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sábado, 15 de dezembro de 2012
Russell Shedd - O Retorno do Senhor Jesus Cristo
Se Deus é bom e poderoso, como coisas ruins acontecem? - Voddie Baucham
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quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
sexta-feira, 30 de novembro de 2012
Lei, graça e legalismo?
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quarta-feira, 28 de novembro de 2012
O que você fará com Jesus?
Quem é Jesus para você? Para os discípulos nós já vimos quem ele é: Aquele que nos amou tanto ao ponto de morrer por mim e por você. Então agora o que você fará com Jesus? Como irá corresponder a esse amor? Eu sei que você anseia por amor, por alguém que se interesse por seus problemas e não o decepcione. Jesus é assim -- Ele ama você! Então o que você irá fazer com este amor? Rejeitá-lo? Você não gostou quando alguém fez o mesmo com o amor que você tentou demonstrar. Não seria melhor você ir agora a Jesus que ama tanto você? Ele morreu para salvá-lo de seus pecados e ter você junto a ele na glória. E então?
O amor de Jesus é a coisa mais preciosa que você pode ter. Ele ama você. Ele Se aproxima de você agora em misericórdia e graça, e o chama para estar com ele, para desfrutar de bênçãos eternas, para receber a sua dádiva de amor, a salvação. Por que não confiar nele como seu Salvador, seu Senhor, seu Libertador do pecado? Você não quer ser liberto da escravidão do pecado? É o pecado que faz com que você seja infeliz. Faz de você uma pessoa invejosa, orgulhosa, cheia de ódio. O pecado acabará destruindo você para sempre se não for salvo dele. Só Jesus pode salvá-lo, "pois o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor" (Rm 6:23).
Então o que você fará com o amor de Jesus? Lembre-se do que você sentiu quando alguém recusou a afeição que você tentou demonstrar. Por que não pede a Jesus agora mesmo para que ele salve você? Ele ama você e quer que você vá a ele, que confie nele, o único capaz de tirar os seus pecados e dar a você um lar eterno na glória. Basta conversar com ele bem aí onde você está; basta ir a ele do jeito que estiver agora. Conte a ele suas tristezas, seus medos, seus problemas. Depois você poderia falar dele como falou o apóstolo Paulo: "O Filho de Deus me amou e a si mesmo se entregou por mim" (Gl 2:20).
Quando Jesus estava na Terra, Ele disse: "Venham a mim, todos os que estão cansados e sobrecarregados, e eu lhes darei descanso... e quem vier a mim eu jamais rejeitarei" (Mt 11:28; Jo 6:37). Jesus, o Salvador ressuscitado, está hoje tão ansioso em receber pecadores com todos os seus pecados e suas necessidades, quanto quando Ele esteve aqui há dois mil anos e aceitou morrer na cruz para pagar pelos pecados que não eram dele.
Se, como pecador, você for a Jesus e crer nele como seu Salvador, seus pecados serão perdoados e você irá estar com ele quando vier buscar os que lhe pertencem. Depois ele voltará para julgar os que o rejeitaram. Desejo sinceramente que você esteja entre os salvos, "porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna" (Jo 3:16).
Acesse: www.3minutos.net
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
TESTE OnLine: Você é consumista?
Com a facilidade do crédito, com a economia aquecida e com o poder de compra crescendo cada vez mais, é cada vez maior a participação das camadas mais baixas da população e da classe média fazendo compras antes restritas apenas às camadas mais ricas do país. No entanto, por conta disto, também pode crescer a quantidade de pessoas que acaba gastando um pouco demais.
Você se considera uma pessoa consumista, equilibrada ou retraída na hora das compras? Curioso? Você é consumista? Responda o teste online da VEJA ON-LINE e saiba que tipo de consumidor você é. Descubra seu perfil de consumo. Responda às perguntas e veja se você é ou não um adepto do consumo responsável ou se anda perdendo os limites.
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sábado, 24 de novembro de 2012
Bíblia: mito ou realidade?
Conta a anedota que uma mulher de Manhattan que morava próximo à ferrovia ligou para a companhia para reclamar de danos em seu apartamento causados pela passagem dos trens. Ela alegou que pedaços do reboco de seu quarto estavam se desprendendo devido à vibração e exigia indenização. Dois meses depois, no momento em que ela se preparava para entrar no banho, a campainha tocou. Com a toalha enrolada no corpo, ela espiou pelo olho mágico e viu um homem de boné, uniforme e crachá. Era o técnico da companhia de trem. Justo naquele momento?! Dali a poucos minutos, ela teria que comparecer a uma entrevista de emprego.
A mulher tentou explicar a situação, mas o técnico disse que teria que anotar em seu relatório que a cliente não pôde recebê-lo, e disse também que uma nova visita poderia demorar outros dois meses. Contrariada, ela pediu que o homem entrasse, se dirigisse ao quarto, sentasse ao pé da cama e esperasse o trem que passaria dentro de poucos minutos. Enquanto isso, ela tomaria banho e trocaria de roupa no banheiro.
O que ela não esperava era que o noivo chegasse naquele momento para lhe fazer uma surpresa, oferecendo-lhe carona até o local da entrevista. Como tinha a chave do apartamento, ele foi logo entrando e se dirigiu ao quarto.
– O que significa isso?! – gritou para o rapaz sentado na cama, que empalideceu instantaneamente.
– O senhor acreditaria se eu lhe dissesse que estou esperando o trem?
Deixando a graça – e a imprudência da moça – de lado, essa história revela um fato curioso: por mais inverossímil que seja um relato, ele pode ser a pura expressão da verdade.
Deus criou o mundo em sete dias. O diabo usou uma serpente para enganar a primeira mulher. Um dilúvio cobriu toda a Terra e apenas uma família e representantes das espécies terrestres de animais foram salvos numa grande arca de madeira. Deus criou a diversidade de línguas para impedir a construção da Torre de Babel. Escravos cruzaram o Mar Vermelho que se abriu diante deles. Jesus curou paralíticos, deu vista aos cegos e até ressuscitou mortos. Isso tudo é possível? Trata-se de fatos reais ou meras alegorias para transmitir verdades espirituais? É preciso analisar os fatos antes de chegar a uma conclusão precipitada.
1. A Criação. Quando analisamos os relatos ou mitos de criação antigos, percebemos semelhanças interessantes com o texto Bíblico. Exemplo: o Enuma Elish, datado do 7º século a.C., traz sete tabletes de argila que descrevem a criação do mundo dividida em sete partes. Apesar das diferenças, as semelhanças entre esses mitos e o relato bíblico apontam para uma mesma fonte primordial. Kenneth Kitchen, respeitado egiptólogo da Universidade de Liverpool, Inglaterra, e especialista em literatura do antigo Oriente Médio afirma que geralmente na cultura literária daquela região os relatos mais simples contêm a narrativa original de um evento. Quando comparado com os mitos babilônicos, assírios, hititas e egípcios, o relato da criação em Gênesis desponta como a versão menos elaborada, logo, original. Mais: De onde teria surgido o ciclo semanal, que não depende de movimentos de corpos celestes, como os dias, os meses e os anos? E como ficaria o quarto mandamento da lei de Deus, que estabelece a guarda do sábado semanal – “porque em seis dias fez o Senhor o céu e a terra, o mar e tudo o que neles há” (Êx 20:11) –, caso a semana da Criação não fosse literal?
2. A Queda. De modo semelhante, o relato da queda pelo engano da serpente é sugerido em outras culturas. Um selo mesopotâmico do 3º milênio a.C. traz a imagem de um casal sentado em frente a uma árvore com uma serpente por trás deles. Resquícios dessa história são encontrados em outras culturas, apontando igualmente para um relato primordial.
3. O Dilúvio. Mais de 200 culturas espalhadas pelo mundo preservaram relatos de uma grande inundação que destruiu a Terra e da qual foram salvas algumas pessoas num grande barco. Além disso, há várias evidências geológicas que apontam para uma tremenda catástrofe hídrica. Exemplo: cerca da metade dos sedimentos continentais são de origem marinha; são encontrados em montanhas fósseis de animais marinhos; os estratos da coluna geológica se apresentam de forma paralela em grandes extensões, sem revelar sinais de erosão entre as camadas, o que indica uma formação rápida; etc.
4. A Torre de Babel. Os zigurates encontrados em Ur, no Iraque, e que eram usados para facilitar o contato dos sacerdotes com os deuses, atestam que o povo de Babel construiu torres com propósitos religiosos. Além disso, estudos línguísticos têm demonstrado que os idiomas remontam a um tronco comum, à medida que se recua no tempo.
5. O Êxodo. Estudos indicam que, de fato, houve escravos hebreus no Egito, como atestam pinturas nas paredes de pirâmides. E um papiro do sacerdote egípcio Ipuwer menciona, inclusive, algumas das pragas que assolaram a nação. Há diversas palavras e expressões hebraicas nas narrativas do livro de Êxodo que são claramente de origem egípcia, o que indica a autoria de alguém versado em ambos os idiomas e conhecedor do local de origem do relato. Por que, então, duvidar do restante do relato do livro bíblico do Êxodo?
6. Milagres de Jesus. Fontes extrabíblicas, como o historiador judeu do 1º século Flávio Josefo e o Talmude, importante obra do judaismo concluída por volta do ano 500 d.C., sugerem que Jesus de Nazaré foi responsável por feitos miraculosos. Quando Jesus ressuscitou, os maiores interessados em desmentir o fato eram os líderes judaicos e os soldados romanos. Mas eles não puderam fazer isso. O surgimento do cristianismo em Jerusalém só pode ser explicado por meio da ressurreição de Jesus Cristo, uma vez que se o corpo dEle ainda estivesse na tumba de José de Arimatéia, a crença num Messias ressurreto seria infundada e insana.
E o mais interessante é que Jesus, o Filho de Deus, confirmou todos os eventos bíblicos citados acima ao fazer referência a eles como fatos históricos e não meras alegorias.
Michelson Borges - Criacionismo
Extraído de ARQUEOLOGIA BÍBLICA
A mulher tentou explicar a situação, mas o técnico disse que teria que anotar em seu relatório que a cliente não pôde recebê-lo, e disse também que uma nova visita poderia demorar outros dois meses. Contrariada, ela pediu que o homem entrasse, se dirigisse ao quarto, sentasse ao pé da cama e esperasse o trem que passaria dentro de poucos minutos. Enquanto isso, ela tomaria banho e trocaria de roupa no banheiro.
