jacó diante de Esaú, da venda de José como um escravo pelos seus irmãos e da tentativa de homicídio do rei Saul contra Davi (ver especialmente Gn 37.11, At 7.9 e 1Sm 18.9). Tais histórias nos servem de exemplos para não subestimarmos esse "inimigo" que existe dentro de nós, o qual nos compete dominá-lo pela graça, em Cristo, o qual foi vítima da inveja de seus opositores (Mt 27.18 // Mc 15.10).

Nesse sentido, precisamos particularmente nos lembrar que Corinto era uma igreja com muitos problemas relacionados ao ciúme/inveja. Suas divisões e rixas, certamente eram fruto desse sentimento, o qual Paulo solenemente identifica (1Co 3.3; 2Co 12.20) para que os coríntios reconhecessem parte do problema que estava atribulando os irmãos e prejudicando a comunhão e crescimento da igreja. Assim como esses cristãos do passado, cabe a nós hoje ouvirmos a tão maravilhosa exortação do apóstolo do Senhor em espírito de oração e nos examinarmos:

"o amor não arde em ciúmes" (ARA)
"o amor não inveja" (NVI).
1Co 13.4

CONSIDERAÇÕES PRÁTICAS

Abaixo estão enumeradas algumas perguntas que poderão ajudar na identificação e tratamento do ciúme em sua vida cristã. O uso de técnicas de psicoterapia podem ser úteis, desde que sejam usadas sob a orientação da Palavra de Deus (procure um especialista cristão nessa área). No entanto, muitas delas exaltam excessivamente o papel da auto-imagem nos cuidados com o indivíduo, negando ou invalidando a existência do pecado na natureza humana. Como cristãos precisamos entender que sem a santificação (Jo 17.17 // Cl 3.5a) e sem a graça de Deus, jamais seremos restaurados desse mal que habita em nós.

1. Faça uma lista com as atitudes que o seu próximo tem e que despertam em você o ciúme (no sentido positivo, bom).

2. Faça a mesma lista, agora com o ciúme no sentido negativo, mau.

3. Qual sentido prevaleceu?

4. Em quais situações ou circunstâncias você sente ciúme?

5. Qual a frequência desse sentimento em você? Diário, ocasionalmente, raramente?

6. O seu próximo tem contribuído para despertar o ciúme em você? Se sim, o que ele deveria fazer para te ajudar? Que mudanças comportamentais ele deveria fazer? Se não, em que você necessita mudar?

7. Na sua família ou em amizades próximas, alguém tem te estimulado a ter ciúme? Você tem sido influenciado por eles (elas) nesse sentido?

8. O ciúme tem te atrapalhado em quê? Quais áreas da sua vida tem sido especificamente afetadas?

9. O ciúme tem te ajudado em quê? Quais áreas da sua vida tem sido especificamente melhoradas?

10. Com que frequência você tem orado especificamente por isso em sua vida? Você também tem orado em favor do seu próximo nesse sentido?

11. Qual (ais) versículo (s) bíblico (s) você escolheria para memorizar, guardar, para que ele (s) seja (m) útil (eis) contra o ciúme no momento da tentação?

12. Você tem solicitado a ajuda de seus líderes (pastor, presbíteros ou outros irmãos) para lutar contra o ciúme? Se não, porquê?

Obras consultadas:

- As obras da carne e o fruto do Espírito, William Barclay.
- Dicionário de ética Cristã, org. Carl Henry.
- Dicionário de grego e hebraico, Strong.
- Comentários bíblicos sobre Gálatas 5.19-21.

FONTE: UMPC

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sábado, 24 de novembro de 2012

Bíblia: mito ou realidade?

Conta a anedota que uma mulher de Manhattan que morava próximo à ferrovia ligou para a companhia para reclamar de danos em seu apartamento causados pela passagem dos trens. Ela alegou que pedaços do reboco de seu quarto estavam se desprendendo devido à vibração e exigia indenização. Dois meses depois, no momento em que ela se preparava para entrar no banho, a campainha tocou. Com a toalha enrolada no corpo, ela espiou pelo olho mágico e viu um homem de boné, uniforme e crachá. Era o técnico da companhia de trem. Justo naquele momento?! Dali a poucos minutos, ela teria que comparecer a uma entrevista de emprego.

A mulher tentou explicar a situação, mas o técnico disse que teria que anotar em seu relatório que a cliente não pôde recebê-lo, e disse também que uma nova visita poderia demorar outros dois meses. Contrariada, ela pediu que o homem entrasse, se dirigisse ao quarto, sentasse ao pé da cama e esperasse o trem que passaria dentro de poucos minutos. Enquanto isso, ela tomaria banho e trocaria de roupa no banheiro.

O que ela não esperava era que o noivo chegasse naquele momento para lhe fazer uma surpresa, oferecendo-lhe carona até o local da entrevista. Como tinha a chave do apartamento, ele foi logo entrando e se dirigiu ao quarto.

– O que significa isso?! – gritou para o rapaz sentado na cama, que empalideceu instantaneamente.

– O senhor acreditaria se eu lhe dissesse que estou esperando o trem?

Deixando a graça – e a imprudência da moça – de lado, essa história revela um fato curioso: por mais inverossímil que seja um relato, ele pode ser a pura expressão da verdade.

Deus criou o mundo em sete dias. O diabo usou uma serpente para enganar a primeira mulher. Um dilúvio cobriu toda a Terra e apenas uma família e representantes das espécies terrestres de animais foram salvos numa grande arca de madeira. Deus criou a diversidade de línguas para impedir a construção da Torre de Babel. Escravos cruzaram o Mar Vermelho que se abriu diante deles. Jesus curou paralíticos, deu vista aos cegos e até ressuscitou mortos. Isso tudo é possível? Trata-se de fatos reais ou meras alegorias para transmitir verdades espirituais? É preciso analisar os fatos antes de chegar a uma conclusão precipitada.

1. A Criação. Quando analisamos os relatos ou mitos de criação antigos, percebemos semelhanças interessantes com o texto Bíblico. Exemplo: o Enuma Elish, datado do 7º século a.C., traz sete tabletes de argila que descrevem a criação do mundo dividida em sete partes. Apesar das diferenças, as semelhanças entre esses mitos e o relato bíblico apontam para uma mesma fonte primordial. Kenneth Kitchen, respeitado egiptólogo da Universidade de Liverpool, Inglaterra, e especialista em literatura do antigo Oriente Médio afirma que geralmente na cultura literária daquela região os relatos mais simples contêm a narrativa original de um evento. Quando comparado com os mitos babilônicos, assírios, hititas e egípcios, o relato da criação em Gênesis desponta como a versão menos elaborada, logo, original. Mais: De onde teria surgido o ciclo semanal, que não depende de movimentos de corpos celestes, como os dias, os meses e os anos? E como ficaria o quarto mandamento da lei de Deus, que estabelece a guarda do sábado semanal – “porque em seis dias fez o Senhor o céu e a terra, o mar e tudo o que neles há” (Êx 20:11) –, caso a semana da Criação não fosse literal?

2. A Queda. De modo semelhante, o relato da queda pelo engano da serpente é sugerido em outras culturas. Um selo mesopotâmico do 3º milênio a.C. traz a imagem de um casal sentado em frente a uma árvore com uma serpente por trás deles. Resquícios dessa história são encontrados em outras culturas, apontando igualmente para um relato primordial.

3. O Dilúvio. Mais de 200 culturas espalhadas pelo mundo preservaram relatos de uma grande inundação que destruiu a Terra e da qual foram salvas algumas pessoas num grande barco. Além disso, há várias evidências geológicas que apontam para uma tremenda catástrofe hídrica. Exemplo: cerca da metade dos sedimentos continentais são de origem marinha; são encontrados em montanhas fósseis de animais marinhos; os estratos da coluna geológica se apresentam de forma paralela em grandes extensões, sem revelar sinais de erosão entre as camadas, o que indica uma formação rápida; etc.

4. A Torre de Babel. Os zigurates encontrados em Ur, no Iraque, e que eram usados para facilitar o contato dos sacerdotes com os deuses, atestam que o povo de Babel construiu torres com propósitos religiosos. Além disso, estudos línguísticos têm demonstrado que os idiomas remontam a um tronco comum, à medida que se recua no tempo.

5. O Êxodo. Estudos indicam que, de fato, houve escravos hebreus no Egito, como atestam pinturas nas paredes de pirâmides. E um papiro do sacerdote egípcio Ipuwer menciona, inclusive, algumas das pragas que assolaram a nação. Há diversas palavras e expressões hebraicas nas narrativas do livro de Êxodo que são claramente de origem egípcia, o que indica a autoria de alguém versado em ambos os idiomas e conhecedor do local de origem do relato. Por que, então, duvidar do restante do relato do livro bíblico do Êxodo?

6. Milagres de Jesus. Fontes extrabíblicas, como o historiador judeu do 1º século Flávio Josefo e o Talmude, importante obra do judaismo concluída por volta do ano 500 d.C., sugerem que Jesus de Nazaré foi responsável por feitos miraculosos. Quando Jesus ressuscitou, os maiores interessados em desmentir o fato eram os líderes judaicos e os soldados romanos. Mas eles não puderam fazer isso. O surgimento do cristianismo em Jerusalém só pode ser explicado por meio da ressurreição de Jesus Cristo, uma vez que se o corpo dEle ainda estivesse na tumba de José de Arimatéia, a crença num Messias ressurreto seria infundada e insana.

E o mais interessante é que Jesus, o Filho de Deus, confirmou todos os eventos bíblicos citados acima ao fazer referência a eles como fatos históricos e não meras alegorias.

Michelson Borges - Criacionismo

Extraído de ARQUEOLOGIA BÍBLICA
ACESSE: www.arqueologiadabiblia.com

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sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Namoro não é método de evangelismo

Há pouco respondi uma pergunta feita por um internauta a qual reproduzo abaixo:

"Pastor, eu estou gostando de uma menina, o problema é que ela não é cristã. Eu sei que ela gosta de mim, também sei que a Bíblia não aconselha o namoro entre crentes e incrédulos. A minha dúvida é a seguinte: "Deus não pode usar o meu namoro para a conversão dela?"

Obrigado,

Carlos Augusto (nome fictício)

Prezado Carlos Augusto,

Vamos por partes. Primeiramente gostaria de ressaltar afirmando que o jugo desigual é bíblico. "Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis; porque, que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas? E que concórdia há entre Cristo e Belial? Ou que parte tem o fiel com o infiel?" II Co 6:14. Para o reformador João Calvino, o jugo desigual era nada menos que manter comunhão com as obras infrutíferas das trevas e estender-lhes a destra de companhia. Em outras palavras isto significa estar ligado ao mesmo tempo, lado a lado na mesma canga. É a metáfora dos bois ou cavalos que têm de andar juntos, desfrutando das mesmas práticas, porque estão presos na mesma canga.

Em segundo lugar namoro não pode ser usado como método de evangelismo. Na verdade, ouso afirmar que praticamente todos aqueles que enveredaram por esse caminho acabaram laçados pelo pecado. Ora, evangelizar não é dar beijos, abraços, afetos e carinhos a outra pessoa. Do ponto de vista bíblico, evangelizar é proclamar a verdade de que a única maneira do homem se salvar da morte eterna é arrependendo-se dos seus pecados, confessando Cristo como único e suficiente Salvador.

A experiência pastoral me mostra que todos aqueles que optaram por esse caminho tropeçaram nos laços de satanás levando-os por conseguinte a uma vida distante de Deus.

Pense nisso,

ACESSE: Renato Vargens

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sexta-feira, 16 de novembro de 2012

CUMPRIMENTO DE MAIS UMA PROFECIA ??? “Mulher montada na besta” estampará novas cédulas do Euro

Imagem mitológica será visto em dinheiro europeu

Segundo a mitologia grega, a princesa fenícia Europa foi raptada e estuprada pelo rei dos deuses, Zeus. Seu nome ficou eternizado por dar nome ao continente que agora usará sua imagem nas cédulas de dinheiro.

Essa foi a imagem escolhida para, a partir do próximo ano, substituir janelas e portas nas notas como um recurso decorativo e também de segurança. “Retratos são utilizados em notas de todo o mundo e a pesquisa mostrou que as pessoas tendem a se lembrar de rostos. Existe melhor figura do que Europa para servir como o novo rosto do euro?”, questiona o chefe do Banco Central Europeu (BCE), Mario Draghi.

Ela aparecerá pela primeira vez nas notas de 5 euros, e deverá ser gradativamente vista nas outras notas nos próximos anos. O rosto de Europa será mostrado como uma marca d’água e um holograma.

O Banco Central Europeu revelou este mês como as novas notas incluirão elementos de segurança melhorados. De acordo com o site do Banco Central Europeu, “ao inclinar-se a nota, o número esmeralda apresenta um efeito luminoso de movimento ascendente e descendente. Dependendo do ângulo de observação, o número também muda de cor passando de verde-esmeralda a azul escuro”.

A primeira série de notas marca a maior mudança na circulação do euro em 10 anos.

Um dos motivos para a mudança é o crescente número de notas falsificadas de euro que passaram a circular no continente nos últimos anos. A Europol, agência de polícia da União Europeia, com sede em Haia, disse que as autoridades apreenderam mais de € 19 milhões em dinheiro falso desde 2006.

Alheio a questão estética, diversos sites cristãos especializados em profecias levantaram a hipótese de que trata-se da “mulher monta na besta”, citada no Livro de Apocalipse. Um dos motivos é a crescente secularização da Europa, que restringe a fé cristã, mas demonstra maior tolerância com as manifestações muçulmanas, lembra o Prophecy News Watch.

Segundo o fórum de debates Rapture in the air, assim como Zeus, Satanás terá a capacidade de tomar a forma humana e enganar a todos durante a tribulação.

A mulher também pode ser vista em frente à sede da União européia em Bruxelas. Recentemente, em meio à crise do Euro, ganhou força a proposta de um governo e um exército unificado em toda a Europa para evitar novas crises econômicas.

Outros lembram que a bandeira da União Européia e suas 12 estrelas também são alusões a elementos dos capítulos 16, 17 e 18 do Livro de Apocalipse. As informações são do jornal EU Observer, Rapture in the air, Prophecy News.

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segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Quem é Jesus? I



Leitura: Lucas 9:18
Vídeo: http://youtu.be/Z7KsN0csUzg

"Certa vez Jesus estava orando em particular, e com ele estavam os seus discípulos; então lhes perguntou: 'Quem as multidões dizem que eu sou?' Eles responderam: 'Alguns dizem que és João Batista; outros, Elias; e, ainda outros, que és um dos profetas do passado que ressuscitou'. 'E vocês, o que dizem?', perguntou. 'Quem vocês dizem que eu sou?'"

Hoje Jesus faz a mesma pergunta a cada coração: "Quem você diz que eu sou?". As respostas são as mais diversas. Alguns dirão que é Elias reencarnado, sem nunca terem reparado que o profeta Elias não passou pela morte, mas foi arrebatado ao céu. Mais adiante neste evangelho veremos que Jesus conversa com Elias e Moisés, quando se transfigura diante dos olhos de seus discípulos. Se ele fosse a reencarnação de Elias não poderia ter conversado consigo mesmo.

Alguns piedosamente afirmam ter sido ele um grande homem, um mestre que veio trazer mensagens valiosas para nossa evolução espiritual. Será? Achar que com uma opinião assim você está elogiando Jesus é como querer elogiar Einstein por saber a tabuada. Considerar Jesus menos que divino é uma ofensa a Deus.

Os muçulmanos dizem que Jesus é apenas mais um dos profetas de Deus e os judeus negam que ele seja o Messias prometido. Existe ainda uma miríade de seitas e religiões cujos fundadores afirmam ser a mais recente manifestação de Jesus. Na Internet é possível encontrar mais de trinta deles, sem contar os que estão em instituições para doentes mentais, o que poderia ser considerado o maior caso de roubo de identidade da história.

Por que tanta gente quer se passar por Jesus? Por outro lado, por que tantos têm tamanha aversão por este nome? E por que milhares amaram tanto este mesmo nome ao ponto de morrerem por ele? Deve existir algo de muito especial nessa pessoa. Então quem é realmente Jesus? Um bom lugar para começarmos a pesquisar é a própria Bíblia, iniciando pelo Antigo Testamento que terminou de ser escrito 450 anos antes de Jesus nascer.

Ali encontramos profecias que falam dele, e se você tiver um conhecimento mínimo dos evangelhos verá que seria humanamente impossível alguém preencher todas as expectativas dos profetas por mera coincidência. A probabilidade de uma mesma pessoa se encaixar em apenas 8 das mais de 300 profecias do Antigo Testamento que falavam do Messias é de uma em cem quatrilhões. E quais seriam as chances de alguém cumprir 48 dessas profecias? Pense no número dez seguido de 157 zeros. E Jesus não se encaixa em apenas 48 profecias, mas em mais de trezentas!