O que ela não esperava era que o noivo chegasse naquele momento para lhe fazer uma surpresa, oferecendo-lhe carona até o local da entrevista. Como tinha a chave do apartamento, ele foi logo entrando e se dirigiu ao quarto.
– O que significa isso?! – gritou para o rapaz sentado na cama, que empalideceu instantaneamente.
– O senhor acreditaria se eu lhe dissesse que estou esperando o trem?
Deixando a graça – e a imprudência da moça – de lado, essa história revela um fato curioso: por mais inverossímil que seja um relato, ele pode ser a pura expressão da verdade.
Deus criou o mundo em sete dias. O diabo usou uma serpente para enganar a primeira mulher. Um dilúvio cobriu toda a Terra e apenas uma família e representantes das espécies terrestres de animais foram salvos numa grande arca de madeira. Deus criou a diversidade de línguas para impedir a construção da Torre de Babel. Escravos cruzaram o Mar Vermelho que se abriu diante deles. Jesus curou paralíticos, deu vista aos cegos e até ressuscitou mortos. Isso tudo é possível? Trata-se de fatos reais ou meras alegorias para transmitir verdades espirituais? É preciso analisar os fatos antes de chegar a uma conclusão precipitada.
1. A Criação. Quando analisamos os relatos ou mitos de criação antigos, percebemos semelhanças interessantes com o texto Bíblico. Exemplo: o Enuma Elish, datado do 7º século a.C., traz sete tabletes de argila que descrevem a criação do mundo dividida em sete partes. Apesar das diferenças, as semelhanças entre esses mitos e o relato bíblico apontam para uma mesma fonte primordial. Kenneth Kitchen, respeitado egiptólogo da Universidade de Liverpool, Inglaterra, e especialista em literatura do antigo Oriente Médio afirma que geralmente na cultura literária daquela região os relatos mais simples contêm a narrativa original de um evento. Quando comparado com os mitos babilônicos, assírios, hititas e egípcios, o relato da criação em Gênesis desponta como a versão menos elaborada, logo, original. Mais: De onde teria surgido o ciclo semanal, que não depende de movimentos de corpos celestes, como os dias, os meses e os anos? E como ficaria o quarto mandamento da lei de Deus, que estabelece a guarda do sábado semanal – “porque em seis dias fez o Senhor o céu e a terra, o mar e tudo o que neles há” (Êx 20:11) –, caso a semana da Criação não fosse literal?
2. A Queda. De modo semelhante, o relato da queda pelo engano da serpente é sugerido em outras culturas. Um selo mesopotâmico do 3º milênio a.C. traz a imagem de um casal sentado em frente a uma árvore com uma serpente por trás deles. Resquícios dessa história são encontrados em outras culturas, apontando igualmente para um relato primordial.
3. O Dilúvio. Mais de 200 culturas espalhadas pelo mundo preservaram relatos de uma grande inundação que destruiu a Terra e da qual foram salvas algumas pessoas num grande barco. Além disso, há várias evidências geológicas que apontam para uma tremenda catástrofe hídrica. Exemplo: cerca da metade dos sedimentos continentais são de origem marinha; são encontrados em montanhas fósseis de animais marinhos; os estratos da coluna geológica se apresentam de forma paralela em grandes extensões, sem revelar sinais de erosão entre as camadas, o que indica uma formação rápida; etc.
4. A Torre de Babel. Os zigurates encontrados em Ur, no Iraque, e que eram usados para facilitar o contato dos sacerdotes com os deuses, atestam que o povo de Babel construiu torres com propósitos religiosos. Além disso, estudos línguísticos têm demonstrado que os idiomas remontam a um tronco comum, à medida que se recua no tempo.
5. O Êxodo. Estudos indicam que, de fato, houve escravos hebreus no Egito, como atestam pinturas nas paredes de pirâmides. E um papiro do sacerdote egípcio Ipuwer menciona, inclusive, algumas das pragas que assolaram a nação. Há diversas palavras e expressões hebraicas nas narrativas do livro de Êxodo que são claramente de origem egípcia, o que indica a autoria de alguém versado em ambos os idiomas e conhecedor do local de origem do relato. Por que, então, duvidar do restante do relato do livro bíblico do Êxodo?
6. Milagres de Jesus. Fontes extrabíblicas, como o historiador judeu do 1º século Flávio Josefo e o Talmude, importante obra do judaismo concluída por volta do ano 500 d.C., sugerem que Jesus de Nazaré foi responsável por feitos miraculosos. Quando Jesus ressuscitou, os maiores interessados em desmentir o fato eram os líderes judaicos e os soldados romanos. Mas eles não puderam fazer isso. O surgimento do cristianismo em Jerusalém só pode ser explicado por meio da ressurreição de Jesus Cristo, uma vez que se o corpo dEle ainda estivesse na tumba de José de Arimatéia, a crença num Messias ressurreto seria infundada e insana.
E o mais interessante é que Jesus, o Filho de Deus, confirmou todos os eventos bíblicos citados acima ao fazer referência a eles como fatos históricos e não meras alegorias.
Michelson Borges - Criacionismo
Extraído de ARQUEOLOGIA BÍBLICA
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quinta-feira, 22 de novembro de 2012
Como se faz jejum?
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quarta-feira, 21 de novembro de 2012
David Platt - Deus Odeia e Ama Pecadores
David Platt fala sobre como pode Deus amar pecadores e odiar pecadores ao mesmo tempo. Ele expõe também como não devemos nos deixar levar por falsas verdades criadas pela nossa cultura que confundem a cruz de Cristo.
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
CUMPRIMENTO DE MAIS UMA PROFECIA ??? “Mulher montada na besta” estampará novas cédulas do Euro
Imagem mitológica será visto em dinheiro europeu
Segundo a mitologia grega, a princesa fenícia Europa foi raptada e estuprada pelo rei dos deuses, Zeus. Seu nome ficou eternizado por dar nome ao continente que agora usará sua imagem nas cédulas de dinheiro.
Essa foi a imagem escolhida para, a partir do próximo ano, substituir janelas e portas nas notas como um recurso decorativo e também de segurança. “Retratos são utilizados em notas de todo o mundo e a pesquisa mostrou que as pessoas tendem a se lembrar de rostos. Existe melhor figura do que Europa para servir como o novo rosto do euro?”, questiona o chefe do Banco Central Europeu (BCE), Mario Draghi.
Ela aparecerá pela primeira vez nas notas de 5 euros, e deverá ser gradativamente vista nas outras notas nos próximos anos. O rosto de Europa será mostrado como uma marca d’água e um holograma.
O Banco Central Europeu revelou este mês como as novas notas incluirão elementos de segurança melhorados. De acordo com o site do Banco Central Europeu, “ao inclinar-se a nota, o número esmeralda apresenta um efeito luminoso de movimento ascendente e descendente. Dependendo do ângulo de observação, o número também muda de cor passando de verde-esmeralda a azul escuro”.
A primeira série de notas marca a maior mudança na circulação do euro em 10 anos.
Um dos motivos para a mudança é o crescente número de notas falsificadas de euro que passaram a circular no continente nos últimos anos. A Europol, agência de polícia da União Europeia, com sede em Haia, disse que as autoridades apreenderam mais de € 19 milhões em dinheiro falso desde 2006.
Alheio a questão estética, diversos sites cristãos especializados em profecias levantaram a hipótese de que trata-se da “mulher monta na besta”, citada no Livro de Apocalipse. Um dos motivos é a crescente secularização da Europa, que restringe a fé cristã, mas demonstra maior tolerância com as manifestações muçulmanas, lembra o Prophecy News Watch.
Segundo o fórum de debates Rapture in the air, assim como Zeus, Satanás terá a capacidade de tomar a forma humana e enganar a todos durante a tribulação.
A mulher também pode ser vista em frente à sede da União européia em Bruxelas. Recentemente, em meio à crise do Euro, ganhou força a proposta de um governo e um exército unificado em toda a Europa para evitar novas crises econômicas.
Outros lembram que a bandeira da União Européia e suas 12 estrelas também são alusões a elementos dos capítulos 16, 17 e 18 do Livro de Apocalipse. As informações são do jornal EU Observer, Rapture in the air, Prophecy News.
Segundo a mitologia grega, a princesa fenícia Europa foi raptada e estuprada pelo rei dos deuses, Zeus. Seu nome ficou eternizado por dar nome ao continente que agora usará sua imagem nas cédulas de dinheiro.
Essa foi a imagem escolhida para, a partir do próximo ano, substituir janelas e portas nas notas como um recurso decorativo e também de segurança. “Retratos são utilizados em notas de todo o mundo e a pesquisa mostrou que as pessoas tendem a se lembrar de rostos. Existe melhor figura do que Europa para servir como o novo rosto do euro?”, questiona o chefe do Banco Central Europeu (BCE), Mario Draghi.
Ela aparecerá pela primeira vez nas notas de 5 euros, e deverá ser gradativamente vista nas outras notas nos próximos anos. O rosto de Europa será mostrado como uma marca d’água e um holograma.
O Banco Central Europeu revelou este mês como as novas notas incluirão elementos de segurança melhorados. De acordo com o site do Banco Central Europeu, “ao inclinar-se a nota, o número esmeralda apresenta um efeito luminoso de movimento ascendente e descendente. Dependendo do ângulo de observação, o número também muda de cor passando de verde-esmeralda a azul escuro”.
A primeira série de notas marca a maior mudança na circulação do euro em 10 anos.
Um dos motivos para a mudança é o crescente número de notas falsificadas de euro que passaram a circular no continente nos últimos anos. A Europol, agência de polícia da União Europeia, com sede em Haia, disse que as autoridades apreenderam mais de € 19 milhões em dinheiro falso desde 2006.
Alheio a questão estética, diversos sites cristãos especializados em profecias levantaram a hipótese de que trata-se da “mulher monta na besta”, citada no Livro de Apocalipse. Um dos motivos é a crescente secularização da Europa, que restringe a fé cristã, mas demonstra maior tolerância com as manifestações muçulmanas, lembra o Prophecy News Watch.
Segundo o fórum de debates Rapture in the air, assim como Zeus, Satanás terá a capacidade de tomar a forma humana e enganar a todos durante a tribulação.
A mulher também pode ser vista em frente à sede da União européia em Bruxelas. Recentemente, em meio à crise do Euro, ganhou força a proposta de um governo e um exército unificado em toda a Europa para evitar novas crises econômicas.