Por isso vamos precisar de mais 3 minutos para continuar perguntando: Quem é Jesus?

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terça-feira, 30 de outubro de 2012

A REFORMA PROTESTANTE: PERGUNTAS E RESPOSTAS


PERGUNTAS E RESPOSTAS


Alderi Souza de Matos

1. Qual a importância da Reforma?

A Reforma Protestante foi importante para o cristianismo porque chamou a atenção para verdades (doutrinas) e práticas bíblicas que haviam sido esquecidas ou distorcidas pela Igreja Medieval. Não foi um movimento inovador, mas restaurador das convicções e ênfases do cristianismo original. Algumas de suas principais contribuições foram: retorno às Escrituras; a centralidade de Cristo; a salvação vista como dádiva da graça de Deus, a ser recebida por meio da fé; a Igreja não é a instituição ou a hierarquia, mas o povo de Deus – cada cristão é um sacerdote.

2. A Reforma foi um movimento exclusivamente religioso?

Embora tenha sido um movimento predominantemente religioso, a Reforma teve importantes ligações com as realidades econômicas, políticas e sociais do século 16. Na área econômica, contribuíram para a Reforma fenômenos como o fim do feudalismo, o desenvolvimento do capitalismo e a crescente urbanização. Ao contrário da mentalidade católica medieval, os protestantes tinham uma visão positiva do trabalho, do lucro e das ocupações “seculares”. Suas concepções acerca da pobreza também eram diferentes. Por outro lado, a Reforma foi um protesto contra a opulência da Igreja Majoritária e suas contínuas interferências na economia das nações européias (através de inúmeros impostos eclesiásticos e outros meios).

3. Qual a posição de Lutero quanto ao livre arbítrio?

Lutero negou o livre arbítrio no que diz respeito à salvação – o ser humano, escravizado pelo pecado, não pode por si mesmo buscar a Deus. Todavia, o livre arbítrio permanece intacto em relação a outras questões, como as decisões comuns e as responsabilidades da vida cotidiana.

4. Por que existem tantas igrejas protestantes?

Lutero defendeu firmemente a sacerdócio universal dos fiéis, mas essa não é a principal razão da existência de muitas igrejas evangélicas. A razão maior está no princípio do “livre exame”, ou seja, o direito de todo cristão de estudar por si mesmo as Escrituras, não ficando preso à autoridade da Igreja ou a uma interpretação “oficial” da Bíblia.

5. Há necessidade de uma nova Reforma?

Existem muitas igrejas ditas “protestantes” ou “evangélicas” que, por terem se afastado dos princípios básicos propostos pelos reformadores, realmente necessitam de uma nova Reforma.

6. Como a Reforma contribuiu para o pensamento moderno?

A Reforma contribuiu para o pensamento moderno de muitas maneiras. Seu questionamento do autoritarismo religioso medieval, sua ênfase à participação responsável dos fiéis na vida e na direção das igrejas, seu estilo participativo de liderança, sua valorização do trabalho e de toda e qualquer ocupação honesta contribuíram para o fortalecimento de noções como liberdade, democracia e solidariedade social. Os diferentes reformadores e seus seguidores deram importantes contribuições nas áreas da teologia, filosofia, política, sociologia e ética.

7. Que dizer da imagem negativa de Lutero?

Felizmente, essa imagem negativa de Lutero está em declínio. Atualmente, mesmo historiadores católicos têm tido uma visão mais construtiva e equilibrada do pensamento e da obra do reformador.

8. É correta a interpretação de Marx e Engels de que a Reforma foi motivada por fatores sociais e econômicos?

Essa visão de Marx e Engels é parcial e inadequada. Lutero foi movido acima de tudo por sua intensa experiência religiosa. Ele havia se tornado um monge por preocupar-se com a sua salvação; porém, a sua vida monástica só fez aumentar a sua insegurança espiritual. Foi então que descobriu nas epístolas paulinas o ensino acerca da justificação pela fé. Essa experiência libertadora, que trouxe paz ao seu coração, e as convicções dela resultantes, foram o fundamento da sua obra como reformador.

9. Lutero era aliado das elites?

Lutero era inteiramente popular, como demonstram fartamente os seus escritos. Ele era um homem do povo, falava a linguagem do povo, por vezes bastante áspera, e só ocasionalmente envolveu-se com os nobres, por força das circunstâncias políticas da época.

10. É verdade que o reformador Lutero gostava de uma boa cerveja?

Lutero realmente gostava de comer e beber, por entender que essas eram dádivas de Deus aos seus filhos.

11. Por que a Reforma teve diferentes manifestações?

A Reforma teve características distintas em outras partes da Europa por vários motivos: as personalidades e ênfases dos outros reformadores, as peculiaridades culturais das outras nações e as realidades políticas dessas nações. Por exemplo, na Inglaterra a Reforma só implantou-se graças à interferência decisiva de vários monarcas, como Henrique VIII, Eduardo VI e, em especial, Elizabete I. Querendo agradar os seus súditos protestantes e católicos, ela criou o anglicanismo, uma síntese de elementos dessas duas tradições religiosas.

Fonte : www.mackenzie.br

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sexta-feira, 26 de outubro de 2012

O BIO CHIP É A MARCA DA BESTA PREVISTA NO APOCALIPSE ???

"A todos, os pequenos e os grandes, os ricos e os pobres, os livres e os escravos, faz que lhes seja dada certa marca sobre a mão direita ou sobre a fronte, para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tem a marca, o nome da besta ou o número do seu nome. Aqui está a sabedoria. Aquele que tem entendimento calcule o número da besta, pois é número de homem. Ora, esse número é seiscentos e sessenta e seis" (Ap 13.16-18).

A discoteca espanhola Baja Beach Club em Barcelona começou a usar, pela primeira vez no mundo, algo semelhante à marca descrita no último livro da Bíblia... Os clientes habituais da discoteca podem mandar implantar um chip no braço. Além dos dados pessoais ele terá capacidade de armazenar seu saldo. Na entrada, os clientes "chipados" serão facilmente identificados através de um leitor de raios laser e os garçons poderão debitar as despesas diretamente no braço do cliente. Quando o saldo acabar, bastará recarregá-lo.

O chip é um produto da empresa norte-americana Applied Digital Solutions... Seu plano é implantá-lo no maior número possível de pessoas.

Chips com outras capacidades estão sendo desenvolvidos e usados nos Estados Unidos, por exemplo, para aumentar as vendas da multinacional de bebidas Coca-Cola. Ela lançou uma campanha de marketing centrada em 120 latas de refrigerante especiais. Sua aparência e seu peso não permitem reconhecer que estão equipadas com telefone celular e um chip GPS (Global Positioning System). Os felizes compradores das latinhas premiadas devem identificar-se por telefone notificando seu achado e levar a latinha sempre consigo até que uma equipe da Coca-Cola os localize para informá-los sobre seus prêmios".

Essas notícias comprovam a atualidade das afirmações bíblicas! Como é possível que alguém, há dois mil anos atrás, distante de todas as possibilidades tecnológicas de hoje, tenha descrito tais desenvolvimentos? Em Apocalipse 13 são relatados acontecimentos que se dariam apenas nos tempos finais, pouco antes da volta de Jesus. O idoso apóstolo João, que vivia exilado na ilha de Patmos, escreveu que, no fim dos tempos, as pessoas iriam receber uma marca em sua mão direita ou em sua fronte, e que poderiam comprar ou vender apenas com ela. Além disso, ele fala de uma imagem que teria fôlego e falaria (Ap 13.15). Como ele podia ter a certeza e a "ousadia" de escrever algo assim? Naquela época, suas afirmações estavam bem longe da realidade. Além disso, o que significavam suas palavras? Que valor tinham essas descrições minuciosas de algo que ninguém conhecia? Será que João não temia cair no ridículo ou não havia o perigo da Bíblia ser posta de lado por ser considerada uma coleção de fábulas? Qualquer "ser pensante" – caso a Bíblia fosse um "conto de fadas" – teria evitado fazer afirmações desse teor, preferindo escrever coisas mais genéricas, pensamentos filosóficos ou literatura poética. Mas João estava absolutamente convicto de que tudo o que viu e escreveu correspondia integralmente à verdade.