Outros lembram que a bandeira da União Européia e suas 12 estrelas também são alusões a elementos dos capítulos 16, 17 e 18 do Livro de Apocalipse. As informações são do jornal EU Observer, Rapture in the air, Prophecy News.
FONTE: www.gospelprime.com.br
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segunda-feira, 12 de novembro de 2012
Quem é Jesus? I
Leitura: Lucas 9:18
Vídeo: http://youtu.be/Z7KsN0csUzg
"Certa vez Jesus estava orando em particular, e com ele estavam os seus discípulos; então lhes perguntou: 'Quem as multidões dizem que eu sou?' Eles responderam: 'Alguns dizem que és João Batista; outros, Elias; e, ainda outros, que és um dos profetas do passado que ressuscitou'. 'E vocês, o que dizem?', perguntou. 'Quem vocês dizem que eu sou?'"
Hoje Jesus faz a mesma pergunta a cada coração: "Quem você diz que eu sou?". As respostas são as mais diversas. Alguns dirão que é Elias reencarnado, sem nunca terem reparado que o profeta Elias não passou pela morte, mas foi arrebatado ao céu. Mais adiante neste evangelho veremos que Jesus conversa com Elias e Moisés, quando se transfigura diante dos olhos de seus discípulos. Se ele fosse a reencarnação de Elias não poderia ter conversado consigo mesmo.
Alguns piedosamente afirmam ter sido ele um grande homem, um mestre que veio trazer mensagens valiosas para nossa evolução espiritual. Será? Achar que com uma opinião assim você está elogiando Jesus é como querer elogiar Einstein por saber a tabuada. Considerar Jesus menos que divino é uma ofensa a Deus.
Os muçulmanos dizem que Jesus é apenas mais um dos profetas de Deus e os judeus negam que ele seja o Messias prometido. Existe ainda uma miríade de seitas e religiões cujos fundadores afirmam ser a mais recente manifestação de Jesus. Na Internet é possível encontrar mais de trinta deles, sem contar os que estão em instituições para doentes mentais, o que poderia ser considerado o maior caso de roubo de identidade da história.
Por que tanta gente quer se passar por Jesus? Por outro lado, por que tantos têm tamanha aversão por este nome? E por que milhares amaram tanto este mesmo nome ao ponto de morrerem por ele? Deve existir algo de muito especial nessa pessoa. Então quem é realmente Jesus? Um bom lugar para começarmos a pesquisar é a própria Bíblia, iniciando pelo Antigo Testamento que terminou de ser escrito 450 anos antes de Jesus nascer.
Ali encontramos profecias que falam dele, e se você tiver um conhecimento mínimo dos evangelhos verá que seria humanamente impossível alguém preencher todas as expectativas dos profetas por mera coincidência. A probabilidade de uma mesma pessoa se encaixar em apenas 8 das mais de 300 profecias do Antigo Testamento que falavam do Messias é de uma em cem quatrilhões. E quais seriam as chances de alguém cumprir 48 dessas profecias? Pense no número dez seguido de 157 zeros. E Jesus não se encaixa em apenas 48 profecias, mas em mais de trezentas!
Por isso vamos precisar de mais 3 minutos para continuar perguntando: Quem é Jesus?
Quem é Jesus? II
Leitura: Lucas 9:18-20
Vídeo: http://youtu.be/_plkeyE0vlA
Antes de dar sua opinião sobre quem é Jesus, é bom verificar se ele preenche as credenciais previstas pelos profetas. Nos primeiros livros que compõem a Bíblia Moisés anunciava que o Messias prometido a Israel seria descendente de Abraão, Isaque e Jacó, e pertenceria à tribo de Judá. Miquéias previu que ele nasceria em Belém da Judeia, e Isaías avisou que isso seria pela concepção de uma virgem.
O profeta Jeremias escreveu que crianças seriam mortas por ocasião de seu nascimento, e foi o que o Rei Herodes mandou fazer quando soube que o rei prometido a Israel havia nascido. A perseguição fez com que José e Maria fugissem com o menino Jesus para o Egito, o que também havia sido previsto pelo profeta Oséias. Segundo o profeta Isaías, a região de seu ministério seria a Galileia ao longo do Rio Jordão, e ele seria rejeitado pelo povo judeu, como foi.
Zacarias anunciou com séculos de antecedência a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém e o profeta Daniel especificou até mesmo a época em que isso aconteceria, uma semana antes de ser crucificado. Com mil anos de antecedência Davi previu que o Messias seria traído por um de seus amigos e Zacarias confirmou, indicando que o traidor receberia trinta moedas de prata que seriam depois lançadas no Templo e usadas para comprar o campo de um oleiro.
Isaías escreveu, com setecentos anos de antecedência, que o Messias permaneceria mudo diante de seus acusadores e que seu sofrimento e morte seriam para pagar pela culpa de outros. O mesmo profeta indicou que ele morreria entre malfeitores e Davi, no Salmo 22, previu que ele seria crucificado, com as mãos e os pés atravessados por grandes pregos. Os Salmos acrescentavam que o crucificado seria insultado e que em sua sede lhe dariam vinagre.
Segundo o profeta Zacarias, o corpo morto seria furado por uma lança e Davi acrescentou que suas vestes seriam sorteadas entre seus carrascos. Porém nenhum osso seria quebrado, ao contrário do que era comum na crucificação, quando as pernas dos condenados eram quebradas para acelerar a morte. Os profetas previram, além da morte, a ressurreição e ascensão de Jesus ao céu, mas isso só foi visto por um pequeno grupo de pessoas, os discípulos de Jesus. Sim, existem coisas que você só conseguirá enxergar se for discípulo de Cristo, um círculo no qual se entra pela fé, não pela razão.
Assim foi que, quando Jesus perguntou aos seus discípulos "Quem vocês dizem que eu sou?", o evangelho de Mateus mostra que a resposta de Pedro, de que Jesus era o Cristo, o Messias prometido, não veio dele próprio, mas de uma revelação direta de Deus: "Feliz é você, Simão, filho de Jonas! Porque isto não lhe foi revelado por carne ou sangue, mas por meu Pai que está nos céus" (Mt 16:17).
E para você, quem é Jesus?
Clique Aqui e Acesse: Quem é Jesus? I
Fonte: www.3minutos.net
terça-feira, 30 de outubro de 2012
A REFORMA PROTESTANTE: PERGUNTAS E RESPOSTAS
PERGUNTAS E RESPOSTAS
Alderi Souza de Matos
1. Qual a importância da Reforma?
A Reforma Protestante foi importante para o cristianismo porque chamou a atenção para verdades (doutrinas) e práticas bíblicas que haviam sido esquecidas ou distorcidas pela Igreja Medieval. Não foi um movimento inovador, mas restaurador das convicções e ênfases do cristianismo original. Algumas de suas principais contribuições foram: retorno às Escrituras; a centralidade de Cristo; a salvação vista como dádiva da graça de Deus, a ser recebida por meio da fé; a Igreja não é a instituição ou a hierarquia, mas o povo de Deus – cada cristão é um sacerdote.
2. A Reforma foi um movimento exclusivamente religioso?
Embora tenha sido um movimento predominantemente religioso, a Reforma teve importantes ligações com as realidades econômicas, políticas e sociais do século 16. Na área econômica, contribuíram para a Reforma fenômenos como o fim do feudalismo, o desenvolvimento do capitalismo e a crescente urbanização. Ao contrário da mentalidade católica medieval, os protestantes tinham uma visão positiva do trabalho, do lucro e das ocupações “seculares”. Suas concepções acerca da pobreza também eram diferentes. Por outro lado, a Reforma foi um protesto contra a opulência da Igreja Majoritária e suas contínuas interferências na economia das nações européias (através de inúmeros impostos eclesiásticos e outros meios).
3. Qual a posição de Lutero quanto ao livre arbítrio?
Lutero negou o livre arbítrio no que diz respeito à salvação – o ser humano, escravizado pelo pecado, não pode por si mesmo buscar a Deus. Todavia, o livre arbítrio permanece intacto em relação a outras questões, como as decisões comuns e as responsabilidades da vida cotidiana.
4. Por que existem tantas igrejas protestantes?
Lutero defendeu firmemente a sacerdócio universal dos fiéis, mas essa não é a principal razão da existência de muitas igrejas evangélicas. A razão maior está no princípio do “livre exame”, ou seja, o direito de todo cristão de estudar por si mesmo as Escrituras, não ficando preso à autoridade da Igreja ou a uma interpretação “oficial” da Bíblia.
5. Há necessidade de uma nova Reforma?
Existem muitas igrejas ditas “protestantes” ou “evangélicas” que, por terem se afastado dos princípios básicos propostos pelos reformadores, realmente necessitam de uma nova Reforma.
6. Como a Reforma contribuiu para o pensamento moderno?
A Reforma contribuiu para o pensamento moderno de muitas maneiras. Seu questionamento do autoritarismo religioso medieval, sua ênfase à participação responsável dos fiéis na vida e na direção das igrejas, seu estilo participativo de liderança, sua valorização do trabalho e de toda e qualquer ocupação honesta contribuíram para o fortalecimento de noções como liberdade, democracia e solidariedade social. Os diferentes reformadores e seus seguidores deram importantes contribuições nas áreas da teologia, filosofia, política, sociologia e ética.
7. Que dizer da imagem negativa de Lutero?
Felizmente, essa imagem negativa de Lutero está em declínio. Atualmente, mesmo historiadores católicos têm tido uma visão mais construtiva e equilibrada do pensamento e da obra do reformador.
8. É correta a interpretação de Marx e Engels de que a Reforma foi motivada por fatores sociais e econômicos?
Essa visão de Marx e Engels é parcial e inadequada. Lutero foi movido acima de tudo por sua intensa experiência religiosa. Ele havia se tornado um monge por preocupar-se com a sua salvação; porém, a sua vida monástica só fez aumentar a sua insegurança espiritual. Foi então que descobriu nas epístolas paulinas o ensino acerca da justificação pela fé. Essa experiência libertadora, que trouxe paz ao seu coração, e as convicções dela resultantes, foram o fundamento da sua obra como reformador.
9. Lutero era aliado das elites?
Lutero era inteiramente popular, como demonstram fartamente os seus escritos. Ele era um homem do povo, falava a linguagem do povo, por vezes bastante áspera, e só ocasionalmente envolveu-se com os nobres, por força das circunstâncias políticas da época.
10. É verdade que o reformador Lutero gostava de uma boa cerveja?
Lutero realmente gostava de comer e beber, por entender que essas eram dádivas de Deus aos seus filhos.
11. Por que a Reforma teve diferentes manifestações?
A Reforma teve características distintas em outras partes da Europa por vários motivos: as personalidades e ênfases dos outros reformadores, as peculiaridades culturais das outras nações e as realidades políticas dessas nações. Por exemplo, na Inglaterra a Reforma só implantou-se graças à interferência decisiva de vários monarcas, como Henrique VIII, Eduardo VI e, em especial, Elizabete I. Querendo agradar os seus súditos protestantes e católicos, ela criou o anglicanismo, uma síntese de elementos dessas duas tradições religiosas.
Fonte : www.mackenzie.br
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sexta-feira, 26 de outubro de 2012
A Aflição do Justo
2 Coríntios 1.3-4
Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, O Pai das misericórdias e o Deus de toda a consolação, que nos consola em toda a nossa tribulação, para que também possamos consolar os que estiverem em alguma tribulação, com consolação com que nós mesmos somos consolados de Deus.
Hoje vamos falar um pouco sobre aflição. Já que o tema é este, não há como não nos lembrarmos de Jó. Todos nós sabemos pelo ele passou. O quanto ele sofreu.
E gostaríamos de começar a partir do momento em que os amigos de Jó ficaram sabendo pelo que ele estava passando e resolveram condoer-se dele e consolá-lo. Entretanto, cada um deles tentou emitir alguma explicação para esclarecer o seu sofrimento.
• A esposa – Desanimada e desesperada pelo quadro, chegou a conclusão que alguma coisa estava errada, afirmou que a religião de Jó era um fracasso e sugeriu a seu marido que amaldiçoasse a Deus e morresse;
• Elifaz – Este amigo de Jó afirmou que Deus nunca erra. Se seu amigo estava sofrendo daquela forma era porque tinha pecado;
• Bildade – Este outro chegou à conclusão que Jó continuava a sofrer porque não admitia o seu erro, o seu pecado;
• Zofar – Já este, entendia que o pecado de Jó merecia um sofrimento ainda maior.
• Eliú – Este outro era de opinião de que Deus estava usando o sofrimento de Jó para moldá-lo e treiná-lo;
O que estamos vendo aqui é que Jó, oprimido pelo sofrimento, não foi confortado pelos seus amigos, foi sim, condenado. Cada um de seus pontos de vista foi uma forma conhecida para compreensão do sofrimento. A lei de causa e efeito.
O mundo de hoje é regido por esta linha de raciocínio, qual seja, coisas boas acontecem a pessoas boas e coisas ruins acontecem a pessoas ruins.
E esta forma de pensar está completamente equivocada, já que, para muitos efeitos não conseguimos encontrar causas plausíveis e, em contrapartida, muitas causas não nos levam a quaisquer efeitos esperados.
Por isto os amigos Jó entendiam que era obrigação deles ajudá-lo a admitir o seu pecado. Em verdade Jó pensava como seus amigos, o que ele não conseguia entender, era o porquê que tanto sofrimento, já que não tinha feito nada de errado.
A grande verdade é que devemos tomar muito cuidado para não agirmos como os amigos de Jó, isto é, quando vemos alguém em aflição, acharmos que aquela pessoa está sendo julgada pelos seus pecados, uma vez que isto, nem sempre é correto.
Também não podemos crer em Deus somente quando as coisas estão indo bem e não estamos sofrendo, por algum motivo, isto, também, não é correto.
O que precisamos ter bem claro, é que o sofrimento deve nos fazer confiar em Deus, pelo que Ele é, e não pelo que Ele pode fazer por nós.
Sendo assim, chegamos à conclusão que quando uma pessoa está sofrendo, aquilo pode, até, ser resultado de um pecado, mas isto não é uma verdade absoluta, pois nem sempre é, da mesma que forma que a prosperidade na vida de uma pessoa, nem sempre, é uma resposta a sua bondade.
Onde estamos querendo chegar, não está escrito em lugar nenhum da Palavra de Deus que, aqueles que O amam, estarão livres de problemas, muito pelo contrário, por isto precisamos estar muito alertas para não sairmos julgando as pessoas, já que aí, quem estará pecando seremos nós.
Uma coisa muito importante, também, é que o ser humano, por sua natureza, exige explicação para tudo, mas com Deus isto é diferente, Ele, nem sempre, revelará para nós os seus propósitos em nossas vidas e, vamos mais longe, se isto acontecesse nós não suportaríamos.
Deus está muito além de nosso entendimento e, jamais, saberemos por que Ele age desta ou daquela maneira, o que precisamos é confiar, não esquecendo que Ele está no controle de todas as coisas, e apenas Ele sabe por que o justo sofre.
Isto somente fica bem claro para nós, quando vemos Deus como Ele é.
Finalizando, gostaríamos de deixar o contido nos versículos 1 de 2, do capítulo 9, de Eclesiastes, para sua reflexão:
Deveras me apliquei a todas estas coisas para claramente entender tudo isto: que os justos, e os sábios, e os seus feitos estão nas mãos de Deus; e, se é amor ou se é ódio que está a sua espera, não sabe o homem. Tudo lhe está oculto no futuro. Tudo sucede igualmente a todos: os mesmo sucede ao justo e ao perverso; ao bom, ao puro e ao impuro; tanto ao que sacrifica como ao que não sacrifica; ao que jura como ao que teme o juramento. Pense nisso.
Autor: Palavra Fiel Blog
Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, O Pai das misericórdias e o Deus de toda a consolação, que nos consola em toda a nossa tribulação, para que também possamos consolar os que estiverem em alguma tribulação, com consolação com que nós mesmos somos consolados de Deus.
Hoje vamos falar um pouco sobre aflição. Já que o tema é este, não há como não nos lembrarmos de Jó. Todos nós sabemos pelo ele passou. O quanto ele sofreu.
E gostaríamos de começar a partir do momento em que os amigos de Jó ficaram sabendo pelo que ele estava passando e resolveram condoer-se dele e consolá-lo. Entretanto, cada um deles tentou emitir alguma explicação para esclarecer o seu sofrimento.
• A esposa – Desanimada e desesperada pelo quadro, chegou a conclusão que alguma coisa estava errada, afirmou que a religião de Jó era um fracasso e sugeriu a seu marido que amaldiçoasse a Deus e morresse;
• Elifaz – Este amigo de Jó afirmou que Deus nunca erra. Se seu amigo estava sofrendo daquela forma era porque tinha pecado;
• Bildade – Este outro chegou à conclusão que Jó continuava a sofrer porque não admitia o seu erro, o seu pecado;
• Zofar – Já este, entendia que o pecado de Jó merecia um sofrimento ainda maior.
• Eliú – Este outro era de opinião de que Deus estava usando o sofrimento de Jó para moldá-lo e treiná-lo;
O que estamos vendo aqui é que Jó, oprimido pelo sofrimento, não foi confortado pelos seus amigos, foi sim, condenado. Cada um de seus pontos de vista foi uma forma conhecida para compreensão do sofrimento. A lei de causa e efeito.
O mundo de hoje é regido por esta linha de raciocínio, qual seja, coisas boas acontecem a pessoas boas e coisas ruins acontecem a pessoas ruins.
E esta forma de pensar está completamente equivocada, já que, para muitos efeitos não conseguimos encontrar causas plausíveis e, em contrapartida, muitas causas não nos levam a quaisquer efeitos esperados.
Por isto os amigos Jó entendiam que era obrigação deles ajudá-lo a admitir o seu pecado. Em verdade Jó pensava como seus amigos, o que ele não conseguia entender, era o porquê que tanto sofrimento, já que não tinha feito nada de errado.
A grande verdade é que devemos tomar muito cuidado para não agirmos como os amigos de Jó, isto é, quando vemos alguém em aflição, acharmos que aquela pessoa está sendo julgada pelos seus pecados, uma vez que isto, nem sempre é correto.
Também não podemos crer em Deus somente quando as coisas estão indo bem e não estamos sofrendo, por algum motivo, isto, também, não é correto.
O que precisamos ter bem claro, é que o sofrimento deve nos fazer confiar em Deus, pelo que Ele é, e não pelo que Ele pode fazer por nós.
Sendo assim, chegamos à conclusão que quando uma pessoa está sofrendo, aquilo pode, até, ser resultado de um pecado, mas isto não é uma verdade absoluta, pois nem sempre é, da mesma que forma que a prosperidade na vida de uma pessoa, nem sempre, é uma resposta a sua bondade.
Onde estamos querendo chegar, não está escrito em lugar nenhum da Palavra de Deus que, aqueles que O amam, estarão livres de problemas, muito pelo contrário, por isto precisamos estar muito alertas para não sairmos julgando as pessoas, já que aí, quem estará pecando seremos nós.
Uma coisa muito importante, também, é que o ser humano, por sua natureza, exige explicação para tudo, mas com Deus isto é diferente, Ele, nem sempre, revelará para nós os seus propósitos em nossas vidas e, vamos mais longe, se isto acontecesse nós não suportaríamos.
Deus está muito além de nosso entendimento e, jamais, saberemos por que Ele age desta ou daquela maneira, o que precisamos é confiar, não esquecendo que Ele está no controle de todas as coisas, e apenas Ele sabe por que o justo sofre.
Isto somente fica bem claro para nós, quando vemos Deus como Ele é.
Finalizando, gostaríamos de deixar o contido nos versículos 1 de 2, do capítulo 9, de Eclesiastes, para sua reflexão:
Deveras me apliquei a todas estas coisas para claramente entender tudo isto: que os justos, e os sábios, e os seus feitos estão nas mãos de Deus; e, se é amor ou se é ódio que está a sua espera, não sabe o homem. Tudo lhe está oculto no futuro. Tudo sucede igualmente a todos: os mesmo sucede ao justo e ao perverso; ao bom, ao puro e ao impuro; tanto ao que sacrifica como ao que não sacrifica; ao que jura como ao que teme o juramento. Pense nisso.
Autor: Palavra Fiel Blog
Fonte: www.palavrafiel.com.br
O BIO CHIP É A MARCA DA BESTA PREVISTA NO APOCALIPSE ???