A Bíblia não é, de forma alguma, um livro de contos. Ela é a revelação divina à humanidade. Só um Deus que conhece os mínimos detalhes do futuro e dos processos históricos pode mandar escrever fatos futuros através da inspiração de Seu Espírito. Somente Deus sabia de antemão que aproximadamente mil e novecentos anos mais tarde um aparelho iria influenciar o mundo através de uma imagem que fala e se move. Somente um Ser Supremo poderia saber que dois mil anos depois seria possível implantar um chip sob a pele. Apenas Ele poderia mandar predizer que essas coisas incomparáveis iriam acontecer. Somente um Deus que é a Verdade poderia anunciar algo tão "inacreditável" para provar que Sua Palavra é verdadeira e que podemos crer em tudo o que Ele diz. O Senhor Jesus expressou essa verdade ao dizer: "Desde já vos digo, antes que aconteça, para que, quando acontecer, creiais que EU SOU" (Jo 13.19).

A última fase do fim dos tempos teve início com o ajuntamento dos judeus em sua pátria e com a fundação do Estado de Israel em 1948. Praticamente em paralelo, os processos em desenvolvimento no nosso mundo se direcionam em ritmo cada vez mais acelerado para o cumprimento do Apocalipse.

"Quem não se deixa vencer pela verdade divina será vencido pelo engano", disse Agostinho. Não resta muito tempo para ridicularizar a Bíblia, pois a seriedade de suas palavras é muito evidente!
(Norbert Lieth - http://www.chamada.com.br).

ASSISTA VÍDEOS QUE FALAM SOBRE A IMPLANTAÇÃO DOS CHIPS 





QUAL É A SUA OPINIÃO ??? DEIXE O SEU COMENTÁRIO.


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quinta-feira, 25 de outubro de 2012

A verdadeira história do Halloween

A festa do Halloween que acontece no dia 31 de outubro, foi introduzida nos EUA por imigrantes irlandeses. No final do século passado, virou costume na França.
Na Irlanda dia 31 de outubro se comemora o dia dos mortos (samhain). E é feriado nos EUA, conhecido como “dia das bruxas”, onde crianças saem de casa fantasiadas de monstros, fantasmas, bruxas, etc; pedindo doces (trick or treat).
No Brasil, vem ganhando espaço em nossa cultura nas escolas, cursos de inglês, mídia, clubes e etc.
Simbolismos e Origens:
1- O dia 31 de Outubro para os Druidas, 31 de outubro era a noite em que Samhain (senhor dos mortos) voltava com os espíritos dos mortos. Eles precisavam ser apaziguados ou agradados; caso contrário, os vivos seriam amaldiçoados. 
2- Druidas - Estes eram membros de um culto sacerdotal entre os celtas da antiga França, Irlanda. Eles ofereciam sacrifícios humanos (um ritual do satanismo) e tinham como sagrados a lua, a meia-noite, o gato, o cavalo e etc. Eles moravam nas florestas e cavernas, e diziam prever o futuro através de vôo de pássaros, do fogo, do fígado e outras entranhas de animais sacrificados. 
3- Cabeças de Abóbora (“Jack-o-lanterns”)Originou –se na lenda de um homem chamado Jack, a quem foi negada a entrada no céu, por sua maldade, e no inferno por pregar peças ao diabo.
Condenado a perambular pela terra até o dia do juízo final. Então Jack teria colocado uma brasa brilhante num nabo oco, para iluminar-lhe o caminho através da noite. Este talismã (que depois virou abóbora) simbolizava uma alma condenada.
4- Bruxas e Fantasmas Os antigos druídas acreditavam que numa certa noite (31de Outubro), bruxas, fantasmas, espíritos, fadas e duendes saíam para prejudicar as pessoas. E por medo, as pessoas ofereciam alimentos para que os espíritos se acalmassem. Exatamente o que ocorre quando as crianças realizam o “Trick or Treat” (travessuras ou doces). Ou seja, acabam se passando por esses espíritos. E o que supostamente é apenas uma brincadeira, é mais sério que se pensa.
5- Lua Cheia, Gatos e Morcegos Lua Cheia: acreditava-se que a lua cheia marcava a época de praticar certos rituais ocultos. Gato Preto: diz a lenda que as bruxas podem se transformar em gatos pretos. Morcegos: acreditava-se no período medieval que os demônios tranformavam-se em morcegos por possuírem características de pássaro (para o ocultismo, símbolo da alma) e de demônio (por ser noturno). Claro que tudo isso foi criado por Deus, apenas a forma de usá-los que nesse caso está errada.
6- Máscaras e Fantasias As máscaras e fantasias têm sido um meio de, superticiosamente, afastar os espíritos maus ou mudar a personalidade do usuário e também de comunicação como mundo dos espíritos.
7- Fogueiras Os druidas construíam grandes fogueiras, nas celebrações da “Vigília de samhain” e queimavam vivos prisioneiros de guerra, criminosos e animais. Observando a posição dos corpos em chamas, diziam ver o futuro. Em fim, dentre outras coisas, essa é uma celebração aos mortos. E a Bíblia nos ensina que não devemos fazer isso. Leia para conferir: Deuteronômio 18:11. Também diz : “Aos mortos está ordenado morrer uma só vez, depois disso o juízo.” Hebreus 9:27.

Queremos portanto, esclarecer o que está por trás dessa festa, que embora muitos celebrem esta festa de forma inocente. Mas que na verdade é uma maneira de envolvimento com práticas diabólicas e que em nada acrescentam a sua vida. Inclusive em alguns lugares há nível de sacrifícios humanos nesses rituais. Seja livre desse engano e ajude a livrar outros enviando para seus contatos.

SEGUE ABAIXO UM DOCUMENTÁRIO QUE FALA UM POUCO SOBRE O SURGIMENTO DO HALLOWEEN:


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segunda-feira, 22 de outubro de 2012

A honrada história de São Jorge

A verdadeira História de São Jorge


Em torno do século III D.C., quando Diocleciano era imperador de Roma, havia nos domínios do seu vasto Império um jovem soldado chamado Jorge de Anicii. Filho de pais cristãos, converteu-se a Cristo ainda na infância, quando passou a temer a Deus e a crer em Jesus como seu único e suficiente salvador pessoal. Nascido na antiga Capadócia, região que atualmente pertence à Turquia, Jorge mudou-se para a Palestina com sua mãe, após a morte de seu pai. Tendo ingressado para o serviço militar, distinguiu-se por sua inteligência, coragem, capacidade organizativa, força física e porte nobre. Foi promovido a capitão do exército romano devido a sua dedicação e habilidade.

Tantas qualidades chamaram a atenção do próprio Imperador, que decidiu lhe conferir o título de Conde. Com a idade de 23 anos passou a residir na corte imperial em Roma, exercendo altas funções. Nessa mesma época, o Imperador Diocleciano traçou planos para exterminar os cristãos. No dia marcado para o senado confirmar o decreto imperial, Jorge levantou-se no meio da reunião declarando-se espantado com aquela decisão, e afirmou que os os ídolos adorados nos templos pagãos eram falsos deuses. Todos ficaram atônitos ao ouvirem estas palavras de um membro da suprema corte romana, defendendo com grande coragem sua fé em Jesus Cristo como Senhor e salvador dos homens.

Indagado por um cônsul sobre a origem desta ousadia, Jorge prontamente respondeu-lhe que era por causa da VERDADE. O tal cônsul, não satisfeito, quis saber: "O QUE É A VERDADE?". Jorge respondeu: "A verdade é meu Senhor Jesus Cristo, a quem vós perseguis, e eu sou servo de meu redentor Jesus Cristo, e nEle confiado me pus no meio de vós para dar testemunho da Verdade." Como Jorge mantinha-se fiel a Jesus, o Imperador tentou fazê-lo desistir da fé torturando-o de vários modos. E, após cada tortura, era levado perante o Imperador, que lhe perguntava se renegaria a Jesus para adorar os ídolos. Porém, este santo homem de DEUS jamais abriu mão de suas convicções e de seu amor ao SENHOR Jesus. Todas as vezes em que foi interrogado, sempre declarou-se servo do DEUS Vivo, mantendo seu firme posicionamento de somente a Ele temer e adorar.

Em seu coração, Jorge de Capadócia discernia claramente o propósito de tudo o que lhe ocorria: “... vos hão de prender e perseguir, entregando-vos às sinagogas e aos cárceres, e conduzindo-vos à presença de reis e governadores, por causa do meu nome. Isso vos acontecerá para que deis testemunho”. (Lucas 21.12:13 – Grifo nosso). A fé deste servo de DEUS era tamanha que muitas pessoas passaram a crer em Jesus e confessa-lo como SENHOR por intermédio da pregação do jovem soldado romano. Durante seu martírio, Jorge mostrou-se tão confiante em Cristo Jesus e na obra redentora da cruz, que a própria Imperatriz alcançou a Graça da salvação eterna, ao entregar sua vida ao SENHOR. Seu testemunho de fidelidade e amor a DEUS arrebatou uma geração de incrédulos e idólatras romanos.

Por fim, Diocleciano mandou degolar o jovem e fiel discípulo de Jesus, em 23 de abril de 303. Logo a devoção a “São” Jorge tornou-se popular. Celebrações e petições a imagens que o representavam se espalharam pelo Oriente e, depois das Cruzadas, tiveram grande entrada no Ocidente. Além disso, muitas lendas foram se somando a sua história, inclusive aquela que diz que ele enfrentou e amansou um dragão que atormentava uma cidade...

Em 494, a idolatria era tamanha que a Igreja Católica o canonizou, estabelecendo cultos e rituais a serem prestados em homenagem a sua memória. Assim, confirmou-se a adoração a Jorge, até hoje largamente difundida, inclusive em grandes centros urbanos, como a cidade do Rio de Janeiro, onde desde 2002 faz-se feriado municipal na data comemorativa de sua morte.

Jorge é cultuado através de imagens produzidas em esculturas, medalhas e cartazes, onde se vê um homem vestindo uma capa vermelha, montado sobre um cavalo branco, atacando um dragão com uma lança. E ironicamente, o que motivou o martírio deste homem foi justamente sua batalha contra a adoração a ídolos...

Apesar dos engano e da cegueira espiritual das gerações seguintes, o fato é que Jorge de Capadócia obteve um testemunho reto e santo, que causou impacto e ganhou muitas almas para o SENHOR. Por amor ao Evangelho, ele não se preocupou em preservar a sua própria vida; em seu íntimo, guardava a Palavra: “ ...Cristo será, tanto agora como sempre, engrandecido no meu corpo, seja pela vida, seja pela morte” (Filipenses 1.20). Deste modo, cumpriu integralmente o propósito eterno para o qual havia nascido: manifestou o caráter do SENHOR e atraiu homens e mulheres para Cristo, estendendo a salvação a muitos perdidos.

Se você é devoto deste celebrado mártir da fé cristã, faça como ele e atribua toda honra, glória e louvor exclusivamente a Jesus Cristo, por quem Jorge de Capadócia viveu e morreu. Para além das lendas que envolvem seu nome, o grande dragão combatido por ele foi a idolatria que infelizmente hoje impera em torno de seu nome.

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quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Guia do Crente Chato: 45 Dicas Fantásticas

Se você sempre sonhou em ser um crente chato, eis abaixo um guia completo com 45 dicas infalíveis para você se tornar um.

01. Cante uma música ou conte um testemunho todos os domingos, sem exceção.
02. Repita sempre o mesmo testemunho ou pregação.
03. Se algum irmão não te cumprimentar com “A paz do Senhor”, pergunte se ele ainda é crente ou se está desviado.
04. Quando aparecer um visitante na igreja, arraste-o para aceitar a Jesus.
05. Solte um “Glória a Deus!” quando alguém estiver pedindo oração por algum problema.
06. Sempre cite versículos durante um diálogo para parecer que você é um profundo conhecedor da Bíblia.
07. Fale algaravias durante o agradecimento da refeição.
08. Coloque um hino no som bem alto para seus vizinhos ouvirem, inclusive aqueles que moram à 3 quadras de distância.
09. Deixe o celular ligado no último volume durante o culto e, se alguém ligar, deixe o telefone tocar até você poder atender lá fora.
10. Insista até que as pessoas entrem no seu blog evangélico.
11. Sempre ore bem alto, não importa o lugar ou o horário.
12. Pregue berrando no meio do ponto de ônibus às 6 horas da tarde.
13. Sempre tenha um “sonho revelador” pra contar.
14. “Profetize” bênçãos para cada pastor que visitar a sua igreja.
15. Guarde algumas “profecias” na manga, nunca se sabe quando vai precisar.
16. Deixe bem clara a sua opinião de que tudo é pecado.
17. Chame atenção do irmão se ele não estiver de acordo com as regras da sua denominação, mesmo que ele não seja da sua denominação.
18. Quando um irmão faltar, ligue para ele e pergunte sobre a sua vida espiritual.
19. Diga que você vive da fé, mas sempre apareça para almoçar na casa dos irmãos.
20. Visite sem avisar e sem ser convidado.
21. Faça questão de parecer mais santo que os outros, e tome todo o cuidado para que ninguém descubra os seus pecados ocultos.
22. Sempre que tropeçar, justifique com a célebre frase “A carne é fraca”.
23. Repita sempre “Isso é do diabo” quando não concordar com algo.
24. Toda vez que ver um casal junto, faca piadinha que estão namorando.
25. Durante a oração, fique cantando, orando melodiosamente e de forma chorosa, mesmo que não esteja sentido emoção alguma. Isso fará você parecer uma pessoa espiritual.
26. Bata palmas fora de ritmo.
27. Não afine o violão para tocar.
28. Cante como o Pavarotti, mesmo sabendo que você é desafinado.
29. Quando sentar-se à mesa pra comer diga: “O da ponta paga a conta”.
30. Pule, salte, rodopie e fale bem alto durante a pregação inteira.
31. Sempre que tiver a oportunidade, compartilhe uma “fofoca santa”.
32. Só compre se for fiado e diga “Deus proverá”.
33. Antes do seu nome no Orkut coloque “Levita” ou "Cantor".
34. Grave um CD e implore para que comprem.
35. Rejeite assistir filmes não evangélicos, mesmo que sejam bons filmes e que todos os outros queiram ver.
36. Termine um namoro dizendo que Deus mandou.
37. Sempre argumente e “prove” que somente a sua denominação é a certa.
38. Use somente camisetas com dizeres evangélicos, afinal, você precisa de alguma coisa para mostrar que é cristão. Senão, como as pessoas saberão?
39. Sempre que puder, intrometa-se na vida dos outros.
40. Acredite e defenda tudo o que ouve do seu pastor.
41. Justifique seus credos e pensamentos com: “Meu pastor disse que era assim”.
42. Evangelize repetitivamente os seus amigos que já são crentes.
43. Conte seus problemas e peça oração a todos com quem você conversar.
44. Paquere toda irmã nova que aparecer e diga que você é promessa de Deus para ela.
45. Ande sempre com a Bíblia debaixo do braço, mesmo que você não a leia. E se perceber que alguém está sem ela, pergunte onde está a dele.

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sábado, 29 de setembro de 2012

A Verdadeira História de Cosme e Damião

Os gêmeos árabes Cosme e Damião eram filhos de uma nobre família de cristãos. Nasceram por volta do ano 260 d.C., na região da Arábia e viveram na Ásia Menor, no Oriente. Desde muito jovens, ambos manifestaram um enorme talento para a medicina, profissão a qual se dedicaram após estudarem e diplomarem-se na Síria.

Tornaram-se profissionais muito competentes e dignos, e foram trabalhar como médicos e missionários na Egéia.

Amavam a Cristo com todo o fervor de suas almas, e decidiram atrair pessoas ao Senhor através de seu serviço. Por isso, não cobravam pelas consultas e atendimentos que prestavam, e por esse motivo eram chamados de "anárgiros", ou seja, “aqueles que são inimigos do dinheiro / que não são comprados por dinheiro". A riqueza que almejavam era fazer de sua arte médica também o seu apostolado, para a conversão dos perdidos, o que, a cada dia, conseguiam mais e mais. Seus corações ardiam por ganhar vidas, e nisto se envolveram através da prática da medicina. Inspirados pelo Espírito Santo, usavam a fé aliada aos conhecimentos científicos. Confiando sempre no poder da oração, operaram verdadeiros milagres, pois em Nome de JESUS curaram muitos doentes, vários destes à beira da morte.

Também preocupavam-se em curar animais, pois sabiam que “toda a criação aguarda, com ardente expectativa, pela manifestação da glória de Deus em Seus filhos” (Romanos 8.18:19).

Manifestaram Autoridade do Alto, pregando o Evangelho com sinais e prodígios. Sua linguagem e sua pregação “não consistiram em palavras persuasivas de sabedoria, mas em demonstração do Espírito de Poder” (ICo 2.4). Desta forma, conseguiram plantar a semente da salvação em muitos corações, colhendo inúmeras conversões a JESUS. Cosme e Damião possuíam uma revelação clara do chamado que tinham como ministros do Evangelho, chamado que cumpriam no cotidiano da rotina profissional, ministrando Cristo através de seu trabalho.