"A todos, os pequenos e os grandes, os ricos e os pobres, os livres e os escravos, faz que lhes seja dada certa marca sobre a mão direita ou sobre a fronte, para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tem a marca, o nome da besta ou o número do seu nome. Aqui está a sabedoria. Aquele que tem entendimento calcule o número da besta, pois é número de homem. Ora, esse número é seiscentos e sessenta e seis" (Ap 13.16-18).
A discoteca espanhola Baja Beach Club em Barcelona começou a usar, pela primeira vez no mundo, algo semelhante à marca descrita no último livro da Bíblia... Os clientes habituais da discoteca podem mandar implantar um chip no braço. Além dos dados pessoais ele terá capacidade de armazenar seu saldo. Na entrada, os clientes "chipados" serão facilmente identificados através de um leitor de raios laser e os garçons poderão debitar as despesas diretamente no braço do cliente. Quando o saldo acabar, bastará recarregá-lo.
O chip é um produto da empresa norte-americana Applied Digital Solutions... Seu plano é implantá-lo no maior número possível de pessoas.
Chips com outras capacidades estão sendo desenvolvidos e usados nos Estados Unidos, por exemplo, para aumentar as vendas da multinacional de bebidas Coca-Cola. Ela lançou uma campanha de marketing centrada em 120 latas de refrigerante especiais. Sua aparência e seu peso não permitem reconhecer que estão equipadas com telefone celular e um chip GPS (Global Positioning System). Os felizes compradores das latinhas premiadas devem identificar-se por telefone notificando seu achado e levar a latinha sempre consigo até que uma equipe da Coca-Cola os localize para informá-los sobre seus prêmios".
Essas notícias comprovam a atualidade das afirmações bíblicas! Como é possível que alguém, há dois mil anos atrás, distante de todas as possibilidades tecnológicas de hoje, tenha descrito tais desenvolvimentos? Em Apocalipse 13 são relatados acontecimentos que se dariam apenas nos tempos finais, pouco antes da volta de Jesus. O idoso apóstolo João, que vivia exilado na ilha de Patmos, escreveu que, no fim dos tempos, as pessoas iriam receber uma marca em sua mão direita ou em sua fronte, e que poderiam comprar ou vender apenas com ela. Além disso, ele fala de uma imagem que teria fôlego e falaria (Ap 13.15). Como ele podia ter a certeza e a "ousadia" de escrever algo assim? Naquela época, suas afirmações estavam bem longe da realidade. Além disso, o que significavam suas palavras? Que valor tinham essas descrições minuciosas de algo que ninguém conhecia? Será que João não temia cair no ridículo ou não havia o perigo da Bíblia ser posta de lado por ser considerada uma coleção de fábulas? Qualquer "ser pensante" – caso a Bíblia fosse um "conto de fadas" – teria evitado fazer afirmações desse teor, preferindo escrever coisas mais genéricas, pensamentos filosóficos ou literatura poética. Mas João estava absolutamente convicto de que tudo o que viu e escreveu correspondia integralmente à verdade.
A Bíblia não é, de forma alguma, um livro de contos. Ela é a revelação divina à humanidade. Só um Deus que conhece os mínimos detalhes do futuro e dos processos históricos pode mandar escrever fatos futuros através da inspiração de Seu Espírito. Somente Deus sabia de antemão que aproximadamente mil e novecentos anos mais tarde um aparelho iria influenciar o mundo através de uma imagem que fala e se move. Somente um Ser Supremo poderia saber que dois mil anos depois seria possível implantar um chip sob a pele. Apenas Ele poderia mandar predizer que essas coisas incomparáveis iriam acontecer. Somente um Deus que é a Verdade poderia anunciar algo tão "inacreditável" para provar que Sua Palavra é verdadeira e que podemos crer em tudo o que Ele diz. O Senhor Jesus expressou essa verdade ao dizer: "Desde já vos digo, antes que aconteça, para que, quando acontecer, creiais que EU SOU" (Jo 13.19).
A última fase do fim dos tempos teve início com o ajuntamento dos judeus em sua pátria e com a fundação do Estado de Israel em 1948. Praticamente em paralelo, os processos em desenvolvimento no nosso mundo se direcionam em ritmo cada vez mais acelerado para o cumprimento do Apocalipse.
"Quem não se deixa vencer pela verdade divina será vencido pelo engano", disse Agostinho. Não resta muito tempo para ridicularizar a Bíblia, pois a seriedade de suas palavras é muito evidente!
A discoteca espanhola Baja Beach Club em Barcelona começou a usar, pela primeira vez no mundo, algo semelhante à marca descrita no último livro da Bíblia... Os clientes habituais da discoteca podem mandar implantar um chip no braço. Além dos dados pessoais ele terá capacidade de armazenar seu saldo. Na entrada, os clientes "chipados" serão facilmente identificados através de um leitor de raios laser e os garçons poderão debitar as despesas diretamente no braço do cliente. Quando o saldo acabar, bastará recarregá-lo.
O chip é um produto da empresa norte-americana Applied Digital Solutions... Seu plano é implantá-lo no maior número possível de pessoas.
Chips com outras capacidades estão sendo desenvolvidos e usados nos Estados Unidos, por exemplo, para aumentar as vendas da multinacional de bebidas Coca-Cola. Ela lançou uma campanha de marketing centrada em 120 latas de refrigerante especiais. Sua aparência e seu peso não permitem reconhecer que estão equipadas com telefone celular e um chip GPS (Global Positioning System). Os felizes compradores das latinhas premiadas devem identificar-se por telefone notificando seu achado e levar a latinha sempre consigo até que uma equipe da Coca-Cola os localize para informá-los sobre seus prêmios".
Essas notícias comprovam a atualidade das afirmações bíblicas! Como é possível que alguém, há dois mil anos atrás, distante de todas as possibilidades tecnológicas de hoje, tenha descrito tais desenvolvimentos? Em Apocalipse 13 são relatados acontecimentos que se dariam apenas nos tempos finais, pouco antes da volta de Jesus. O idoso apóstolo João, que vivia exilado na ilha de Patmos, escreveu que, no fim dos tempos, as pessoas iriam receber uma marca em sua mão direita ou em sua fronte, e que poderiam comprar ou vender apenas com ela. Além disso, ele fala de uma imagem que teria fôlego e falaria (Ap 13.15). Como ele podia ter a certeza e a "ousadia" de escrever algo assim? Naquela época, suas afirmações estavam bem longe da realidade. Além disso, o que significavam suas palavras? Que valor tinham essas descrições minuciosas de algo que ninguém conhecia? Será que João não temia cair no ridículo ou não havia o perigo da Bíblia ser posta de lado por ser considerada uma coleção de fábulas? Qualquer "ser pensante" – caso a Bíblia fosse um "conto de fadas" – teria evitado fazer afirmações desse teor, preferindo escrever coisas mais genéricas, pensamentos filosóficos ou literatura poética. Mas João estava absolutamente convicto de que tudo o que viu e escreveu correspondia integralmente à verdade.
A Bíblia não é, de forma alguma, um livro de contos. Ela é a revelação divina à humanidade. Só um Deus que conhece os mínimos detalhes do futuro e dos processos históricos pode mandar escrever fatos futuros através da inspiração de Seu Espírito. Somente Deus sabia de antemão que aproximadamente mil e novecentos anos mais tarde um aparelho iria influenciar o mundo através de uma imagem que fala e se move. Somente um Ser Supremo poderia saber que dois mil anos depois seria possível implantar um chip sob a pele. Apenas Ele poderia mandar predizer que essas coisas incomparáveis iriam acontecer. Somente um Deus que é a Verdade poderia anunciar algo tão "inacreditável" para provar que Sua Palavra é verdadeira e que podemos crer em tudo o que Ele diz. O Senhor Jesus expressou essa verdade ao dizer: "Desde já vos digo, antes que aconteça, para que, quando acontecer, creiais que EU SOU" (Jo 13.19).
A última fase do fim dos tempos teve início com o ajuntamento dos judeus em sua pátria e com a fundação do Estado de Israel em 1948. Praticamente em paralelo, os processos em desenvolvimento no nosso mundo se direcionam em ritmo cada vez mais acelerado para o cumprimento do Apocalipse.
"Quem não se deixa vencer pela verdade divina será vencido pelo engano", disse Agostinho. Não resta muito tempo para ridicularizar a Bíblia, pois a seriedade de suas palavras é muito evidente!
(Norbert Lieth - http://www.chamada.com.br).
ASSISTA VÍDEOS QUE FALAM SOBRE A IMPLANTAÇÃO DOS CHIPS
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quinta-feira, 25 de outubro de 2012
"O Mormonismo é uma seita? No que os Mórmons acreditam?"
Os mórmons acreditam que existem de fato quatro fontes de palavras divinamente inspiradas, ao invés de apenas uma. 1) A Bíblia “enquanto traduzida corretamente”. Versículos que estão incorretamente traduzidos nem sempre são claros. 2) O Livro de Mórmon foi “traduzido” por Smith e publicado em 1830. Smith afirmou que este é o “livro mais correto” da terra, e que uma pessoa poderia chegar mais próximo de Deus seguindo seus preceitos “do que através de qualquer outro livro”. 3) “Doutrinas e Alianças” é considerado escritura pelos Mórmons, contendo uma série de revelações modernas referentes à “Igreja de Cristo como ela foi restaurada”. 4) “Pérola de Grande Valor” é considerado pelos Mórmons por “clarificar” doutrinas e ensinamentos que foram perdidos da Bíblia e adiciona a sua própria informação sobre a criação do mundo.
Os mórmons acreditam no seguinte sobre Deus: que Ele nem sempre foi o Ser Supremo do universo, mas atingiu este estado através de uma vida justa e por esforço persistente. Eles acreditam que o Deus Pai tem um “corpo de carne e ossos tangível como o do homem”. Apesar de deixado de lado pelos líderes mórmons modernos, Brigham Young ensinava que Adão na verdade era Deus e o pai de Jesus Cristo. Os cristãos sabem o seguinte a respeito de Deus: existe apenas um único e verdadeiro Deus (Deuteronômio 6:4, Isaías 43:10, 44:6-8), Ele sempre existiu e sempre irá existir (Deuteronômio 33:27, Salmos 90:2, 1 Timóteo 1:17) e que Ele não foi criado, mas é o Criador (Gênesis capítulo 1, Salmos 24:1, Isaías 37:16). Ele é perfeito e ninguém mais é igual a Ele (Salmos 86:8, Isaías 40:25). Deus Pai não é um homem, e jamais o foi (Números 23:19, 1 Samuel 15:29, Oséias 11:9). Ele é Espírito (João 4:24), e Espírito não é feito de carne e osso (Lucas 24:39).