Porém, as atividades cristãs dos médicos gêmeos chamaram a atenção das autoridades locais da época, quando o Imperador romano Diocleciano autorizou a perseguição aos cristãos, por volta do ano 300. Diocleciano odiava os cristãos porque eles eram fiéis a Jesus Cristo e não adoravam ídolos e esculturas consideradas sagradas pelo Império Romano.

Por pregarem o cristianismo, Cosme e Damião foram presos, levados a tribunal e acusados de se entregarem à prática de feitiçarias e de usar meios diabólicos para disfarçar as curas que realizavam. Ao serem questionados quanto as suas atividades, eles responderam: "Nós curamos as doenças em nome de Jesus Cristo, pela força do Seu poder".

Eles conheceram os princípios da fé cristã quando ainda eram crianças, e por isso recusaram-se a adorar os deuses pagãos, apesar das ameaças de serem duramente castigados. Ante o governador Lísias, ousaram declarar que aqueles falsos deuses não tinham poder algum sobre eles, e que só adorariam o Deus Único, Criador do Céu e da Terra. Mantiveram a Palavra do testemunho de Cristo, impressionando a todos por seu Amor e sua entrega a JESUS.

Não renunciaram aos princípios de Deus, e sofreram terríveis torturas por isso. Mas mesmo torturados, não abalaram sua convicção e jamais negaram a fé. Em 303, o Imperador decretou que fossem condenados à morte na Egéia. Os dois irmãos foram colocados no paredão para que quatro soldados os atravessassem com setas, mas eles resistiram às pedradas e flechadas. Os militares foram obrigados a recorrer à espada para a decapitação, honra reservada só aos cidadãos romanos. E assim, Cosme e Damião foram martirizados.

Cem anos depois disso, iniciou-se uma terrível idolatria ao seus restos mortais e às imagens que foram esculpidas em sua homenagem. Dois séculos após sua morte, por volta do ano 530, o Imperador Justiniano ficou gravemente doente e deu ordens para que se construísse, em Constantinopla, uma grandiosa igreja em honra de Cosme e Damião. A fama dos gêmeos também correu no Ocidente, a partir de Roma, por causa da basílica dedicada a eles, construída a pedido do papa Félix IV, entre 526 e 530. A solenidade de consagração da basílica ocorreu num dia 26 de setembro e assim, Cosme e Damião passaram a ser festejados, pela igreja católica, nesta data.

Os nomes de Cosme e Damião são pronunciados inúmeras vezes, todos os dias, no mundo inteiro. Até hoje, os gêmeos são cultuados em toda a Europa, especialmente na Itália, França, Espanha e Portugal. Além disso, são venerados como padroeiros dos médicos e farmacêuticos, e por causa da sua simplicidade e inocência também são invocados como protetores das crianças. Por isso, na festa dedicada a eles, é costume distribuir balas e doces para as crianças.

Aqui no Brasil, a idolatria uniu-se à feitiçaria. A devoção trazida pelos portugueses misturou-se com o culto aos orixás-meninos (Ibejis ou Erês) da tradição africana yorubá. Cosme e Damião, os santos mabaças ou gêmeos, são tão populares quanto Santo Antônio e São João. São amplamente festejados na Bahia e no Rio de Janeiro, onde sua festa ganha a rua e adentra aos barracões de candomblé e terreiros de umbanda, no dia 27 de setembro, quando crianças saem aos bandos, pedindo doces e esmolas em nome dos santos.

Uma característica marcante na Umbanda e no Candomblé, em relação às representações de Cosme e Damião, é que junto aos dois santos católicos aparece uma criancinha vestida igual a eles. Essa criança é chamada de Doúm ou Idowu, que personifica as crianças com idade de até sete (7) anos de idade, sendo ele o protetor das crianças nessa faixa de idade. Na festa da tradições afro, enquanto as crianças se deliciam com a iguaria consagrada, os adultos ficam em volta entoando cânticos (oríns) aos orixás.

Triste é ver a total profanação dos Princípios Eternos pelos quais os gêmeos árabes morreram. Nunca Cosme de Damião deram-se aos ídolos e jamais praticaram magia ou ocultismo, embora tenham sido acusados de fazê-lo. Mas o pecado do homem e a maldade de Satanás, que distorce os padrões do SENHOR, fazem com que o engano se propague por gerações, através dos séculos, tornando o mal uma tradição cultural. Eles foram cristãos fiéis até o fim amaram o SENHOR sem medida e sem restrições manifestaram JESUS em suas vidas diárias e assim, ganharam inúmeras almas ao SENHOR, através do Amor e da Pregação.

É neste testemunho que nós devemos nos inspirar.

Fonte: MONTE SIÃO
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sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Papiro que faz referência a mulher de Jesus é falsificado

Papiro que faz referência a mulher de Jesus é falsificado, diz professor

Francis Watson, pesquisador da Universidade de Durgham, afirma que o texto é uma colagem de outros textos coptas

As discussões sobre o fragmento de papiro que provaria que Jesus foi casado ganhou um novo capítulo nesta sexta-feira. O pesquisador Francis Watson, professor do Departamento de Teologia e Religião da Universidade de Durham, na Inglaterra, e especialista no Novo Testamento, disse não ter dúvidas que se trata de uma falsificação. Em um texto publicado online (em inglês), ele afirma que o texto do papiro seria uma colagem de trechos do Evangelho de Tomé escrito em copta, que teriam sido misturados para sugerir um novo significado. "O texto foi construído a partir de pequenos pedaços – palavras ou frases – retiradas em sua maior parte dos provérbios 101 e 114 do Evangelho de Tomé em copta, colocadas em novo contexto", escreveu.

Ele até considerou a possibilidade de se tratar de um evangelho antigo, que juntou e reinterpretou trechos de outros textos, como muitos dos evangelhos apócrifos. Não haveria problema nenhum – e nem como chamar o texto de falsificação - se Watson não insinuasse que a colagem teria sido feita recentemente. "A técnica de composição de textos é provavelmente de um indivíduo moderno, que não é falante nativo do Copta."

Como argumento, Watson cita uma quebra em uma das linhas – uma das palavras aparece pela metade, como se a primeira parte tivesse sido escrita na linha anterior – que teria sido copiada diretamente de outro texto. Segundo o professor, era comum as palavras serem quebradas no meio nos textos antigos, que não utilizavam hifens, mas a quebra dificilmente apareceria no mesmo lugar em dois textos diferentes, a não ser que o autor não dominasse o idioma. "O autor é evidentemente dependente do manuscrito do Evangelho de Tomé em copta, cuja divisão de linhas ele copia. Uma explicação óbvia é que o autor usou uma edição moderna impressa do texto copta, onde a divisão original de linhas foi preservada."

Debate sem fim - A historiadora Karen King ainda não se pronunciou sobre as críticas. No entanto, quando sua pesquisa foi anunciada, ela afirmou que o papiro havia sido analisado por dois especialistas no assunto, que confirmaram sua autenticidade. O professor Roger Bagnall, diretor do Instituto para o Estudo do Mundo Antigo da Universidade de Nova York, foi um deles. Em declaração ao site de VEJA, ele confirmou que acredita na veracidade do documento.

Francis Watson diz que mesmo que o papiro analisado pelos especialistas seja antigo, o mesmo não pode ser dito da tinta usada no texto. “Se testes químicos forem realizados para estabelecer a composição química da tinta, eles podem mostrar que tinta moderna foi usada e provar que é uma falsificação moderna”, escreveu. Karen King já havia prometido submeter a tinta a uma espectroscopia, técnica que analisa a composição química de um produto. Até lá, os questionamentos de Watson devem permanecer sem resposta. E, mesmo assim, nada indica que os resultados do exame devem acabar com a controvérsia.

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sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Estudo revela novos indícios sobre ressurreição de Jesus

Túmulo encontrado na Cidade Antiga de Jerusalém mostra inscrições que se referem à ressurreição


Um grupo de arqueólogos e especialistas em assuntos religiosos apresentou em Nova York as conclusões de uma pesquisa que apresenta indícios da ressurreição de Jesus a partir de um túmulo localizado em Jerusalém há três décadas.

"Até agora me parecia impossível que tivessem aparecido túmulos desse tempo com provas confiáveis da ressurreição de Jesus ou com imagens do profeta Jonas, mas essas evidências são claras", afirmou nesta terça-feira (28) o professor James Tabor, diretor do departamento de estudos religiosos da Universidade da Carolina do Norte, um dos responsáveis pela pesquisa.

O túmulo em questão foi descoberto em 1981 durante as obras de construção de um prédio no bairro de Talpiot, situado a menos de quatro quilômetros da Cidade Antiga de Jerusalém. Um ano antes, neste mesmo lugar, foi encontrado um túmulo que muitos acreditam ser de Jesus e sua família.