Os mórmons acreditam que existem três diferentes níveis ou reinos após a vida: o Reino Celestial, o Reino Terrestre e o Reino Telestial, além da escuridão exterior. Aonde os homens irão parar depende do que eles acreditam e fazem nesta vida mortal. A Bíblia nos diz que após a morte, nós iremos para o Céu ou para o inferno dependendo do fato de nós termos acreditado em Jesus ou não. Estar ausentes dos nossos corpos como crentes significa que estamos com o Senhor (2 Coríntios 5:6-8). Incrédulos são mandados para o inferno, ou o lugar dos mortos (Lucas 16:22-23). Quando Jesus vier pela segunda vez, nós iremos receber novos corpos (1 Coríntios 15:50-54). Haverá um Novo Céu e uma Nova Terra para os crentes (Apocalipse 21:1), e os incrédulos serão jogados em um lago de fogo eterno (Apocalipse 20:11-15). Não há segunda chance para redenção após a morte (Hebreus 9:27).
Os líderes mórmons ensinaram que a encarnação de Jesus foi resultado de uma relação física entre Deus Pai e Maria. Eles acreditam que Jesus é um Deus, mas que qualquer humano pode se tornar um deus. Historicamente os cristãos ensinaram que Deus é Triúno e que Ele existe eternamente como Pai, Filho e Espírito Santo (Mateus 28:19). Ninguém pode atingir o status de Deus, apenas Ele é santo (1 Samuel 2:2). Nós apenas podemos ser feitos santos à vista de Deus através da fé Nele (1 Coríntios 1:2). Jesus é o filho unigênito de Deus (João 3:16) e é o único que já viveu uma vida sem pecado e sem culpa, e que agora tem o lugar mais alto de honra no Céu (Hebreus 7:26). Jesus e Deus são um em essência, sendo Jesus o Único que existia antes do nascimento físico (João 1:1-18, 8:56). Jesus entregou a Si mesmo como sacrifício, e Deus o levantou dentre os mortos, e um dia todos irão confessar que Jesus Cristo é o Senhor (Filipenses 2:6-11). Jesus nos diz que é impossível chegarmos ao Céu pelas nossas próprias obras, e que apenas através da fé Nele isso é possível (Mateus 19:26). E muitos não irão optar por Ele. “Entrai pela porta estreita (larga é a porta, e espaçoso, o caminho que conduz para a perdição, e são muitos os que entram por ela)” (Mateus 7:13). Nós todos merecemos punição eterna pelos nossos pecados, mas o infinito amor e a infinita graça de Deus nos permitem uma saída. “Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Romanos 6:23).
Claramente há uma única maneira de receber a salvação: conhecendo a Deus e Seu Filho, Jesus (João 17:3). Não é através de obras, mas de fé (Romanos 1:17, 3:28). Quando temos esta fé, automaticamente somos obedientes às leis de Deus e somos batizados por amor a Ele, mas não porque é um requisito para a salvação. Podemos receber este dom não importando quem somos ou o que fizemos (Romanos 3:22). “E não há salvação em nenhum outro; porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos”. (Atos 4:12). Apesar de os mórmons serem normalmente amigáveis, amorosos e gentis – eles estão envolvidos em uma falsa religião que distorce a natureza de Deus, a Pessoa de Jesus Cristo e os meios para a salvação.
A verdadeira história do Halloween
A festa do Halloween que acontece no dia 31 de outubro, foi introduzida nos EUA por imigrantes irlandeses. No final do século passado, virou costume na França.
Na Irlanda dia 31 de outubro se comemora o dia dos mortos (samhain). E é feriado nos EUA, conhecido como “dia das bruxas”, onde crianças saem de casa fantasiadas de monstros, fantasmas, bruxas, etc; pedindo doces (trick or treat).
No Brasil, vem ganhando espaço em nossa cultura nas escolas, cursos de inglês, mídia, clubes e etc.
Simbolismos e Origens:
Na Irlanda dia 31 de outubro se comemora o dia dos mortos (samhain). E é feriado nos EUA, conhecido como “dia das bruxas”, onde crianças saem de casa fantasiadas de monstros, fantasmas, bruxas, etc; pedindo doces (trick or treat).
No Brasil, vem ganhando espaço em nossa cultura nas escolas, cursos de inglês, mídia, clubes e etc.
Simbolismos e Origens:
1- O dia 31 de Outubro para os Druidas, 31 de outubro era a noite em que Samhain (senhor dos mortos) voltava com os espíritos dos mortos. Eles precisavam ser apaziguados ou agradados; caso contrário, os vivos seriam amaldiçoados.
2- Druidas - Estes eram membros de um culto sacerdotal entre os celtas da antiga França, Irlanda. Eles ofereciam sacrifícios humanos (um ritual do satanismo) e tinham como sagrados a lua, a meia-noite, o gato, o cavalo e etc. Eles moravam nas florestas e cavernas, e diziam prever o futuro através de vôo de pássaros, do fogo, do fígado e outras entranhas de animais sacrificados.
3- Cabeças de Abóbora (“Jack-o-lanterns”)Originou –se na lenda de um homem chamado Jack, a quem foi negada a entrada no céu, por sua maldade, e no inferno por pregar peças ao diabo.
Condenado a perambular pela terra até o dia do juízo final. Então Jack teria colocado uma brasa brilhante num nabo oco, para iluminar-lhe o caminho através da noite. Este talismã (que depois virou abóbora) simbolizava uma alma condenada.
4- Bruxas e Fantasmas Os antigos druídas acreditavam que numa certa noite (31de Outubro), bruxas, fantasmas, espíritos, fadas e duendes saíam para prejudicar as pessoas. E por medo, as pessoas ofereciam alimentos para que os espíritos se acalmassem. Exatamente o que ocorre quando as crianças realizam o “Trick or Treat” (travessuras ou doces). Ou seja, acabam se passando por esses espíritos. E o que supostamente é apenas uma brincadeira, é mais sério que se pensa.
5- Lua Cheia, Gatos e Morcegos Lua Cheia: acreditava-se que a lua cheia marcava a época de praticar certos rituais ocultos. Gato Preto: diz a lenda que as bruxas podem se transformar em gatos pretos. Morcegos: acreditava-se no período medieval que os demônios tranformavam-se em morcegos por possuírem características de pássaro (para o ocultismo, símbolo da alma) e de demônio (por ser noturno). Claro que tudo isso foi criado por Deus, apenas a forma de usá-los que nesse caso está errada.
6- Máscaras e Fantasias As máscaras e fantasias têm sido um meio de, superticiosamente, afastar os espíritos maus ou mudar a personalidade do usuário e também de comunicação como mundo dos espíritos.
7- Fogueiras Os druidas construíam grandes fogueiras, nas celebrações da “Vigília de samhain” e queimavam vivos prisioneiros de guerra, criminosos e animais. Observando a posição dos corpos em chamas, diziam ver o futuro. Em fim, dentre outras coisas, essa é uma celebração aos mortos. E a Bíblia nos ensina que não devemos fazer isso. Leia para conferir: Deuteronômio 18:11. Também diz : “Aos mortos está ordenado morrer uma só vez, depois disso o juízo.” Hebreus 9:27.
Queremos portanto, esclarecer o que está por trás dessa festa, que embora muitos celebrem esta festa de forma inocente. Mas que na verdade é uma maneira de envolvimento com práticas diabólicas e que em nada acrescentam a sua vida. Inclusive em alguns lugares há nível de sacrifícios humanos nesses rituais. Seja livre desse engano e ajude a livrar outros enviando para seus contatos.
Condenado a perambular pela terra até o dia do juízo final. Então Jack teria colocado uma brasa brilhante num nabo oco, para iluminar-lhe o caminho através da noite. Este talismã (que depois virou abóbora) simbolizava uma alma condenada.
4- Bruxas e Fantasmas Os antigos druídas acreditavam que numa certa noite (31de Outubro), bruxas, fantasmas, espíritos, fadas e duendes saíam para prejudicar as pessoas. E por medo, as pessoas ofereciam alimentos para que os espíritos se acalmassem. Exatamente o que ocorre quando as crianças realizam o “Trick or Treat” (travessuras ou doces). Ou seja, acabam se passando por esses espíritos. E o que supostamente é apenas uma brincadeira, é mais sério que se pensa.
5- Lua Cheia, Gatos e Morcegos Lua Cheia: acreditava-se que a lua cheia marcava a época de praticar certos rituais ocultos. Gato Preto: diz a lenda que as bruxas podem se transformar em gatos pretos. Morcegos: acreditava-se no período medieval que os demônios tranformavam-se em morcegos por possuírem características de pássaro (para o ocultismo, símbolo da alma) e de demônio (por ser noturno). Claro que tudo isso foi criado por Deus, apenas a forma de usá-los que nesse caso está errada.
6- Máscaras e Fantasias As máscaras e fantasias têm sido um meio de, superticiosamente, afastar os espíritos maus ou mudar a personalidade do usuário e também de comunicação como mundo dos espíritos.
7- Fogueiras Os druidas construíam grandes fogueiras, nas celebrações da “Vigília de samhain” e queimavam vivos prisioneiros de guerra, criminosos e animais. Observando a posição dos corpos em chamas, diziam ver o futuro. Em fim, dentre outras coisas, essa é uma celebração aos mortos. E a Bíblia nos ensina que não devemos fazer isso. Leia para conferir: Deuteronômio 18:11. Também diz : “Aos mortos está ordenado morrer uma só vez, depois disso o juízo.” Hebreus 9:27.
Queremos portanto, esclarecer o que está por trás dessa festa, que embora muitos celebrem esta festa de forma inocente. Mas que na verdade é uma maneira de envolvimento com práticas diabólicas e que em nada acrescentam a sua vida. Inclusive em alguns lugares há nível de sacrifícios humanos nesses rituais. Seja livre desse engano e ajude a livrar outros enviando para seus contatos.
SEGUE ABAIXO UM DOCUMENTÁRIO QUE FALA UM POUCO SOBRE O SURGIMENTO DO HALLOWEEN:
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segunda-feira, 22 de outubro de 2012
A honrada história de São Jorge
A verdadeira História de São Jorge
Tantas qualidades chamaram a atenção do próprio Imperador, que decidiu lhe conferir o título de Conde. Com a idade de 23 anos passou a residir na corte imperial em Roma, exercendo altas funções. Nessa mesma época, o Imperador Diocleciano traçou planos para exterminar os cristãos. No dia marcado para o senado confirmar o decreto imperial, Jorge levantou-se no meio da reunião declarando-se espantado com aquela decisão, e afirmou que os os ídolos adorados nos templos pagãos eram falsos deuses. Todos ficaram atônitos ao ouvirem estas palavras de um membro da suprema corte romana, defendendo com grande coragem sua fé em Jesus Cristo como Senhor e salvador dos homens.
Indagado por um cônsul sobre a origem desta ousadia, Jorge prontamente respondeu-lhe que era por causa da VERDADE. O tal cônsul, não satisfeito, quis saber: "O QUE É A VERDADE?". Jorge respondeu: "A verdade é meu Senhor Jesus Cristo, a quem vós perseguis, e eu sou servo de meu redentor Jesus Cristo, e nEle confiado me pus no meio de vós para dar testemunho da Verdade." Como Jorge mantinha-se fiel a Jesus, o Imperador tentou fazê-lo desistir da fé torturando-o de vários modos. E, após cada tortura, era levado perante o Imperador, que lhe perguntava se renegaria a Jesus para adorar os ídolos. Porém, este santo homem de DEUS jamais abriu mão de suas convicções e de seu amor ao SENHOR Jesus. Todas as vezes em que foi interrogado, sempre declarou-se servo do DEUS Vivo, mantendo seu firme posicionamento de somente a Ele temer e adorar.
Em seu coração, Jorge de Capadócia discernia claramente o propósito de tudo o que lhe ocorria: “... vos hão de prender e perseguir, entregando-vos às sinagogas e aos cárceres, e conduzindo-vos à presença de reis e governadores, por causa do meu nome. Isso vos acontecerá para que deis testemunho”. (Lucas 21.12:13 – Grifo nosso). A fé deste servo de DEUS era tamanha que muitas pessoas passaram a crer em Jesus e confessa-lo como SENHOR por intermédio da pregação do jovem soldado romano. Durante seu martírio, Jorge mostrou-se tão confiante em Cristo Jesus e na obra redentora da cruz, que a própria Imperatriz alcançou a Graça da salvação eterna, ao entregar sua vida ao SENHOR. Seu testemunho de fidelidade e amor a DEUS arrebatou uma geração de incrédulos e idólatras romanos.
Por fim, Diocleciano mandou degolar o jovem e fiel discípulo de Jesus, em 23 de abril de 303. Logo a devoção a “São” Jorge tornou-se popular. Celebrações e petições a imagens que o representavam se espalharam pelo Oriente e, depois das Cruzadas, tiveram grande entrada no Ocidente. Além disso, muitas lendas foram se somando a sua história, inclusive aquela que diz que ele enfrentou e amansou um dragão que atormentava uma cidade...
Em 494, a idolatria era tamanha que a Igreja Católica o canonizou, estabelecendo cultos e rituais a serem prestados em homenagem a sua memória. Assim, confirmou-se a adoração a Jorge, até hoje largamente difundida, inclusive em grandes centros urbanos, como a cidade do Rio de Janeiro, onde desde 2002 faz-se feriado municipal na data comemorativa de sua morte.
Jorge é cultuado através de imagens produzidas em esculturas, medalhas e cartazes, onde se vê um homem vestindo uma capa vermelha, montado sobre um cavalo branco, atacando um dragão com uma lança. E ironicamente, o que motivou o martírio deste homem foi justamente sua batalha contra a adoração a ídolos...
Apesar dos engano e da cegueira espiritual das gerações seguintes, o fato é que Jorge de Capadócia obteve um testemunho reto e santo, que causou impacto e ganhou muitas almas para o SENHOR. Por amor ao Evangelho, ele não se preocupou em preservar a sua própria vida; em seu íntimo, guardava a Palavra: “ ...Cristo será, tanto agora como sempre, engrandecido no meu corpo, seja pela vida, seja pela morte” (Filipenses 1.20). Deste modo, cumpriu integralmente o propósito eterno para o qual havia nascido: manifestou o caráter do SENHOR e atraiu homens e mulheres para Cristo, estendendo a salvação a muitos perdidos.
Se você é devoto deste celebrado mártir da fé cristã, faça como ele e atribua toda honra, glória e louvor exclusivamente a Jesus Cristo, por quem Jorge de Capadócia viveu e morreu. Para além das lendas que envolvem seu nome, o grande dragão combatido por ele foi a idolatria que infelizmente hoje impera em torno de seu nome.
Extraído de www.hermesfernandes.com
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domingo, 7 de outubro de 2012
Igreja Evangélica e o jugo desigual na política
João Cruzué
Quero aproveitar a ocasião de um pequeno problema de saúde, para fazer uma analogia com o flerte que certas lideranças políticas evangélicas tiverem com o partido do governo na última eleição presidencial. Eu estou no "estaleiro" há quase uma semana com uma conjuntivite, inflamação no branco dos olhos, que além de me deixar os olhos pregados de manhã, durante o dia me traz a sensação de estar com areia nos olhos. Se por um lado não estou enxergando bem, por outro, tenho uma visão bem clara das desvantagens desta associação entre liderança evangélica e comunistas históricos em uma estranha simbiose de poder, entre o santo e o profano.
A Igreja como instituição espiritual não tem posição política. Não é centro, nem de direita e nem de esquerda. Seu arado corta em linha reta para semear o Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo. Fico admirado ao ver a desenvoltura de certos pastores que foram meus mestres nos últimos 30/40 anos, errando em coisas que ensinaram, e ensinaram tanto, até que se esquecerem do objeto do ensino. Estou falando do martelado princípio de evitar o jugo desigual.
A primeira Igreja que se associou com o petismo (e se deu mal) foi a Igreja Católica, cujas Comunidades Eclesiais de Base serviram de espaço para o ensino do marxismo metamorfoseado sob o discurso venenoso da Teologia da "Libertação". Esta simbiose foi quebrada pela ação de Carol Wojtila, - Papa João Paulo II, que sendo polonês de nascimento, conhecia muito bem o estrago dos efeitos colaterais dessa utopia chamada "comunismo".
Infelizmente, uma miopia espiritual começou a encurtar a visão velhos líderes evangélicos, à medida que suas denominações explodiam em número de fiéis. Homens que passaram grande parte de suas vidas preocupados com evangelização e com poucos recursos e que de repente começaram a ser assediados e paparicados por candidatos (incrédulos) a cargos majoritários das três esferas de poder.
E um sofisma deu lugar a outro. Crentes só cuidam de religião, pois política é coisa do diabo; e se não tivermos representantes em todas as esferas de governo, os não crentes vão prejudicar a Igreja. Quanto ao primeiro, os corruptos se assenhoram do poder, porque os cidadãos de bem são ensinados a ficarem afastados do poder por causa da corrupção. E quanto ao segundo, em lugar de um plano político para conquistar mais cadeiras legislativas, melhor é ter um plano consistente de evangelização que aumente a taxa de crescimento do Evangelho com um discipulado efetivo. Simples: é melhor ter metade mais um da população brasileira temente a Deus, do que metade mais um dos congressistas em Brasília.
Resultado: a Presidente Dilma fez mesmo um trato político com bispos e pastores evangélicos, mas este acordo é um fio atravessado a poucos milímetros do fio de uma navalha. O Partido da Presidente não é homogêneo; ele é composto de várias correntes. Em seu projeto de poder, o partido consegue aglutinar desde um PCdoB cujo representante vai apresentar o projeto de proibição de aluguel de espaço na TV, até velhos pastores da Igreja Assembleia de Deus.
O que dá segurança à Igreja do Senhor Jesus, não é representação em órgãos legislativos, mas a conquista da opinião pública por ações legítimas de solidariedade, principalmente com os menos assistidos. Não adianta ter 100 parlamentares evangélicos de um lado, se por outro a ganância e a exploração da fé alheia salta aos olhos da sociedade.
A Suécia é a pátria-mãe das Assembleias de Deus do Brasil. A maioria do povo nominalmente é evangélica. Desgraçadamente, a influência da Igreja por lá deve ter sido tão incipiente que o casamento gay e a obrigação de realizá-lo nos púlpitos é uma realidade de dois anos para cá.
O Canadá tem uma Igreja presbiteriana que congrega 70% dos canadenses. Infelizmente este número não tem qualidade. O casamento gay também foi aprovado por lá, e a Igreja já se prepara para celebrar as "bênçãos matrimoniais" de mesmo gênero por lá.
Nos dois países a maioria dos representantes políticos são cristãos nominais cujas consciências se movem de um lado para outro de acordo com o vento de uma aparente "modernidade" social.
O Brasil precisa de uma Igreja Evangélica forte. Uma Igreja que não coloque os meios adiante dos fins. Não é um projeto político que vai trazer credibilidade à atuação da Igreja. A representação política é uma consequência natural do avanço da Igreja em todos os extratos sociais da nação.
Quero denunciar com veemência que não é um bom negócio para a Igreja Evangélica brasileira esta associação estranha com o petismo, pois seus líderes políticos correm sério risco de serem coniventes com as dezenas de "marcos regulatórios" que estão escondidos nas cartolas desse partido.
Se algum dia sobrevierem empecilhos à pregação do Evangelho e humilhação da Igreja para celebração de bençãos matrimoniais de casamento de mesmo gênero, não vai ser por culpa de ateus, nem de incrédulos nem dos homossexuais. Vai ser mesmo pela loucura de pseudo-pastores e bispos que relativizaram as verdades bíblicas, pisaram na vocação e se esqueceram de servir de referência às gerações mais novas.
Quero aproveitar a ocasião de um pequeno problema de saúde, para fazer uma analogia com o flerte que certas lideranças políticas evangélicas tiverem com o partido do governo na última eleição presidencial. Eu estou no "estaleiro" há quase uma semana com uma conjuntivite, inflamação no branco dos olhos, que além de me deixar os olhos pregados de manhã, durante o dia me traz a sensação de estar com areia nos olhos. Se por um lado não estou enxergando bem, por outro, tenho uma visão bem clara das desvantagens desta associação entre liderança evangélica e comunistas históricos em uma estranha simbiose de poder, entre o santo e o profano.