Ao lado do professor de Arqueologia Rami Arav, da Universidade de Nebraska, e do cineasta canadense de origem judaica Simcha Jacobovici, Tabor conseguiu uma permissão da Autoridade de Antiguidades de Israel para escavar o local entre 2009 e 2010.

Em um dos ossuários encontrados, que os especialistas situam em torno do ano 60 d.C., é possível ver a imagem de um grande peixe com uma figura humana na boca, que, segundo os pesquisadores, seria uma representação que evoca a passagem bíblica do profeta Jonas.

A pesquisa, realizada com uma equipe de câmeras de alta tecnologia, também descobriu uma inscrição grega que faz referência à ressurreição de Jesus, detalhou o professor Tabor, que acrescentou que essa prova pode ter sido realizada "por alguns dos primeiros seguidores de Jesus".

"Nossa equipe se aproximou do túmulo com certa incredulidade, mas os indícios que encontramos são tão evidentes que nos obrigaram a revisar todas as nossas presunções anteriores", acrescentou o especialista, que acaba de publicar um livro com todas as conclusões de sua pesquisa, "The Jesus Discovery".

O professor reconhece que suas conclusões são "controversas" e que vão causar certo repúdio entre os "fundamentalistas religiosos", enquanto outros acadêmicos seguirão duvidando das evidências arqueológicas da cristandade.

Anteriormente, essa mesma equipe de pesquisadores participou do documentário "O Túmulo Secreto de Jesus", produzido pelo cineasta James Cameron. Na obra, os arqueólogos encontraram dez caixões que asseguram pertencer a Jesus e sua família, incluindo Virgem Maria, Maria Madalena e um suposto filho de Jesus.

Segundo o documentário, as ossadas encontradas supostamente apresentavam inscrições correspondentes às identidades de Jesus e sua família, o que acaba reforçando a versão apresentada no livro "O Código da Vinci", de Dan Brown, o mesmo que indica que Jesus foi casado com Maria Madalena e que ambos teriam tido um filho juntos.

FONTE: ÚLTIMO SEGUNDO


Será que realmente Jesus ressuscitou?

Rev. Marco Antonio de Oliveira

Quando lemos os relatos dos últimos dias de Jesus Cristo, tão bem descritos nos Evangelhos, alguns desavisados podem ficar com uma impressão equivocada sobre o verdadeiro significado destes relatos. Relatos que nos informam o quanto os algozes de Jesus foram cruéis. Jesus, inocente, foi preso, levado a um julgamento arbitrário, foi surrado, e por fim, barbaramente crucificado e morto. Para espetáculo de uma multidão enfurecida, ingrata e insana, Jesus Cristo foi pendurado numa cruz, tendo em sua cabeça uma coroa de espinhos.

Todo este relato pode transparecer que o ministério de Jesus foi um fracasso, mas não foi. Para aqueles que não estão atentos ao projeto Redenção de Deus, a morte de Jesus significou o fracasso do projeto de Deus. Porém, a teologia bíblica nos ensina que se Jesus não tivesse morrido, se Ele não tivesse se oferecido como cordeiro que tira os pecados do mundo, aí sim, o projeto inicial de Deus descrito no relato Gênesis seria um fracasso. A morte de Jesus foi um ato redentor, ainda que tenha sido ocasionada pela intolerância ao novo de Deus, foi resultado de sua opção missionária (de Jesus) a favor da verdade. Através de seu sacrifício, fomos perdoados e admitidos outra vez à comunhão com Deus.

Outro detalhe que alguns esquecem consiste no fato de que a história de Jesus não se encerra na sua morte. Os relatos dos quatros evangelhos trazem uma bela e maravilhosa notícia dada pelos anjos: "Não vos atemorizeis; buscais a Jesus, o Nazareno, que foi crucificado; ele ressuscitou, não está mais aqui; vede o lugar onde o tinham posto” (Mc 16.6). A grande notícia é a ressurreição de Jesus, Ele vive e reina eternamente.

Proponho que você leia os relatos da crucificação e morte de Jesus, não se esquecendo que Ele venceu a morte, triunfando na cruz sobre a mesma, pois ao terceiro dia, Ele Ressuscitou. O apóstolo Paulo, em sua carta aos Colossenses 3.14-15, nos diz: “tendo cancelado o escrito de dívida, que era contra nós... removeu-o inteiramente, encravando-o na cruz; e, despojando os principados e as potestades, publicamente os expôs ao desprezo, triunfando deles na cruz.”

Ainda o mesmo apóstolo, que outrora perseguiu os cristãos, afirma que se a ressurreição de Jesus não fosse verdadeira, vã seria a nossa fé. Só ela (a ressurreição) nos garante que as promessas de vida eterna são verídicas. Sim, devido a este extraordinário fato podemos crer no amanhã.

Os relatos das aparições de Jesus, após os acontecimentos da sexta-feira da paixão são tão incontestáveis, que ateus antigos e modernos para negarem sua ressurreição, através de filmes e livros procuram agora desacreditar da sua morte. Tentar negar a morte de Jesus é rejeitar dados históricos( ex: Flávio Josefo), e relatos de testemunhas oculares, aceitos como incontestáveis. Ao tentarem negar sua morte, eles acabam por referendar os relatos dos irmãos/ãs contemporâneos ao episódio que insistem em afirmar que terem visto Jesus vivo após a sua crucificação e morte. De fato, é impossível não aceitar como real a presença de Jesus entre os seus discípulos nos dias que sucedem a páscoa do tempo de Pilatos e Herodes. Se as aparições de Jesus após sua crucificação e morte são inegáveis, é porque ao terceiro dia, como está escrito, Ele ressurgiu dentre os morte. Tudo isto é confirmado não somente pelos relatos das testemunhas oculares, que são em grande número, mas também pela força do cristianismo através dos séculos. As experiências de milhões de pessoas na face da terra com Jesus, o ressuscitado, são tão fortes e incontestáveis, que me sinto inteiramente confortado para reafirmar o que os anjos falaram para Maria Madalena: “Porque buscai aquele que vive entre os mortos. Ele não está aqui, mas ressuscitou”. Nada poderá negar este fato verídico.

Devido a isto, lhe convido a celebrar a páscoa a partir da dimensão da ressurreição (do anúncio dos anjos), pois ela é um tempo que nos faz perceber que a vida é mais poderosa que a morte, e que o projeto de Deus se realizará em nossas vidas no seu devido tempo. A páscoa cristã é celebração da ressurreição redentora de Jesus, o filho de Deus.


O reverendo Marco Antonio de Oliveira é pastor -titular da Catedral Metodista do Rio de Janeiro, conferencista, terapeuta de família, psicanalista clínico, especialista e doutorando em Teologia. Contatos: www.catedralmetodista.org.br ou pelo telefone: (21) 7857-4936 . pastormarcooliveira@catedralmetodista.org.br

Fonte: Elnet
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quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Vídeo - Papiro sugere que JESUS era Casado



"Video Traduzido via ferramenta youtube"

Quatro palavras em um fragmento de papiro previamente desconhecido fornecem a primeira evidência de que alguns dos primeiros cristãos acreditavam que Jesus tinha sido casado, professor de Harvard Karen King disse ao 10 º Congresso Internacional de Estudos coptas, 18 de setembro de 2012.



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Papiro sugere que JESUS era Casado

A descoberta de uma pesquisadora da Universidade de Harvard (EUA) pode ajudar a esclarecer um dos aspectos mais controversos da vida de Jesus Cristo. Karen King, especialista em religião, encontrou um papiro do século 4 da nossa era cujo texto indica que Jesus Cristo foi casado.

O texto foi apelidado de "Evangelho da esposa de Jesus". A parte do texto que chamou a atenção dos pesquisadores é a seguinte: "Então, Jesus disse a eles: eis a minha esposa", de acordo com a tradução feita do copta (antigo idioma egípcio). "A tradição cristã sempre sustentou que Jesus não era casado, embora não exista evidência histórica para respaldar essa tese", disse Karen durante uma palestra em Roma, nesta terça-feira.

Segundo a pesquisadora de Harvard, "este novo evangelho não prova que Jesus era casado, mas nos diz que toda questão surgiu apenas como parte dos intensos debates sobre sexualidade e casamento. Desde o início, cristãos discordavam se era melhor não casar, mas foi apenas mais de século depois da morte de Jesus que começaram a recorrer à condição matrimonial dele para apoiar suas posições." De acordo com Karen, mostrar Jesus solteiro era uma maneira de fortalecer as posições católicas sobre temas como o celibato.

O fragmento tem oito linhas de texto de um lado e está muito danificado no verso, com apenas três palavras e algumas letras visíveis. O dono do documento procurou Karen em 2010, e na época ela duvidava da veracidade do fragmento do papiro. A tese sobre Jesus ter sido casado ganhou fama com o livro "O Código Da Vinci", de Dan Brown.
Reprodução/Karen King
Fonte: Yahoo Notícias

Pergunta: "Jesus Cristo se casou?"


Resposta: Jesus Cristo definitivamente não se casou. Há mitos populares hoje que falam de Cristo se casando com Maria Madalena. Esse mito é completamente falso e não tem nenhuma base teológica, histórica ou bíblica. Embora alguns "evangelhos gnósticos" mencionem Jesus tendo um relacionamento próximo com Maria Madalena, nenhum deles declara especificamente que Jesus era casado com Maria Madalena ou que teve qualquer tipo de envolvimento romântico com ela. O mais perto que qualquer um desses evangelhos chega a dar essa impressão é quando um deles diz que Jesus beijou Maria Madalena, o que facilmente poderia ser uma referência a um “beijo amigável”. Além disto, até mesmo se os evangelhos gnósticos falassem diretamente que Jesus se casou com Maria Madalena, eles não teriam nenhuma autoridade, já que já tem sido provado que os evangelhos gnósticos são falsificações inventadas para criar uma visão gnóstica de Jesus.

Se Jesus tivesse se casado, a Bíblia nos teria dito – ou teria pelo menos um relato ambíguo sobre tal fato. As Escrituras não seriam completamente caladas sobre um assunto tão importante. A Bíblia menciona a mãe de Jesus, o pai adotivo, irmãos e irmãs. Por que deixaria de mencionar que Jesus tinha uma esposa? Aqueles que acreditam / ensinam que Jesus era casado, estão apenas fazendo isso como uma tentativa de "humanizá-lo", para fazer dEle um homem mais comum – como todo mundo. As pessoas simplesmente não querem acreditar que Jesus era Deus em carne (João 1:1,14; 10:30). Por isso, elas inventam e acreditam em mitos sobre Jesus se casando, tendo filhos e sendo um ser humano comum.

Uma pergunta secundária seria: "Jesus poderia ter se casado?" Não há nada pecaminoso sobre o casamento. Não há nada de errado em ter relações sexuais no casamento. Então, sim, Jesus poderia ter se casado e ainda ser o perfeito Cordeiro de Deus e o Salvador do mundo. Ao mesmo tempo, não há nenhuma razão, biblicamente falando, para Jesus ter se casado. Essa não é a questão desse debate. Aqueles que acreditam que Jesus era casado não acreditam que Ele não tinha nenhum pecado, ou que Ele era o Messias. Casar-se e ter filhos não foram o motivo por que Deus enviou Jesus. Marcos 10:45 nos diz por que Jesus veio: "Pois o próprio Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos."
www.gotquestions.org

CLIQUE AQUI E ASSISTA UM VÍDEO SOBRE O ASSUNTO 

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terça-feira, 4 de setembro de 2012

Como Morreram os Apóstolos de Jesus Cristo

ANDRÉ Foi discípulo de João Batista, de quem ouviu a seguinte afirmação sobre Jesus: “Eis aqui o Cordeiro de Deus”.
André comunicou as boas notícias ao seu irmão Simão Pedro: “Achamos o Messias” (João 1.35-42; Mateus 10.2).
O lugar do seu martírio foi em Acaia (província romana que, com a Macedônia, formava a Grécia). Diz a tradição que ele foi amarrado a uma cruz em forma de xis (não foi pregado) para que seu sofrimento se prolongasse.

BARTOLOMEU Tem sido identificado com Natanael. Natural de Caná de Galiléia. Recebeu de Jesus uma palavra edificante: “Eis aqui um verdadeiro israelita, em quem não há dolo” (Mateus 10.3; João 1.45-47) Exerceu seu ministério na Anatólia, Etiópia, Armênia, Índia e Mesopotâmia, pregando e ensinando. Foi esfolado vivo e crucificado de cabeça para baixo. Outros dizem que teria sido golpeado até a morte.

FILIPE Natural de Betsaida, cidade de André e Pedro. Um dos primeiros a ser chamado por Jesus, a quem trouxe seu amigo Natanael (João 1.43-46). Diz-se que pregou na Frigia e morreu como mártir em Hierápolis.

JOÃO O apóstolo que recebeu de Jesus a missão de cuidar de Maria. “O discípulo que Jesus amava” (João 13.23). Pescador, filho de Zebedeu (Mateus 4.21) o único que permaneceu perto da cruz (João 19.26-27). O primeiro a crer na ressurreição de Cristo (João 20.1-10). A tradição relata que João residiu na região de Éfeso, onde fundou várias igrejas. Na ilha de Patmos, no mar Egeu, para onde foi desterrado, teve as visões referidas no Apocalipse (Apocalipse 1.9). Após sua libertação teria retornado a Éfeso. Teve morte natural com idade de 100 anos.

JUDAS TADEU Foi quem, na última ceia, perguntou a Jesus: "Senhor, por que te manifestarás a nós e não ao mundo?" (João 14:22-23). Nada se sabe da vida de Judas Tadeu depois da ascensão de Jesus. Diz a tradição que pregou o Evangelho na Mesopotâmia, Edessa, Arábia, Síria e também na Pérsia, onde foi martirizado juntamente com Simão, o Zelote.

JUDAS ISCARIOTES Filho de Simão, traiu a Jesus por trinta peças de prata, enforcando-se em seguida.(Mateus 26:14-16; 27:3-5).

MATEUS Filho de Alfeu, e também chamado de Levi. Cobrador de impostos nos domínios de Herodes Antipas, em Cafarnaum (Marcos 2.14; Mateus 9.9-13; 10.3; Atos 1.13). Percorreu a Judéia, Etiópia e Pérsia, pregando e ensinando. Há várias versões sobre a sua morte. Teria morrido como mártir na Etiópia.

MATIAS Escolhido para substituir Judas Iscariotes (Atos 1.15-26). Diz-se que exerceu seu ministério na Judéia e Macedônia. Teria sido martirizado na Etiópia.

PAULO Israelita da tribo de Benjamim (Filipenses 3.5). Natural de Tarso, na Cilícia (hoje Turquia). Nome romano de Saulo, o Apóstolo dos Gentios. De perseguidor de cristãos, passou a pregador do evangelho e perseguido. Realizou três grandes viagens missionárias e fundou várias igrejas. Segundo a tradição, decapitado em Roma, nos tempos de Nero, no ano 67 ou 70 (Atos 8.3; 13.9; 23.6; 13-20).

PEDRO Pescador, natural de Betsaida. Confessou que Jesus era “o Cristo, o Filho do Deus vivo”(Mateus 16.16). Foi testemunha da Transfiguração (Mateus 17.1-4).
Seu primeiro sermão foi no dia de Pentecostes. Segunda a tradição, sua crucifixão verificou-se entre os anos 64 e 67, em Roma, por ordem de Nero.
Pediu para ser crucificado de cabeça para baixo, por achar-se indigno de morrer na mesma posição de Cristo.

SIMÃO, o Zelote Dos seus atos como apóstolo nada se sabe. Está incluído na lista dos doze, em Mateus 10.4, Marcos 3.18, Lucas 6.15 e Atos 1.13. Julga-se que morreu crucificado.

TIAGO, O MAIOR Filho de Zebedeu, irmão do também apóstolo João. Natural de Betsaida da Galiléia, Paulo Mori – Bacharel Teologia - Licenciado Filosofia, Pedagogia – Pós Graduado Docência do Ensino Superior – Técnico Eletronico pescador (Mateus 4.21; 10.2). Por ordem de Herodes Agripa, foi preso e decapitado em Jerusalém, entre os anos 42 e 44.

TIAGO, O MENOR Filho de Alfeu (Mateus 10.3). Missionário na Palestina e no Egito. Segundo a tradição, martirizado provavelmente no ano 62.

TOMÉ Só acreditou na ressurreição de Jesus depois que viu as marcas da crucificaçã o (João 20.25). Segundo a tradição, sua obra de evangelização se estendeu à Pérsia (Pártia) e Índia. Consta que seu martírio se deu por ordem do rei de Milapura, na cidade indiana de Madras, no ano 53 da era cristã.

Autor: Pastor Edison Pugaciov

Extraído de Estudos Gospel
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