A Igreja como instituição espiritual não tem posição política. Não é centro, nem de direita e nem de esquerda. Seu arado corta em linha reta para semear o Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo. Fico admirado ao ver a desenvoltura de certos pastores que foram meus mestres nos últimos 30/40 anos, errando em coisas que ensinaram, e ensinaram tanto, até que se esquecerem do objeto do ensino. Estou falando do martelado princípio de evitar o jugo desigual.
"Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis;
porque, que sociedade tem a justiça com a injustiça?
E que comunhão tem a luz com as trevas?
E que concórdia há entre Cristo e Belial?
Ou que parte tem o fiel com o infiel?"
( II Coríntios, 6:14/15)
A primeira Igreja que se associou com o petismo (e se deu mal) foi a Igreja Católica, cujas Comunidades Eclesiais de Base serviram de espaço para o ensino do marxismo metamorfoseado sob o discurso venenoso da Teologia da "Libertação". Esta simbiose foi quebrada pela ação de Carol Wojtila, - Papa João Paulo II, que sendo polonês de nascimento, conhecia muito bem o estrago dos efeitos colaterais dessa utopia chamada "comunismo".
Infelizmente, uma miopia espiritual começou a encurtar a visão velhos líderes evangélicos, à medida que suas denominações explodiam em número de fiéis. Homens que passaram grande parte de suas vidas preocupados com evangelização e com poucos recursos e que de repente começaram a ser assediados e paparicados por candidatos (incrédulos) a cargos majoritários das três esferas de poder.
E um sofisma deu lugar a outro. Crentes só cuidam de religião, pois política é coisa do diabo; e se não tivermos representantes em todas as esferas de governo, os não crentes vão prejudicar a Igreja. Quanto ao primeiro, os corruptos se assenhoram do poder, porque os cidadãos de bem são ensinados a ficarem afastados do poder por causa da corrupção. E quanto ao segundo, em lugar de um plano político para conquistar mais cadeiras legislativas, melhor é ter um plano consistente de evangelização que aumente a taxa de crescimento do Evangelho com um discipulado efetivo. Simples: é melhor ter metade mais um da população brasileira temente a Deus, do que metade mais um dos congressistas em Brasília.
Resultado: a Presidente Dilma fez mesmo um trato político com bispos e pastores evangélicos, mas este acordo é um fio atravessado a poucos milímetros do fio de uma navalha. O Partido da Presidente não é homogêneo; ele é composto de várias correntes. Em seu projeto de poder, o partido consegue aglutinar desde um PCdoB cujo representante vai apresentar o projeto de proibição de aluguel de espaço na TV, até velhos pastores da Igreja Assembleia de Deus.
O que dá segurança à Igreja do Senhor Jesus, não é representação em órgãos legislativos, mas a conquista da opinião pública por ações legítimas de solidariedade, principalmente com os menos assistidos. Não adianta ter 100 parlamentares evangélicos de um lado, se por outro a ganância e a exploração da fé alheia salta aos olhos da sociedade.
A Suécia é a pátria-mãe das Assembleias de Deus do Brasil. A maioria do povo nominalmente é evangélica. Desgraçadamente, a influência da Igreja por lá deve ter sido tão incipiente que o casamento gay e a obrigação de realizá-lo nos púlpitos é uma realidade de dois anos para cá.
O Canadá tem uma Igreja presbiteriana que congrega 70% dos canadenses. Infelizmente este número não tem qualidade. O casamento gay também foi aprovado por lá, e a Igreja já se prepara para celebrar as "bênçãos matrimoniais" de mesmo gênero por lá.
Nos dois países a maioria dos representantes políticos são cristãos nominais cujas consciências se movem de um lado para outro de acordo com o vento de uma aparente "modernidade" social.
O Brasil precisa de uma Igreja Evangélica forte. Uma Igreja que não coloque os meios adiante dos fins. Não é um projeto político que vai trazer credibilidade à atuação da Igreja. A representação política é uma consequência natural do avanço da Igreja em todos os extratos sociais da nação.
Quero denunciar com veemência que não é um bom negócio para a Igreja Evangélica brasileira esta associação estranha com o petismo, pois seus líderes políticos correm sério risco de serem coniventes com as dezenas de "marcos regulatórios" que estão escondidos nas cartolas desse partido.
Se algum dia sobrevierem empecilhos à pregação do Evangelho e humilhação da Igreja para celebração de bençãos matrimoniais de casamento de mesmo gênero, não vai ser por culpa de ateus, nem de incrédulos nem dos homossexuais. Vai ser mesmo pela loucura de pseudo-pastores e bispos que relativizaram as verdades bíblicas, pisaram na vocação e se esqueceram de servir de referência às gerações mais novas.
Fonte: Olhar Cristão
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sábado, 6 de outubro de 2012
A POLÍTICA E O CRISTÃO
Um político cristão deve entender que a sua postura perante o poder público é uma postura de representação de povo, e não uma postura a favor de uma classe isolada, eles devem propor melhorias e projetos que atendam uma sociedade como um todo, e nesse todo deve se encontrar cristãos e não cristão.
Antigamente tínhamos o chamado voto de cabresto, onde os coronéis compravam e obrigavam o povo a votar neles. E por meio desse temor e opressão o povo votava por medo. Hoje temos em muitas igrejas uma prática bastante parecida, a chamada voto de cajado, é quando uma igreja adota um candidato e por influência direta ou indireta aos membros, eles o escolhem.
Não julgo se isso é certo ou errado, isso não cabe a mim, mas estou afirmando que isso é real nos dias de hoje e era real também no passado. Cabe a cada um ter uma consciência no mínimo prudente de aceitar ou não isso. E aos que praticam, cabem rever sua postura perante Deus e suas escrituras. Se a postura continuar a mesma, não serei eu o juiz.
E o que mais nos entristece é saber que esse apoio eclesiástico que os políticos buscam não é um apoio espiritual e sim um apoio parlamentar dos membros e líderes. Mas uma coisa é certa, a melhor hora de evangelizarmos esses políticos é na época de eleições, pós esse é o único momento em que teremos eles tão próximos da igreja, e depois somente os veremos daqui 4 anos.
Eu pergunto: temos livre acesso para evangelizarmos dentro da câmara ou em sua porta? Temos essa prática? Temos esse acesso? De entregarmos nossos santinhos em forma de folhetos de evangelismo com versículos Bíblicos, balançando a bandeiras do nosso partido que é Cristo, e nela escrito: Ele vos Ama e somente ele vos salva? Acredito que não! Mas eles tem o livre acesso a nossas igrejas e a porta de nossas igrejas, com seus santinhos e bandeiras. Te garanto que o interesse deles em nosso voto é muito maior do que o nosso em ganhá-los pra Jesus.
Fiz uma busca pela Bíblia por um versículo que encaixasse nesse momento. Achei vários que poderia ser usado, tanto a favor, quanto contra a política, pós a Bíblia também é um livro histórico, nela contem momentos do dia a dia dos povos daquela época e de muitos reis, juízes e políticos. Como de José o governador do Egito, que para mim foi o mais batalhador e merecedor de seu título! Mas não, eu escolhi um versículo que fosse direto e imparcial, que mostrasse nossos direitos e deveres. Nosso direito de sermos protegidos e amparados, e o dever daqueles que podem falar por nós, que assumem o poder de nos proteger e de nos amparar. Esse versículo não fala se o nosso representante tem que ser cristão ou não, mas fala de suas obrigações e deveres para conosco.
“Fale a favor daqueles que não podem se defender. Proteja os direitos de todos os desamparados. Fale por eles e seja um juiz justo. Proteja os direitos dos pobres e dos necessitados.” {Provérbios 31:9}.
Antigamente tínhamos o chamado voto de cabresto, onde os coronéis compravam e obrigavam o povo a votar neles. E por meio desse temor e opressão o povo votava por medo. Hoje temos em muitas igrejas uma prática bastante parecida, a chamada voto de cajado, é quando uma igreja adota um candidato e por influência direta ou indireta aos membros, eles o escolhem.
Não julgo se isso é certo ou errado, isso não cabe a mim, mas estou afirmando que isso é real nos dias de hoje e era real também no passado. Cabe a cada um ter uma consciência no mínimo prudente de aceitar ou não isso. E aos que praticam, cabem rever sua postura perante Deus e suas escrituras. Se a postura continuar a mesma, não serei eu o juiz.
E o que mais nos entristece é saber que esse apoio eclesiástico que os políticos buscam não é um apoio espiritual e sim um apoio parlamentar dos membros e líderes. Mas uma coisa é certa, a melhor hora de evangelizarmos esses políticos é na época de eleições, pós esse é o único momento em que teremos eles tão próximos da igreja, e depois somente os veremos daqui 4 anos.
Eu pergunto: temos livre acesso para evangelizarmos dentro da câmara ou em sua porta? Temos essa prática? Temos esse acesso? De entregarmos nossos santinhos em forma de folhetos de evangelismo com versículos Bíblicos, balançando a bandeiras do nosso partido que é Cristo, e nela escrito: Ele vos Ama e somente ele vos salva? Acredito que não! Mas eles tem o livre acesso a nossas igrejas e a porta de nossas igrejas, com seus santinhos e bandeiras. Te garanto que o interesse deles em nosso voto é muito maior do que o nosso em ganhá-los pra Jesus.
Fiz uma busca pela Bíblia por um versículo que encaixasse nesse momento. Achei vários que poderia ser usado, tanto a favor, quanto contra a política, pós a Bíblia também é um livro histórico, nela contem momentos do dia a dia dos povos daquela época e de muitos reis, juízes e políticos. Como de José o governador do Egito, que para mim foi o mais batalhador e merecedor de seu título! Mas não, eu escolhi um versículo que fosse direto e imparcial, que mostrasse nossos direitos e deveres. Nosso direito de sermos protegidos e amparados, e o dever daqueles que podem falar por nós, que assumem o poder de nos proteger e de nos amparar. Esse versículo não fala se o nosso representante tem que ser cristão ou não, mas fala de suas obrigações e deveres para conosco.
“Fale a favor daqueles que não podem se defender. Proteja os direitos de todos os desamparados. Fale por eles e seja um juiz justo. Proteja os direitos dos pobres e dos necessitados.” {Provérbios 31:9}.
Enviado por:
SAMUEL NEVES DE ALMEIDA
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